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	<title>Peixe Fresco - Mídias Sociais &#187; Social media</title>
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	<description>Debatendo para tentar explicar e descobrir o que é a tal das mídias sociais</description>
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		<title>7 desejos para o mercado de mídias sociais em 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 19:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[

Se você estiver vendo isso no e-mail ou por RSS, por favor  clique aqui para ver a apresentação!
Menos métricas
Que as agências busquem os canais que interessam, não os canais mais fáceis de medir. 
Menos Shiny Object Syndrome
Se um blog no blogspot é a melhor solução, ela será usada. Se uma comunidade no Orkut é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="width:600px;text-align:left" id="__ss_2798101"><object style="margin:0px" width="600" height="500"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7coisasquedesejoparaomercadode2-091230082102-phpapp02&#038;stripped_title=7-desejos-para-o-mercado-de-mdias-sociais-em-2010" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7coisasquedesejoparaomercadode2-091230082102-phpapp02&#038;stripped_title=7-desejos-para-o-mercado-de-mdias-sociais-em-2010" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="500"></embed></object></div>
<p><span id="more-356"></span><br />
<em>Se você estiver vendo isso no e-mail ou por RSS, por favor <a href="http://peixefresco.net/2009/artigo/7-desejos-para-o-mercado-de-midias-sociais-em-2010/" title="7 desejos para o mercado de mídias sociais em 2010"> clique aqui</a> para ver a apresentação!</em></p>
<p><strong>Menos métricas</strong><br />
Que as agências busquem os canais que interessam, não os canais mais fáceis de medir. </p>
<p><strong>Menos Shiny Object Syndrome</strong><br />
Se um blog no blogspot é a melhor solução, ela será usada. Se uma comunidade no Orkut é a melhor solução, ela será usada. Não é porque uma rede nova está na boca dos &#8220;trending topics&#8221; que a sua campanha precisa entrar lá! </p>
<p><strong>Menos panelinha</strong><br />
Redes sociais são feitas de contatos. Se você tem vários amigos em agências, as chances de ser convidado para uma ação são grandes.<br />
Claro, os mais relevantes, com maior audiência, são mais requisitados. Mas que os analistas façam o dever de casa e não convidem blogueiros de tecnologia para falar de maquiagem ou culinária. </p>
<p><strong>Menos mimimi</strong><br />
Está na hora do mercado de mídias sociais brasileiro se profissionalizar, e isso diz respeito tanto às agências quanto aos comunicadores. Chega de discussão sobre post pago, meritocracia, não fui convidado para ação, fui convidado para ação, troco posts por brinde, me ofendi com o valor pago, e etc. </p>
<p><strong>Menos posts, menos twitts, menos exposição</strong><br />
&#8220;Think before you post.&#8221; A única maneira de melhorar a qualidade dos textos e de desenvolver uma web saudável é filtrar melhor o que deve ir ao ar ou não. E gente, sem se expor demais, não? </p>
<p><strong>Menos jeito certo</strong><br />
Internet is for porn? For lolcats? For gamers? Para adolescentes? Para fãs de crepúsculo? Para trolls? Cada site, meio, comunidade ou tribo tem seu próprio estilo, regras e melhores práticas. Chega do &#8220;jeito certo&#8221; imposto para tudo, precisamos de mais auto-moderação.</p>
<p><strong>Menos revoluções de sofá!</strong><br />
Inventar uma tag no twitter não vai mudar o mundo. Projetos ligados ao mundo real, comoo Transparência Hack Day, o VotenaWeb e o TEDxSP é que podem fazer a diferença.</p>
<p><strong>Ótimo 2010!</strong></p>
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		<title>Essa tal de mídia social não é para minha empresa. Mimimi.</title>
		<link>http://peixefresco.net/2009/cotidiano/essa-tal-de-midia-social-nao-e-para-minha-empresa-mimimi/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 16:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Kung-fu]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[Social media]]></category>
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		<description><![CDATA[É verdade, mídias sociais não é mesmo para todo mundo. Se a sua empresa for fantasma, laranja, ou existir apenas para burlar o imposto de renda, não vejo muita utilidade em apontar os holofotes para ela.
