<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Peixe Fresco &#187; web</title>
	<atom:link href="http://peixefresco.net/tag/web/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://peixefresco.net</link>
	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 Dec 2011 18:04:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Já pensou em comprar uma cor?</title>
		<link>http://peixefresco.net/2011/bom-exemplo/ja-pensou-em-comprar-uma-cor/</link>
		<comments>http://peixefresco.net/2011/bom-exemplo/ja-pensou-em-comprar-uma-cor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 16:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bom exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Coral]]></category>
		<category><![CDATA[marketing do bem]]></category>
		<category><![CDATA[own a color]]></category>
		<category><![CDATA[tintas]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://peixefresco.net/?p=678</guid>
		<description><![CDATA[Fiquei sabendo ontem desta iniciativa sensacional da Coral Tintas mundial, chamado “Own a Color”.  O projeto é muito simples: no site da ação você pode comprar uma cor. Qualquer uma das 16,7 milhões de cores que teoricamente o seu computador é capaz de exibir. Basta entrar no site, escolher sua cor e comprá-la, dando um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/?p=678"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/10/ownacolor_1.jpg" alt="" title="Own a Color - Coral" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-679" /></a>Fiquei sabendo ontem desta iniciativa sensacional da Coral Tintas mundial, chamado “Own a Color”.  O projeto é muito simples: no <a href="http://www.ownacolour.com/">site da ação</a> você pode comprar uma cor. Qualquer uma das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RGB">16,7 milhões de cores</a> que teoricamente o seu computador é capaz de exibir.</p>
<p>Basta entrar no site, escolher sua cor e comprá-la, dando um nome para ela. Você pode comprá-la por qualquer valor a partir de 1 libra, e todo o valor arrecadado será destinado à <a href="http://www.unicef.org.uk/">Unicef Reino Unido</a>, que por sua vez usará esta verba para ajudar crianças carentes em países necessitados.</p>
<p><span id="more-678"></span></p>
<p>Tentei comprar uma cor, mas não consegui, provavelmente por meu cartão não ser internacional. Se conseguirem me contem!</p>
<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/10/ownacolor.jpg" alt="" title="Own a Color" width="600" height="374" class="aligncenter size-full wp-image-681" /></p>
<p>Não é a primeira iniciativa bacana do grupo Coral que eu mostro por aqui, lembram do <a href="http://peixefresco.net/2011/bom-exemplo/colorindo-uma-realidade-cinza/">Let’s Colour</a>?</p>
<p>Dica via <img src='http://peixefresco.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  <a href="http://www.decoracasas.com.br/2011/10/uma-cor-para-chamar-de-sua.html">Decoracasas</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://peixefresco.net/2011/bom-exemplo/ja-pensou-em-comprar-uma-cor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A web em tempo real</title>
		<link>http://peixefresco.net/2009/artigo/a-web-em-tempo-real/</link>
		<comments>http://peixefresco.net/2009/artigo/a-web-em-tempo-real/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tempo real]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://peixefresco.net/?p=268</guid>
		<description><![CDATA[*Este texto foi originalmente publicado no ComRemix Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das cinco tendências que despontou em 2009, a “internet em tempo real” trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um avião caído no rio Hudson, seja um evento de tecnologia, seja um amigo levando o cachorro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/fjtu/2433592282/in/photostream/"><img class="size-full wp-image-269 alignleft" title="temporeal" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2009/10/temporeal.jpg" alt="por FJTU (Flickr)" width="300" height="200" /></a><small><em><strong>*Este texto foi originalmente publicado no <a href="http://www.comremix.com.br/a-web-em-tempo-real">ComRemix</a></strong></em></small></p>
<p>Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das <a title="cinco tendências que despontou em 2009" href="http://www.slideshare.net/ricmac/readwritewebs-top-5-web-trends-in-2009" target="_blank">cinco tendências que despontou em 2009</a>, a “internet em tempo real” trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um <a title="avião caído no rio Hudson" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Voo_US_Airways_1549" target="_blank">avião caído no rio Hudson</a>, seja um <a title="evento de tecnologia" href="http://www.campus-party.com.br/" target="_blank">evento de tecnologia</a>, seja um amigo <a href="http://twitter.com/PatriciaTotaro/statuses/4602670558" target="_blank">levando o cachorro para passear</a>.<br />
