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	<title>Peixe Fresco &#187; social</title>
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	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
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		<title>Redes sociais e pessoas inconvenientes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;Oras, se o valor de uma redes social está diretamente ligado a quanto dos seus contatos estão presentes compartilhando, como foi que a gente estragou o Orkut e o Facebook? Não dá para jogar a culpa nas empresas, aplicativos e jogos que infestaram esses canais, afinal, ninguém foi obrigado a jogar ou a publicar aquela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/Google-Plus-X-Facebook-x-My-Space3.jpg" alt="" title="Google-Plus-X-Facebook-x-My-Space3" width="581" height="124" class="aligncenter size-full wp-image-476" /></p>
<p> <img class="alignleft size-full wp-image-463" title="A graça do Google+ é justamente &quot;começar de novo&quot; nas redes sociais. A gente lotou o orkut de lixo, e foi pro Facebook novinho. O FB lotou de lixo, agora a gente tem um Google+ limpinho para a gente!" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/Google+1.png" alt="A graça do Google+ é justamente &quot;começar de novo&quot; nas redes sociais. A gente lotou o orkut de lixo, e foi pro Facebook novinho. O FB lotou de lixo, agora a gente tem um Google+ limpinho para a gente!" width="584" height="83" /></p>
<p style="clear:both">&nbsp;<br />Oras, se o valor de uma redes social está diretamente ligado a quanto dos seus contatos estão presentes compartilhando, <strong>como foi que a gente estragou o Orkut e o Facebook?</strong> Não dá para jogar a culpa nas empresas, aplicativos e jogos que infestaram esses canais, afinal, ninguém foi obrigado a jogar ou a publicar aquela promoção incrível de pé de pato. O que aconteceu, na verdade, tem a ver com isso aqui:</p>
<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/Google+2.png" alt="Já que podemos classificar tudo em círculos por aqui, seria interessante se a gente pudesse filtrar o stream para mostrar só o conteúdo de alguns círculos, deixando ocultas as atualizações daquela colega da 3a série que virou vendedora da Natura no Pará." title="Já que podemos classificar tudo em círculos por aqui, seria interessante se a gente pudesse filtrar o stream para mostrar só o conteúdo de alguns círculos, deixando ocultas as atualizações daquela colega da 3a série que virou vendedora da Natura no Pará." width="590" height="121" class="alignleft size-full wp-image-465" /></p>
<p style="clear:both">&nbsp;<br />Refletindo um pouco mais, o problema não é necessariamente o excesso de pessoas que adicionamos, afinal, no Facebook a coisa mais fácil do mundo é ocultar as atualizações de determinado contato inconveniente. <strong>O problema são as pessoas que não queremos ocultar.</strong></p>
<p><span id="more-462"></span></p>
<h3>Se as redes imitam a vida real</h3>
<p>Pense com calma nos seus amigos, como pessoas reais que são, com qualidades, defeitos, interesses em comum, interesses divergentes. Tudo parte do mesmo pacote &#8220;ser humano&#8221;, você não consegue ser amigo  só da parte do Barbado que curte ficção científica, e não ser amigo da parte dele que curte esportes.</p>
<p>É essa bizarrice que estamos tentando extrair das redes sociais. <strong>Nós não &#8220;estragamos&#8221; o Orkut e o Facebook, só temos dificuldade em aceitar as pessoas esféricas que ali habitam</strong>, que gostam de coisas diferentes, têm defeitos, e opiniões contrárias.</p>
<p>Em um encontro entre amigos, em um bar qualquer na sexta-feira à noite, Corvina vai tentar vender aquele perfume novíssimo da Avon, enquanto o Tambaqui vai sair contando aos quatro ventos que ontem ele levantou cinquenta quilos no supino, as conversas vão rodar, e você vai contar daquele filme francês maravilhoso que todo mundo acha um saco.</p>
<p><strong>E ninguém na mesa vai poder clicar em &#8220;ocultar essa parte da conversa&#8221;.</strong></p>
<h3>Aprendendo a brincar de redes sociais</h3>
<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/corujas.jpg" alt="" title="corujas" width="300" height="199" class="alignleft size-full wp-image-479" />A gente só vai aprender a brincar quando aceitarmos as pessoas como esféricas. Isso significa aceitar os defeitos daqueles que merecem, e se for o caso, ocultar todas as atualizações daqueles que não interessam. Até porque com menos gente na rede, você tem mais tempo de cuidar e interagir com aqueles por quem temos mais carinho.</p>
<p>Com a diversidade de redes, você sempre pode usar uma de forma mais pública e aberta, como uma grande festa, e outra compartilhando momentos mais pessoas com amigos mais íntimos.</p>
<p>Evitar o vício em <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/">snacks de informação </a>, de querer saber de tudo e todos ao mesmo tempo é decisivo na qualidade que você extrai de uma rede. Mesmo que isso signifique ficar fora do divertidíssimo &#8220;quem você seria se Os Flinstones fossem cavaleiros Jedi&#8221;.</p>
<p><em>P.S: Sim, o Peixe Fresco voltou, com uma nova proposta. Este é o último post na linha antiga, que estava na gaveta há um tempinho. Depois eu explico o que é aquele &#8220;Marketing por um Mundo Melhor&#8221; lá em cima. <img src='http://peixefresco.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  </em></p>
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		<title>Links de Quinta #04</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 01:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links de Quinta]]></category>