Agora, se a sua empresa preencher qualquer um dos itens abaixo, consigo pensar em algumas idéias:
1- Na sua empresa trabalham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/phantagom/3116576942/"><img class="alignleft size-full wp-image-167" style="float:left; margin-right:10px; margin-bottom:10px;" title="shaolin" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/shaolin.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>É verdade, mídias sociais não é mesmo para todo mundo. Se a sua empresa for fantasma, laranja, ou existir apenas para burlar o imposto de renda, não vejo muita utilidade em apontar os holofotes para ela.</p>
<p>Agora, se a sua empresa preencher qualquer um dos itens abaixo, consigo pensar em algumas idéias:</p>
<p>1- Na sua empresa trabalham pessoas?<br />
2- Sua empresa vende para pessoas?<br />
3- Sua empresa lida com pessoas?</p>
<p>Peloamordedeus! Mídias sociais não são <strong>brinquedinhos brilhantes 2.0</strong>, são formas de se relacionar com pessoas. Quer um exemplo matador?</p>
<p><span id="more-165"></span></p>
<h3>A academia de Kung-fu que frequento tem uma <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=53516629">comunidade no orkut</a>.</h3>
<p><em>Tá, e daí? Bando de desocupado. </em></p>
<p><strong>Okey, vamos falar empresariês então. </strong></p>
<p><img alt="" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px;"/>Na comunidade você pode conhecer o seu público. Não somente como as pessoas se comportam na academia, mas seus gostos pessoais, interesses, etc. E usar essa informação para <strong>melhorar o ambiente e aumentar a retenção de usuários</strong>.</p>
<p><img alt="" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px;"/>Os próprios frequentadores podem se conhecer, dialogar. Isso cria um <strong>senso de comunidade</strong> capaz de fazer toda a diferença antes de escolher mudar de academia. É lógico que você prefere aquela que os seus amigos vão.</p>
<p><img alt="" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px;"/>Você não precisa criar um <span style="text-decoration: line-through;">spam do demônio</span> e-mail marketing para divulgar algumas novidades, elaborar pesquisas, etc. Você divulga na comunidade. <strong>A resposta é instantânea e autêntica.</strong> (O tópico &#8220;o que falta na academia?&#8221; é um dos mais robustos. Quer mais gerência voltado ao usuário que isso?)</p>
<p><img alt="" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px;"/><strong>Extras, muitos extras.</strong> Vídeos, técnicas, instruções e golpes sobre kung-fu que não encontram espaço ou tempo na academia. Alguns enviados pelos instrutores, outros pela comunidade. Ahn é, empresariês: Assim você mantém o seu público-alvo sempre interessado no seu produto (o treino), <strong>garantindo o fluxo de caixa.</strong></p>
<p>Agora <strong>chega de mimimi</strong> que mídias sociais é só para os outros, e vamos conversar para ver como isso pode ser útil para a sua empresa.</p>
<p>(Foto: <a href="http://flickr.com/photos/phantagom/3116576942/">Flying Shaolin Kung Fu Monk</a>, por Dennis Kruyt)</p>
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		<title>Alguns pensamentos sobre PR 2.0</title>
		<link>http://peixefresco.net/2009/artigo/alguns-pensamentos-sobre-pr-20/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 00:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos muitos assuntos da minha listinha de coisas que eu tenho para escrever neste blog, há um que tem participado ativamente do meu dia a dia: o tal do PR 2.0, ou Assessoria 2.0, Assessoria para a web,  ou algum outro palavrão relacionado. Então resolvi escrever um pequeno texto com alguns pensamentos comentados sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/purrr/126597849/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/55/126597849_36666f8314.jpg" width="300" height="200" alt="Shiny happy people on Flickr" style="margin-bottom:10px; margin-right:10px; float:left;" /></a>Dos muitos assuntos da minha listinha de coisas que eu tenho para escrever neste blog, há um que tem participado ativamente do meu dia a dia: <a href="http://msoma.wordpress.com/2009/01/13/saiba-porque-adotar-o-pr-20/">o tal do PR 2.0</a>, ou Assessoria 2.0, Assessoria para a web,  ou algum outro palavrão relacionado. Então resolvi escrever um pequeno texto com alguns pensamentos comentados sobre o assunto. Algo bem preliminar, já que daqui até o fundo é um mergulho intenso.</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p><strong>Vamos trabalhar com PR 2.0, o que significa que todo mundo vai escrever SMPR para o nosso SMNR. (?)</strong></p>
