Já pensou em comprar uma cor?

17/10/2011 | Bom exemplo | Por Rodrigo van Kampen

Fiquei sabendo ontem desta iniciativa sensacional da Coral Tintas mundial, chamado “Own a Color”.  O projeto é muito simples: no site da ação você pode comprar uma cor. Qualquer uma das 16,7 milhões de cores que teoricamente o seu computador é capaz de exibir.

Basta entrar no site, escolher sua cor e comprá-la, dando um nome para ela. Você pode comprá-la por qualquer valor a partir de 1 libra, e todo o valor arrecadado será destinado à Unicef Reino Unido, que por sua vez usará esta verba para ajudar crianças carentes em países necessitados.

 

A web em tempo real

14/10/2009 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

por FJTU (Flickr)*Este texto foi originalmente publicado no ComRemix

Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das cinco tendências que despontou em 2009, a “internet em tempo real” trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um avião caído no rio Hudson, seja um evento de tecnologia, seja um amigo levando o cachorro para passear.

 

Qual o verdadeiro impacto de uma crise na web?

24/06/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Down Hill, por Andy Molina (sxc.hu) Estava conversando com um de meus professores sobre o meu trabalho de conclusão de curso, que é na área de assessoria de imprensa e internet, e ele me propôs a seguinte reflexão: tentar perceber qual é o verdadeiro impacto de uma crise na web no Brasil hoje. Essa questão aparentemente simples esconde algumas armadilhas.

Uma delas é a umbigosfera. Nós, blogueiros hiperconectados que passamos o dia todo na internet, tendemos a hipervalorizar este meio, dando-lhe um alcance “virtual” que nem sempre corresponde ao alcance real. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Ibope/NetRatings, 40 milhões de pessoas no Brasil têm acesso à internet. Não é pouco. Mas também é complicado usar número absolutos de usuários da internet como alcance de algo na internet.

 

Microsoft quer ser cool

10/06/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Por China guccio (flickr) Vi recentemente no Brainstorm #9 que a Microsoft contratou Alex Boguski e sua agência a Crispin Porter + Bogusky, cuja missão vai além do reposicionamento de marca. Trata-se de apagar boa parte do histórico de bugs e de ferrenhas brigas contra os usuários, para transformar a Microsoft em uma empresa legal, como a Apple ou o Google. Ahn, e sem utilizar um desneuralizador do MIB.

Em primeiro lugar, a Microsoft não é o grande império do mal. Mas curiosamente é essa a imagem que predomina no imaginário popular, inclusive acreditei nisso por um tempo. A Microsoft é uma empresa, líder no mercado de sistemas operacionais, que utiliza de estratégias de marketing, vendas e administração para se manter no topo, assim como praticamente todas as empresas. (Alguém lembra do caso Coca-Cola X Dolly? Por quê a Coca-Cola não é a vilã do mundo?)