		<category><![CDATA[influencias]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[O Links de Quinta de hoje traz três artigos relacionados que discutem algumas maneiras de descobrir quem são os blogueiros que estão no topo de determinado assunto, como encontrár-los e também como participar das discussões. Traz &#8220;o que o Second Life nos ensina sobre Marketing&#8220;, escrito por um diretor da Ogivly Londres, que aborda o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Chess Pieces 6, de Steve Woods (sxc.hu)" href="http://www.sxc.hu/photo/921524"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 2px 0px; border-right-width: 0px" height="200" alt="Chess Pieces 6, de Steve Woods (sxc.hu)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/LinksdeQuinta04_137F5/pf_top_xess2.jpg" width="300" align="left" border="0"></a> O Links de Quinta de hoje traz três artigos relacionados que discutem algumas maneiras de <strong>descobrir quem são os blogueiros que estão no topo de determinado assunto</strong>, como encontrár-los e também como participar das discussões. Traz &#8220;<strong>o que o Second Life nos ensina sobre Marketing</strong>&#8220;, escrito por um diretor da Ogivly Londres, que aborda o fato de que pouco mudou hoje em dia, as pessoas continuam fazendo o que sempre fizeram: <strong>se comunicando</strong>. Tem um puxão de orelha de Abraham Harrison àqueles que precisam de um pouco de ar fresco e <strong>se esquecem que existe vida fora da internet</strong>, e por fim um pequeno post bastante óbvio, mas ainda assim genial! Infelizmente todos os artigos de hoje estão em inglês, por isso estou procurando fontes em português, <strong>alguém conhece alguma?</strong> </p>
<p><span id="more-24"></span></p>
<p><a title="Comparing Six Ways to Identify Top Blogs in Any Niche" href="http://www.readwriteweb.com/archives/identify_top_blogs.php"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">Comparing Six Ways to Identify Top Blogs in Any Niche</a> &#8211; O artigo de <a href="http://www.readwriteweb.com/about_marshall.php">Marshall Kirkpatrick</a> no <a href="http://www.readwriteweb.com/">Read Write Web</a> levanta <strong>algumas formas de descobrir quem são os blogueiros de maior influência</strong> em determinado meio, utilizando algumas ferramentas gratuitas. </p>
<p><a title="" href="http://www.scottmonty.com/2008/02/this-is-tops.html"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">This is the Tops</a> &#8211; Por coincidência ou não, Scott Monty trouxe o link do <a title="" href="http://alltop.com/">Alltop</a>, um site simples, que pretende funcionar como um <strong>índice para os melhores</strong> blogs e sites sobre determinados assuntos. Vale uma visita!</p>
<p><a title="" href="http://www.livingstonbuzz.com/blog/2008/02/17/where-to-identify-influencers-the-back-channel/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">Where to Identify Influencers: The Back Channel</a> &#8211; Pouco depois, Geoff Livingston publicou no <a title="" href="http://www.livingstonbuzz.com/blog/"></a><a title="" href="http://www.livingstonbuzz.com/blog/">The Buzz Bin</a> um outro artigo que completa os dois acima de maneira magnífica. Depois de descobrir os autores, <strong>corra atrás das comunidades que eles frequentam</strong>, e dos blogs que lêem. E então encontrará o coração da comunidade.</p>
<p><a title="" href="http://interactivemarketingtrends.blogspot.com/2008/02/7-things-second-life-can-teach-us-about.html"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">7 Things Second Life Can Teach Us About Marketing</a> &#8211; Nunca fui fã do Second Life, mas este artigo de Giles Rhys Jones vale a pena ser lido: </p>
<blockquote><p>Firstly there is no such thing as the ‘digital consumer’. There is no great mystery about how they think and what they want. Secondly these consumers are doing exactly what people have been doing for thousands of years – communicating with each other.</p>
</blockquote>
<p><a title="" href="http://marketingconversation.com/2008/02/13/are-we-ourselves-stuck-inside-our-own-walled-garden/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">Are we ourselves stuck inside our own walled garden?</a> &#8211; Artigo obrigatório a todas as pessoas como eu, que desejam mergulhar cada vez mais no mundo colaborativo da internet. Abraham Harrison conta que em palestras, mesmo para jovens, <strong>muitos nunca ouviram falar de twitter</strong>, outros tantos ainda sequer perceberam para quê serve um blog. O homem levou milhões de anos para virar homem. Precisamos lembrar<strong> que não será em dez anos</strong> que trocará a comunicação tradicional pela &#8216;nova&#8217;. </p>
<p><a title="" href="http://chrisbrogan.com/the-difference/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">The Difference</a> &#8211; de Cris Brogan. O artigo é tão simples e direto, que traduzo-o aqui para que aqueles com dificuldade em inglês possam pegar as nuances.</p>
<blockquote><p>Existe uma grande diferença entre:
<ul>
<li>querer clientes mais bem atendidos x querer mais clientes.
<li>provar que os seus funcioários são a sua primeira preocupação x dizer isso.
<li>informar x anunciar.
<li>compartilhar x vender.
<li>falar sobre o futuro x investir nele.
<li>dizer x fazer.
<li>ser a a mundança que você quer no mundo x xingar o que ainda não mudou.&nbsp;
<li>ajudar x assistir.
<li>construir uma comunidade x buscar um mercado. </li>
</ul>
<p>Mas você sabe tudo isso. Certo?</p>
</blockquote>
<p>Hoje há um excesso de links em inglês. Isso porque tenho lido muito conteúdo americano sobre o assunto, estou com dificuldade em encontrar blogs brasileiros que falem de comunicação corporativa na internet e assessoria de imprensa. Conheço alguns, se vocês souberem outros, por favor deixem um comentário, gostaria mesmo de conhecer o que os outros brasileiros andam dizendo! </p>
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