<p><strong>Ninguém é obrigado a saber palavrão</strong>. Ainda que termos sejam importantes para o marketing, não machuca ninguém simplificar. Ex: &#8220;<em>Vamos trabalhar com uma nova forma de se fazer assessoria de comunicação. Para isso, usaremos releases em um formato mais dinâmico , que será publicado em nossa página&#8221;.</em> Não há nada errado em chamar &#8220;tag&#8221; de &#8220;palavra-chave&#8221; e &#8220;headline&#8221; de &#8220;manchete&#8221; ou &#8220;título&#8221;. </p>
<p><strong>Um release para a web deve ser um texto de marketing simplificado. </strong><strong>(?)</strong></p>
<p>Eu não sei quem foi o primeiro a chamar o leitor de burro, mas muita gente pensa que um texto de internet deve ser simplificado ao máximo. Besteira! Há sim o conceito importante de <strong>público-alvo</strong>, a partir do qual você pensa no texto. Se o texto é para jornalistas e comunicadores, o título do texto deve chamar a atenção deles. E, principalmente, ser um texto inteligente.</p>
<p><strong>Um texto para a web deve ser multimídia. (?)</strong></p>
<p>Não necessariamente.  A grande vantagem da web é a veiculação de multimídia a custo zero. Então seria o mesmo que usar máquinas coloridas para fazer uma revista em preto e branco. Novamente, o público é rei. Em uma newsletter com dicas de códigos para programadores, talvez um vídeo não chame a menor atenção. Ao mesmo tempo, se o conteúdo é voltado a designers, é suicídio não trabalhar o visual. Já no mundo corporativo, existe um outro fator que chega até a ser esquecido: <strong>multimídia tem um preço</strong>. Se for para encher o texto de &#8220;firula&#8221;, sem algo que realmente acrescente ou contextualize o público, o multimídia sai inutilmente mais caro do que publicar apenas o texto.</p>
<p><strong>Um release para a web deve ter comentários, perfis de Linked-in, flickr, twitter, e todos os canais sociais. </strong><strong>(?)</strong></p>
<p>Existe algo pior do que não inserir canais sociais no seu texto para a web: <strong>criá-los e abandoná-los.</strong> Não basta criar perfis em todas as redes para deixar o seu release mais bonitinho e nunca mais abrir, ou &#8220;perder a senha&#8221;.</p>
<blockquote><p>Communities require gardening, tending and investment of more than just your marketing budget. They take time to show your customers. Por <a href="http://mashable.com/2008/09/29/social-media-consultant/">Alex Hillman</a></p></blockquote>
<p>A partir do momento que os canais sociais fazem parte do dia a dia da comunicação da empresa, inserí-los no release se torna natural. </p>
<p><strong>O PR 2.0 não é mais um caso de &#8220;<a href="http://www.pr-squared.com/2005/09/shiny_object_syndrome.html">Shiny Object Syndrome</a>&#8220;?</strong> </p>
<p><strong>Não.</strong> Porque não se trata de ferramentas, do último &#8220;<strong>release creator 2.0</strong>&#8220;, tampouco de uma rede social que vai revolucionar a comunicação empresarial. Mas sim uma mudança de contexto, de metodologia. Se isso for apenas mais um objeto brilhante da web 2.0, não vai dar certo.  </p>
<h3>Outras coisinhas</h3>
<p>Na semana que vem estarei no<strong> <a href="http://www.campus-party.com.br">Campus Party</a></strong>, todos os dias, o dia inteiro, e gostaria de encontrar gente do meio e leitores desse blog. Se você vai estar por lá, me dê um toque aqui nos comentários ou pelo e-mail contato arroba peixefresco.net. Ou então procure o meu rosto lá pelo estande da <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/">Polvora!</a>.</p>
<p><strong>A tempo:</strong> minha ausência aqui se justifica por eu ter investido o meu tempo no novo visual da revista colaborativa de histórias <a href="http://www.balaiobranco.com.br"><strong>Balaio Branco</strong></a>. Recomendo <strong>muito</strong> a visita!</p>
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		<title>Comunicação nas mídias sociais é escalável?</title>
		<link>http://peixefresco.net/2008/artigo/comunicacao-nas-midias-sociais-e-escalavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 02:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[ Há algum tempo eu proponho aqui neste blog, e em diversas discussões na web e fora dela, as formas de se trabalhar com mídias sociais. Estava pensando se este mundo maravilhoso das mídias sociais, onde o relacionamento empresa-comunidade ocorre sem barreiras com benefícios para todos, não está só na cabeça de alguns comunistinhas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/hand-nor-glove/2241335354/in/set-72157594492864658/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-right-width: 0px" title="Nope, you can't do it like me.Flick" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/escalabilidade.jpg" border="0" alt="Nope, you can't do it like me.Flick" width="300" height="200" align="left" /></a> Há algum tempo eu proponho aqui neste blog, e em diversas discussões na web e fora dela, as formas de se trabalhar com mídias sociais. Estava pensando se este mundo maravilhoso das mídias sociais, onde o relacionamento empresa-comunidade ocorre sem barreiras com benefícios para todos, não está só na cabeça <span style="text-decoration: line-through;">de alguns comunistinhas de corredor</span> deste que aqui escreve.</p>