<span id="more-268"></span></p>
<p>A notícia em tempo real não é algo novo. Começou a ser alavancada no início do século XX com o rádio e logo depois com a televisão. Hoje, após um salto tecnológico, todos convivemos diariamente com a notícia em tempo real, como receptores e como emissores nos canais sociais como o <a title="twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Uma das grandes vantagens da informação em tempo real é seu flerte com outro conceito, o de <a title="realidade aumentada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada" target="_blank">realidade aumentada</a>, que em palavras simples, significa criar um ambiente misto do mundo real com o virtual. Quer um exemplo banal mas incrível de realidade aumentada? Assistir a partidas de futebol (ou ao último capítulo da novela) pela TV com o notebook no colo, acompanhando twitter e comunidades abertas. A sua realidade se mistura a de várias outras pessoas, criando um fluxo de informação absurdamente rico de informações “extras”.</p>
<p>Apesar de trazer claras vantagens e facilidades, a informação em tempo real tem também seu efeito colateral: Tudo o que é em tempo real é bastante estressante. Profissionais de TV que apresentam ao vivo conhecem bem a obrigatoriedade de serem “perfeitos”. Ainda mais hoje, quando um erro de um locutor <a title="vai parar no Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=Qq9lmZQUa8Q" target="_blank">vai parar no Youtube</a> menos de uma hora depois.</p>
<p>Para muitos, uma simples twittada pode colocar em risco o emprego ou o casamento. Mas então por que as pessoas continuam exibindo publicamente as suas vidas? Isso está ligado com outro perigo da informação em tempo real e da realidade aumentada: nós adoramos informações, e nos viciamos nela. A incapacidade de se desligar do trabalho aumenta, assim como a sensação de estarmos sempre “perdendo alguma coisa”.</p>
<h3>A Web em tempo real nas fontes de informação</h3>
<p>Um dos efeitos de tudo isso é o chamado “hard news” ou, em uma interpretação livre, atirar as informações ao público assim que elas forem apuradas. Se a notícia do jornal no dia seguinte já é velha, cabe a ele sobreviver de contextualização e análise de dados.</p>
<p>As mídias sociais, ou particularmente a rede <a title="twitter" href="http://www.twitter.com/" target="_blank">twitter</a>, com a sua disponibilidade em todo lugar e a todo momento, já são naturalmente voltadas ao tempo real. Mas as outras redes também têm se voltado nesse sentido, com a compra do <a title="Friendfeed" href="http://friendfeed.com/" target="_blank">Friendfeed</a> pelo <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, e <a title="orkut" href="http://orkut.com/" target="_blank">Orkut</a>, <a title="Plaxo" href="http://plaxo.com/" target="_blank">Plaxo</a> e <a title="LinkedIn" href="http://linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a> reorganizando o layout para privilegiar um “stream” ou “linha de atividades” dos seus contatos na rede.</p>
<h3>A Web em tempo real na comunicação corporativa</h3>
<p>A <a title="quantidade de artigos" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22real+time+web%22" target="_blank">quantidade de artigos</a> que têm surgido sobre a web em tempo real é mais um indício de que cada vez mais o público está procurando por informação imediata. Como uma boa estratégia de comunicação corporativa é sempre voltada para os interesses do seu público, é só uma questão de tempo até que as respostas precisem dar conta do fluxo de informação atual.</p>
<p>O anúncio de uma fusão, aquisição ou qualquer outro comunicado será feito em tempo real, ao vivo. Quando não intencionalmente, muitas vezes vazando. Uma pauta quente de um dia para o outro já está gelada, quando a informação já rodou blogs, twitter e comunidades antes de sair no jornal. Por exemplo, quando todos já sabiam no instante do anúncio que o Rio sediará as Olimpíadas de 2016, os jornais precisaram se virar para fornecer um contexto ou informação adicional.</p>
<p>A questão chave, finalmente: <strong>Assessores, empresários, jornalistas e comunicadores vão estar preparados para quando chegar o momento em que as notícias voarão em tempo real? </strong></p>
<p>Vamos debater nos comentários!</p>