<p>Partimos do princípio de que relacionamento não é escalável. Se o trabalho nas mídias sociais é P2P (pessoa a pessoa), como é as agências ganham dinheiro sem gastar uma nota em pessoal?</p>
<p><span id="more-109"></span></p>
<p>Não existe verdadeiro relacionamento empresa a empresa. Troque todas as pessoas de uma empresa e vai embora o seu relacionamento.</p>
<p>Outro problema grave é que trabalhos nas mídias sociais consome tempo. Muito tempo. Tome como exemplo os artigos <a href="http://peixefresco.net/category/whadahell-e-social-media/">desta série</a>: criar um blog, pesquisar, atualizar, postar em comunidades, ler outros blogs, comentar, twittar, participar do orkut, descobrir novas mídias, gravar vídeos, gravar podcasts, tirar fotos, elaborar apresentações de slides.</p>
<p><strong>E descansar no sétimo dia, porque segunda-feira começa de novo.</strong></p>
<h4>Muito caro, vou ligar pro Monty Python!*</h4>
<p>Se é necessário pessoal especializado, redes de relacionamento e tempo, PR na web é caro. Por isso vou ligar para aquela agência que me ofereceu um email marketing para milhares de pessoas por um precinho camarada. Faça isso, e assassine o relacionamento de sua empresa. Recebo vários e-mails de agências (principalmente webdesign) oferecendo os serviços… Está escrito que não é spam porque <span style="text-decoration: line-through;">participa de blablabla de markting</span> há um meio de cancelar a assinatura. A questão é: eu não assinei coisa alguma, jamais fiquei sabendo da tal empresa, então <strong>é spam sim senhor!</strong> <strong>E eu jamais contrato serviços de spammers</strong>.</p>
<h4>Como as agências escalam</h4>
<p>Se para fazer um bom trabalho de PR é preciso antes de mais nada um diagnóstico, as agências têm metodologias precisas de mapeamento, que agilizam o trabalho. E graças a sua rede de contatos, consegue mapear os assunto de um determinado mercado para um cliente específico muito mais rápido, desta forma, mais barato.</p>
<p>Depois de algum tempinho de estrada, as agências já possuem um networking tão bem desenvolvido, que muitas vezes o que você está comprando não são os serviços, <strong>mas o relacionamento e a metodologia das agências</strong>. E é claro, a certeza de um bom relacionamento de marca, realizado por profissionais sérios e competentes. (Leia-se não ao spam, não às mentiras em comunidades, sim à transparência. Sempre!)</p>
<h4>Homemade PR</h4>
<p>Relacionamento caseiro. É bom, honesto, e tem aquele cheiro de bolo de chocolate saindo do forno.</p>
<p>Mas demanda uma mão de obra enorme! Viro fã quando as próprias empresas entram nas mídias sociais, abrem blogs, procuram estabelecer um diálogo. Acho que todas as companhias mais cedo ou mais tarde terão de fazer isso. Mas é importante lembrar que para fazer um bom trabalho é preciso diagnóstico, estudar o meio e a cultura das mídias sociais.</p>
<p>Conheço algumas empresas pequenas que são ativas nos meios sociais. Empresas de uma ou duas pessoas com blogs visitados e twitters ativos. É uma iniciativa muito legal, e vou continuar incentivando e dando os meus pitacos aqui neste blog, sugerindo o que eu acho interessante. Mas o trabalho assim não é escalável. E é bem trabalhoso.</p>
<p>Muito executivos simplesmente não têm o tempo hábil que as mídias sociais exige. Eu atualizo este blog enquanto minha namorada rouba o resto do brigadeiro da panela. Alguma hora você tem que escrever. Ler. Twittar. Ou chamar quem entende para fazer isso! <img src='http://peixefresco.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>*Se você não entendeu a piada com o Monty Python, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=anwy2MPT5RE">este link</a> e <a href="http://www.antispam.br/historia/">este link</a> explicam para você. </em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Especialista em mídias sociais existe?</title>
		<link>http://peixefresco.net/2008/artigo/especialista-em-midias-sociais-existe/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Social media]]></category>
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		<description><![CDATA[Não sou o primeiro a dizer que especialista em mídias sociais significa especialista em coisa nenhuma. Esta idéia veio, na verdade, deste artigo escrito por Nathan Burke na Media Bullseye, revista especializa em PR (Relações Públicas) e mídias sociais. 