<p><em>*A foto que ilustra este post é <a href="http://www.flickr.com/photos/fjtu/2433592282/in/photostream/">de FJTU</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://peixefresco.net/2009/artigo/a-web-em-tempo-real/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual o verdadeiro impacto de uma crise na web?</title>
		<link>http://peixefresco.net/2008/artigo/qual-o-verdadeiro-impacto-de-uma-crise-na-web/</link>
		<comments>http://peixefresco.net/2008/artigo/qual-o-verdadeiro-impacto-de-uma-crise-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 15:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://peixefresco.net/2008/artigo/qual-o-verdadeiro-impacto-de-uma-crise-na-web/</guid>
		<description><![CDATA[Estava conversando com um de meus professores sobre o meu trabalho de conclusão de curso, que é na área de assessoria de imprensa e internet, e ele me propôs a seguinte reflexão: tentar perceber qual é o verdadeiro impacto de uma crise na web no Brasil hoje. Essa questão aparentemente simples esconde algumas armadilhas. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sxc.hu/photo/268484"><img title="Down Hill, por Andy Molina (sxc.hu)" style="margin: 0px 10px 10px 0px" height="200" alt="Down Hill, por Andy Molina (sxc.hu)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Qualoverdadeiroimpactodeumacrisenaweb_EB81/crise.jpg" width="300" align="left" border="0" /></a> Estava conversando com um de meus professores sobre o meu trabalho de conclusão de curso, que é na área de assessoria de imprensa e internet, e ele me propôs a seguinte reflexão: <strong>tentar perceber qual é o verdadeiro impacto de uma crise na web no Brasil hoje</strong>. Essa questão aparentemente simples esconde algumas armadilhas. </p>
<p><strong>Uma delas é a umbigosfera.</strong> Nós, blogueiros hiperconectados que passamos o dia todo na internet, tendemos a hipervalorizar este meio, dando-lhe um alcance “virtual” que nem sempre corresponde ao alcance real. Segundo uma pesquisa divulgada pelo <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;db=caldb&amp;comp=IBOPE//NetRatings&amp;docid=DD1E91B6C3798FFC8325745700708920">Ibope/NetRatings</a>, 40 milhões de pessoas no Brasil têm acesso à internet. Não é pouco. Mas também é complicado usar número absolutos de usuários da internet como alcance de algo na internet.</p>
<p><span id="more-45"></span></p>
<p>A dificuldade em medir o impacto de uma crise também <strong>está ligada à dificuldade ao medir o ROI</strong> (retorno de investimento), o que já é possível com a convergência de algumas tecnologias de pesquisa. O problema é que <strong>é muito mais simples medir quantas pessoas clicaram em um determinado link do que quantas pessoas deixaram de clicar devido a uma crise. </strong>E se considerarmos que a internet não está desvinculada ao resto da mídia, sempre existe o risco de uma crise começar na internet e se espalhar para os outros meios impressos, dependendo da proporção e do conteúdo da reclamação. </p>
<p>Infelizmente, não tenho números e nem um case real no qual uma crise em blogs ou em redes sociais se reverteu em prejuízo financeiro para determinada empresa. Sim, é claro que em certas crises a companhia ficou manchada para várias pessoas, mas no quanto isso se reverteu no financeiro da empresa são números complicados de se obter, principalmente ‘de fora’. </p>
<p>O que eu posso fazer aqui é na verdade uma reflexão. Para uma crise na internet se reverter em prejuízo, há inúmeros outros fatores envolvidos, <strong>como se o seu público está na internet</strong>. Por exemplo, qual a parcela do público das Casas Bahia que acessa com frequência blogs e conteúdo digital? Pode ser que eu esteja enganado, mas não acho que o impacto seria muito grande. </p>
<p>Já o caso das compras pela internet é mais delicado. Antes de comprar em sites desconhecidos, muitos procuram mais informações antes de gastar o dinheiro. <strong>Isso vale também para produtos, principalmente os mais novos no mercado.</strong> </p>
<p>O problema são sempre as (várias) excessões. Por exemplo, há uma marca de auto-falantes automotivos que é odiada por todos os fóruns e sites especializados no assunto devido à baixa qualidade do material, mas que é a mais vendida aqui na região de Bauru (e provavelmente de São Paulo), o que constatei quando fui pesquisar para comprar o som do meu carro. Uma divergência bastante curiosa.</p>
<p>Outro caso curioso é o de sites como Submarino, pois volta e meia me deparo com alguma reclamação, como a do rapaz que <a href="http://bjornn.wordpress.com/2007/08/11/pedra-station-a-saga-pelo-playstation-3-continua/">recebeu um tijolo ao invés de um Playstation 3</a>, caso tão divulgado que recebeu 248 comentários. O Submarino é o 6º mais reclamado no site <a href="http://www.reclameaqui.com.br/ranking/">Reclame Aqui</a>. Mas é também a 5ª empresa que mais responde às declarações, o que mostra a sua atenção com os consumidores, o que atenua um bocato as críticas.&#160; A tempo, a história do tijolo acima foi resolvido em duas semanas, com todo o dinheiro retornado à conta do comprador, que transforma um <strong>case de crise em uma demonstração de cuidado com o </strong><a href="http://bjornn.wordpress.com/2007/08/27/pedrastation-a-historia-chega-ao-fim/"><strong>consumidor</strong></a>: </p>
<blockquote><p>Muitas das pessoas se valiam do argumento que o Submarino é uma empresa grande e nunca faria isso. Eu também acho que o Submarino, como instiuição não faria isso. Mas toda empresa possui funcionários, pessoas, que por algum motivo qualquer podem querer prejudicar a empresa ou, no mínino, favorecer a si próprio. Acho que foi isso que aconteceu. <strong>O mais engraçado é que o Submarino, o principal interessado, não duvidou de mim por nenhum segundo.</strong></p>
</blockquote>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
<p>Por fim, eu sei que não trago a resposta para a pergunta que eu propus no título deste artigo. Mas <strong>repasso a reflexão me proposta</strong>, para sairmos do nosso mundinho hiperconectado, e tentar pensar, friamente, se uma crise na web tem tanto impacto quanto nós acreditamos. Eu ainda acho que isso pode ser devastador para a imagem de uma empresa. <strong>Mas talvez uma boa parte delas talvez sobreviva sem mais do que arranhões.</strong> </p>
<p><strong>E você, tem algum dado sobre o assunto? E então, o quê você acha?</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://peixefresco.net/2008/artigo/qual-o-verdadeiro-impacto-de-uma-crise-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Microsoft quer ser cool</title>
		<link>http://peixefresco.net/2008/artigo/microsoft-que-ser-cool/</link>
		<comments>http://peixefresco.net/2008/artigo/microsoft-que-ser-cool/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 19:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[usuário]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://peixefresco.net/2008/artigo/microsoft-que-ser-cool/</guid>
		<description><![CDATA[Vi recentemente no Brainstorm #9 que a Microsoft contratou Alex Boguski e sua agência a Crispin Porter + Bogusky, cuja missão vai além do reposicionamento de marca. Trata-se de apagar boa parte do histórico de bugs e de ferrenhas brigas contra os usuários, para transformar a Microsoft em uma empresa legal, como a Apple ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/yggg/286656782/"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Microsoftquesercool_D8B1/microsoft.jpg" title="Por China guccio (flickr)" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 10px 0px" alt="Por China guccio (flickr)" align="left" border="0" height="200" width="300" /></a> Vi recentemente no <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/05/16/alex-bogusky-e-sua-missao-de-300-milhoes-de-dolares-tornar-a-microsoft-cool/">Brainstorm #9</a> que a Microsoft contratou  Alex Boguski e sua agência a <strong>Crispin Porter + Bogusky</strong>, cuja missão vai além do reposicionamento de marca. Trata-se de apagar boa parte do histórico de bugs e de ferrenhas brigas contra os usuários, para <strong>transformar a Microsoft em uma empresa legal</strong>, como a Apple ou o Google. Ahn, e sem utilizar um desneuralizador do MIB.</p>
<p>Em primeiro lugar, <strong>a Microsoft não é o grande império do mal.</strong> Mas curiosamente é essa a imagem que predomina no imaginário popular, inclusive acreditei nisso por um tempo. A Microsoft é uma empresa, líder no mercado de sistemas operacionais, que utiliza de estratégias de marketing, vendas e administração para se manter no topo,<strong> assim como praticamente todas as empresas</strong>. (Alguém lembra do caso Coca-Cola X Dolly? Por quê a Coca-Cola não é a vilã do mundo?)</p>
<p><span id="more-42"></span></p>
<p>Essa situação me lembrou de um dos problemas do executivo moderno, <strong>apelidado de &#8220;Google Problem&#8221;.</strong> Acontece quando ao digitar o nome da empresa no buscador, <strong>voltam além do site oficial, uma dúzia de outros sites e blogs reclamando do serviço da empresa</strong>. Muitas vezes, <strong>não é um problema de marketing, mas de atendimento ao consumidor.</strong> Se você quer que a internet fale bem de sua empresa, você tem que fazer por merecer. É o caso da Disney, <a href="http://escaravelhoandarilho.wordpress.com/2008/05/17/uma-carta-para-a-disney/">nesta situação</a>, ou da empresa de um amigo meu, a <a href="http://marcamaria.com">.marcamaria</a>, que está no começo e já tem como<strong> prioridade a interação empresa-usuário.</strong></p>