A idéia não é nova. Jornalistas são famosos por serem especialistas em nada. Como você atua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/dscott28604/2262179542/" title="Whoa, Nessy... by dsjeffries, on Flickr"><img style="float:left; margin-right:10px; margin-bottom:10px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2384/2262179542_5ea8ef7396.jpg" width="300" height="200" alt="Whoa, Nessy..." /></a>Não sou o primeiro a dizer que especialista em mídias sociais significa especialista em coisa nenhuma. Esta idéia veio, na verdade, <a href="http://mediabullseye.com/mb/2008/08/a-social-media-existential-cri.html">deste artigo escrito por </a><span class="byline"><a href="http://mediabullseye.com/mb/2008/08/a-social-media-existential-cri.html">Nathan Burke </a>na Media Bullseye, revista especializa em PR (Relações Públicas) e mídias sociais. </span></p>
<p>A idéia não é nova. Jornalistas são famosos por serem especialistas em nada. Como você atua com um leque de assuntos tão grande, você não se aprofunda. Então, <a href="http://peixefresco.net/2008/whadahell-e-social-media/pequeno-glossrio-de-social-media/">se mídias sociais significam tanta coisa</a>, é impossível que um especialista nisso realmente entenda detalhadamente qualquer coisa.</p>
<p><span id="more-73"></span><br />
<strong>Sim e não.</strong> De certa forma, tal como jornalistas, quem estuda e trabalha com mídias sociais entende sim de comunicação e marketing. Estuda o que querem as empresas, o que querem os blogueiros, o que querem os membros das comunidades. Para então tentar juntar todos estes interesses em algo (<em>comunidade, blog, plataforma</em>) que agrade pelo menos em parte todo mundo.</p>
<h3>Rede social não é veículo!</h3>
<p>O problema é que nós estamos cada vez mais <strong>enxergando as redes sociais como veículo de comunicação</strong>. E não é, como<a href="http://www.ideavertising.com.br/marketing-digital/rede-social-nao-e-veiculo-de-comunicacao.html"> escreveu o Thiago Nascimento no Ideavertising</a>. Redes sociais são canais onde as pessoas dialogam. Fogem dos<a href="http://www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/C/comunicacao_linguistica.htm"> esquemas clássicos de comunicação</a>, porque os receptores não só são emissores como também canal e ruído.</p>
<p>Hoje em dia nossa atenção é seletiva. Não importa o quanto um banner piscar na sua frente, nós desenvolvemos ferramentas de seleção de informação tão avançadas que nem mais enxergamos a publicidade tradicional. Minha mente, por exemplo, já quase nem processa Google ads. Se me perguntarem das páginas que acesso todos os dias, quais têm e quais não têm anúncios, não sei responder. Ver as mídias sociais como se fossem mídias tradicionais é ignorar a atenção seletiva, ou jogar dinheiro no lixo.</p>
<h3>Quer dizer que a mídia social e o mundo corporativo estão longe?</h3>
<p><strong>Sim e não. </strong> (de novo). Apesar de não haver a aproximação ideal, os mundos se cruzam. Um dos exemplos é a grande discussão nas mídias sociais para<a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/02092008-28.shl"> promover a volta do sabor tradicional de Nescau</a>, que de alguma forma atingiu a Nestlé e trouxe o achocolatado de volta.</p>
<p>Mas esta é uma ação no sentido <strong>público &#8211;&gt; empresa</strong>. Um especialista em mídias sociais deve saber trilhar o caminho inverso, ou seja, fazer a empresa dialogar com o público. E pior: não apenas conseguir trazer as pessoas para o site, mas fazê-las interagir.</p>
<h3>Complicado, não?</h3>
<p>Chris Brogan tem uma boa sacada sobre isso: <a href="http://www.chrisbrogan.com/the-importance-of-seeds/">a importância de semear</a>. Significa que não basta criar o ambiente e esperar que as pessoas entrem e se divirtam. Você precisa escrever os primeiros artigos das comunidades, os primeiros comentários, subir os primeiros exemplos. É mostrar um caminho, as possibilidades.  Para que haja um diálogo, alguém precisa falar primeiro.</p>
<p>Eu tenho este problema no site <a href="http://www.balaiobranco.com.br">Balaio Branco</a>. O fórum do site é morto. Eu estou há algum tempo tentando semear, fazer com que as pessoas interajam por lá, mas apenas não funciona. Talvez por falta de volume de público, não sei. Alguém tem alguma idéia?</p>
<p>Voltando: se você planta a semente, e ela brota em algo que realmente acrescenta ao público, há uma grande chance dela começar a crescer por conta própria, pelo boca-a-boca virtual, por posts e comentários em blogs, comunidades, etc.</p>
<p>Como fazer isso? Pergunte a um especialista em mídias sociais&#8230;</p>
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		<title>Twitter for business!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 02:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Whadahell é Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Social media]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[[Whadahell é Social Media? – Parte III]
Neste post pretendo explicar o que é esse tal de twitter que as pessoas falam tanto. Não falam? Nunca ouviu falar? É difícil saber o que as pessoas lá fora comentam quando você vive mergulhado em uma realidade social media. Além disso, também quero dar algumas idéias de como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="Screenshot do meu twitter" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Twitterforbusiness_136F7/twitter_PF.jpg" border="0" alt="Screenshot do meu twitter" width="300" height="200" align="left" />[<a href="http://peixefresco.net/category/whadahell-e-social-media/"><strong>Whadahell é Social Media?</strong></a> – Parte III]</strong></p>
<p>Neste post pretendo explicar o que é esse tal de <a href="http://www.twitter.com">twitter</a> que as pessoas falam tanto. Não falam? Nunca ouviu falar? É difícil saber o que as pessoas lá fora comentam quando você vive mergulhado em uma realidade <a href="http://peixefresco.net/2008/whadahell-e-social-media/pequeno-glossrio-de-social-media/">social media</a>. Além disso, também quero dar algumas idéias de como usar o trem nos negócios.</p>
<p>Antes de mais nada, o <a href="http://www.twitter.com">twitter é um site</a>. Ele também é uma rede social, mais uma forma das pessoas se comunicarem. Alguns definem o tal como “microblog”, mas não acho que a definição seja correta. Os propósitos e perfis são diferentes, nem tudo que você manda para a internet é post.</p>
<p><span id="more-69"></span></p>
<h3>Twitter 101</h3>
<p>O twitter funciona assim: depois de fazer um <a href="https://twitter.com/signup">cadastro no site</a>, você tem um campo para responder “o que você está fazendo”.  Mas os usuários vão além e colocam online argumentos, considerações, pensamentos, perguntas e o que vier à mente. Isso em 140 caracteres, nada mais. Essa limitação é a principal característica do serviço: mensagens rápidas, curtas, e antes de mais nada, <strong>efêmeras</strong>.</p>
<p>Bom, eu mando mensagem, e aí? Como eu disse, ele é uma rede social. Eu tenho perfil no twitter, as pessoas podem me “seguir”. Quem me seguir recebe na sua página inicial todas as mensagens que eu mandar. Eu também sigo algumas pessoas, então eu recebo as mensagens que elas mandam. Existe também uma forma de diálogo mais direta, mandando mensagens para @nomedousuário.</p>
<h3>Entendi como funciona o sistema. Mas pra que serve?</h3>
<p>Ele é uma rede social, não? Então ele serve para manter contato e conversar com as pessoas. Só isso? Só. <strong>Precisa mais?</strong> Então aqui vai um dos melhores vídeos que explicam o serviço: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=RYBMlGNrNh0">Twitter in Plain English</a>.</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f15cc17f-f0d4-46ba-bd88-088ae1ff89d3" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">
<div id="1b6361e2-3edd-4892-a263-ec61c199b8a8" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;">
<div><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RYBMlGNrNh0&amp;hl=en&amp;fs=1" target="_new"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Twitterforbusiness_136F7/videodfff3ed1dbd5.jpg" alt="" /></a></div>
</div>
</div>
<p>O <a href="http://blog.markun.com.br/">Markun</a> uma vez definiu o twitter como um <a href="http://blog.markun.com.br/post/twitter-no-rodaviva">rádio amador ubiquo</a>. As pessoas enviam e recebem mensagens ao mesmo tempo e a esmo. Eu prefiro a definição do <a href="http://techbits.com.br/">Fugita</a>: conversa de bar, com Instant-Messenger, com microblog.</p>
<p>Quando você entra no twitter, ele não tem graça nenhuma. É só um monte de gente falando sobre várias coisas aletórias, que não interessam a ninguém. Mas como em um bar lotado, tem um monte de gente falando um monte de besteira. A coisa fica divertida depois que você começa a <span style="text-decoration: line-through;">beber pra valer</span> interagir com as pessoas, dialogar. Seguir e ser seguido. Não precisa virar pastor, uma pequena comunidade ao seu redor já começa a dar algum sabor. O pessoal lá do meu trabalho está entrando no twitter aos poucos. E vão entrando primeiro na conversa com os colegas de trabalho.</p>