<p>Voltando à Microsoft: é muito importante considerar que a empresa na verdade é formada por<strong> muitas equipes com bastante autonomia para tomar decisões</strong>. Por isso mesmo ela acumula alguns acertos e erros. O Windows Vista não pegou<strong>. Já os serviços Live cresceram bastante,</strong> eu mesmo uso muito o msn, e atualizo este blog com o <a href="http://windowslivewriter.spaces.live.com">Live Writer</a>, software que me impressionou pela simplicidade. O <a href="http://www.myspace.com/eueabanda">Myspace</a> se tornou ponto de parada obrigatória às bandas e cantores. E o Xbox 360 tem uma rede interligada de fãs.</p>
<p>Essas digressões têm uma explicação. Apesar de eu ser um profissional de comunicação,<strong> nunca acreditei que a assessoria e o marketing são capazes de resolver todos os problemas de uma empresa</strong>. Empresas de sucesso que são queridas por seu público o são pelo conjunto comunicação + serviços de qualidade + atendimento ao consumidor, não necessariamente nessa ordem.</p>
<p>Outro ponto importante: <strong>acredito que as pessoas odeiam a microsoft porque dependem dela</strong>. Como grande parte das pessoas utilizam o windows como sistema operacional, e o  MS Office para planilhas e textos, a instabilidade destes serviços têm repercussões muito maiores do que um bug em um jogo, por exemplo. A contradição deste argumento é que hoje em dia estamos cada vez mais dependentes dos serviços do Google, enquanto ele é cada vez mais adorado.</p>
<p>Acho que a chave nesta questão não é o marketing,<strong> mas o desenvolvimento voltado para o usuário</strong>, ou ergonomia, discussão muito interessante levantada pelo <a href="http://datasul.socialmediaclub.com.br/ergonomia-em-software/">blog do Jorge Steffens</a>, CEO da Datasul. É basicamente no que a <a href="http://davefleet.com/2008/05/why-apple-doesnt-need-social-media/">Apple</a> e o Google levam vantagem: <strong>produtos de qualidade e interfaces extremamente simples</strong>.</p>
<p>Para quem quer se aprofundar neste assunto, existe um ótimo livro chamado <strong>Caindo na Real</strong>, escrito pelos criadores da empresa <a href="http://www.37signals.com/">37signals</a>. O livro inteiro você lê em português na internet, <a href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php">neste link</a>.</p>
<p>Uma parte do sucesso da empresa está no marketing, na assessoria de comunicação,<strong> em contratar o Rodrigo van Kampen para gerenciar o conteúdo web</strong>. (Brincadeirinha). Mas é preciso investir pesado <strong>na parte de deixar os consumidores satisfeitos com os produtos</strong>. Por exemplo, comprei no ano passado caixas de som da marca <a href="http://www.edifier.com.br/main/index.php">Edifier</a>. Nunca tinha ouvido falar, nem visto um anúncio sequer. Quando entrei nos fóruns para saber mais sobre elas antes de comprar, só encontrei elogios. E gostei tanto que recomendo a todos que me perguntam. Estou até comentando sobre ela aqui neste blog agora!</p>
<p>Ou seja, <strong>é muito difícil sustentar uma máscara só por meio da publicidade hoje em dia</strong>. As pessoas escreverão sobre o seu produto, escreverão criticando, escreverão elogiando, e escreverão apontando acertos e erros. Por isso cada vez mais os investimentos em comunicação devem lembrar de ouvir os usuários e repassar para a equipe de produção do produto. <strong>Porque um 0800 com telefonistas que não sabem nada de nada e respondem com um código de protocolo não é comunicação com os consumidores</strong>.</p>
<p>A tempo: quando a repórter perguntou para Alex Boguski se ele faria com que os publicitários de sua agência, todos com aplicativos da Apple, usassem os produtos Microsoft, ele respondeu:</p>
<blockquote><p>It&#8217;s not a matter of forcing people. It&#8217;s getting them to want to use it. If you can&#8217;t, you&#8217;re not going to do great advertising.</p></blockquote>
<p><strong>A Microsoft está em boas mãos.</strong></p>
<p><em>Este é um post que ficou na fase de rascunho e ajustes há mais de um mês. Ainda não estou satisfeito, mas resolvi publicá-lo, pois ele estava começando a me assombrar… </em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://peixefresco.net/2008/artigo/microsoft-que-ser-cool/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