<p>As possibilidades do twitter são diversas, e há inúmeros artigos que falam de tudo sobre o assunto. Esse é só um post inicial, mergulhar o pezinho, não cair de cabeça. A propósito, se alguém quiser me adicionar no twitter, o link é <a href="http://twitter.com/rodrigovk">este aqui</a>!</p>
<h3>Você disse que esse treco serve pra negócios?</h3>
<p>Como <a href="http://msoma.wordpress.com/">meu diretor</a> adora dizer: o mundo é feito de pessoas. Então, se você vai fazer comunicação corporativa, de uma forma ou de outra você vai acabar falando P2P (Pessoa para pessoa). Peraê não é exatamente isso que ele diz… Enfim, vocês entenderam.</p>
<p>Importante: O twitter é feito para as pessoas se comunicarem. E não para empresas fazerem divulgação de coisa nenhuma. Entenderam a diferença? Então releia, respire fundo, e releia. Absorveu agora?</p>
<p>Isso não significa que ele não possa ser usado para negócios. Basta que as mensagens lá estabeleçam um diálogo com as pessoas. <strong>Divulgar coisa ou outra pode.</strong> Principalmente porque no twitter segue quem quer. Mas uma estratégia de comunicação muito mais interessante é <strong>abrir mais um canal de comunicação</strong>. Abaixo eu listo algumas idéias sobre o quê uma empresa pode fazer no twitter. Essa lista é pequena comparada com a do <a href="http://www.chrisbrogan.com/50-ideas-on-using-twitter-for-business/">Chris Brogan (leitura obrigatória)</a>, mas é mais voltada à minha realidade (e tempo para escrever este post).</p>
<p><strong>Endomarketing</strong></p>
<ul>
<li>Parabenize os aniversariantes do dia.</li>
<li>Parabenize os colaboradores por bons resultados.</li>
<li>Comemore atingimento de metas ou milestones.</li>
<li>Estimule comentários sobre o happy hour ou festa da empresa.</li>
<li>Crie “teasers” com informações sobre eventos internos que acontecerão.</li>
<li>Comente sobre fatos relevantes à empresa.</li>
</ul>
<p><strong>Relacionamento</strong></p>
<ul>
<li>Pergunte a opinião sobre produto / evento.</li>
<li>Divulgue eventos externos.</li>
<li>Divulgue informações relevantes para o seu mercado. (Não necessariamente sobre a sua empresa).</li>
<li>Promova o bom trabalho de outros também! (Parceiros, colegas, funcionários, etc.)</li>
<li>Dialogue! Responda às perguntas dos outros, e comente sobre o que eles dizem. (Isso é particularmente interessante se os outros estão comentando sobre o seu mercado ou sobre assuntos que dizem respeito à sua empresa.)</li>
<li>Chame a atenção para certos fatos interessantes ou relevantes do dia a dia da empresa.</li>
<li>Facilite o trabalho do RH. Mostre como a sua empresa é a mais legal do mercado, e que mais valoriza seus funcionários.</li>
<li>Anuncie o fim do mundo devido ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Colisor_de_H%C3%A1drons">Grande Colisor de Hádrons</a> (ok, essa foi brincadeira.)</li>
</ul>
<p>Enfim, não existe regra fixa sobre o assunto, cada empresa tem um perfil, cada uma teria que encontrar seu próprio caminho. Embora seja uma rede social, voltada para o diálogo entre as pessoas, <strong>é uma rede de “opt-in e opt-out”, </strong>ou seja: cada um recebe o que quer. E deixa de receber na hora que quiser.</p>
<h3>Se você pular eu pulo!</h3>
<p>Não conheço muitas empresas que usam o twitter de uma forma inteligente. Fazendo propaganda da casa, poderia citar a <a href="http://twitter.com/polvora">Polvora</a> ou o  <a href="http://twitter.com/planetadatasul">PlanetaDatasul</a>. Ou então o arroz de festa deste blog, o <a href="http://twitter.com/marcamaria">.marcamaria</a>. Se você conhece mais bons exemplos, ou melhor, quiser divulgar o twitter da sua empresa, deixe um comentário aqui embaixo! Ficarei feliz de conhecer o seu trabalho!</p>
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		<title>Padre Social Media</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 01:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[crhis brogan]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>
		<category><![CDATA[padre]]></category>
		<category><![CDATA[Social media]]></category>
		<category><![CDATA[social media pastor]]></category>

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		<description><![CDATA[ (Esta história é de autoria do Chris Brogan, eu apenas traduzi aqui por achar relevante. É uma amostra das infinitas possibilidades das mídias sociais.)
Emilio acorda às seis e liga a cafeteira. Seu leitor de RSS tem vários feeds não lidos, além de uma assinatura de “Bíblia em um ano”, que envia atualizações diárias. Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.sxc.hu/photo/1060017"><img title="Church of Brasilia, por Fernando Cruz" style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="200" alt="Church of Brasilia, por Fernando Cruz" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/16dd9f1314f8_127A1/socialmediapastor.jpg" width="300" align="left" border="0" /></a> (Esta história é de autoria do <a href="http://www.chrisbrogan.com">Chris Brogan</a>, eu apenas traduzi aqui por achar relevante. É uma amostra das infinitas possibilidades das mídias sociais.)</em></p>
<p>Emilio acorda às seis e liga a cafeteira. Seu leitor de RSS tem vários feeds não lidos, além de uma assinatura de “Bíblia em um ano”, que envia atualizações diárias. Hoje nem é mais estranho ler a bíblia pelo leitor de RSS. É apenas um outro modo de ler a Palavra. Emílio está pensando em enviar atualizações para a comunidade, sobre problemas específicos de sua congregação.</p>
<p>Emílio mantém um blog pessoal com reflexões, além de um site para a Igreja. Recentemente ele adicionou uma seção usando o <a href="http://www.ustream.tv">UStream.tv</a>, passando sermões ao vivo. Não que todos os fiéis possuam banda larga, mas se isso oferece uma maneira alternativa de reunir a comunidade para ouvir o Senhor, mesmo para quem não consegue ir à igreja, vale a tentativa. </p>
<p> <span id="more-68"></span>
<p>Outras igrejas têm colocado sermões e eventos no Youtube e no <a href="http://www.godtube.com">GodTube</a>. Emílio encontra sempre novas idéias para usar em seus prórios, ou ao menos dicas e pontos de vista, somando assim à sabedoria de outros.</p>
<p>Alguns fiéis de sua comunidade online estão inovando, como discutindo o sermão pelo Twitter. Outros ainda estão divididos sobre levar a tecnologia à Igreja. Algumas delas têm até presença em mundos virtuais como Second Life. Há um equilíbrio entre as opiniões discordantes. Você ainda é parte da comunidade quando ela só existe virtualmente? Deus escuta as preces criadas em pixels?&#160; Emílio se inclina para o sim, mas sabe que outros não são tão compreensivos. </p>
<p>Ele conhece os desafios gigantes em se levar a religião para as mídias sociais. Ele leu o livro UNCHRISTIAN, de David Kinnamon, que fala sobre o que os outros pensam do cristianismo: antihomossexual, protecionista, político e hipócrita. Emílio sente que há um risco em se levar alguns assuntos ao mundo online, onde parte do contexto se perde. </p>
<p>Ele trocou de celular recentemente, agora pode receber e-mails das pessoas com dúvidas, além de receber mensagens de texto dos fiéis precisando de um conselho em um momento difícil. Ele também o usa para tirar fotos e compartilhar com a comunidade. Como visita muitos hospitais, ele aproveita para gravar mensagens dos doentes para suas famílias.</p>
<p>Isso não significa que Emílio abandonou suas atividades locais, ainda há muito trabalho face a face. Mas por meio da internet o padre atingiu uma comunidade bem maior que sua congregação. Ele tem amizades em todo o mundo, e entende os vôos mais altos que as pessoas têm alçado explorando blogs e outras mídias online.</p>
<p>Com tanto a fazer, Emílio está contente com os primeiros passos, e está ansioso para novos e respeitosos novos contatos.</p>
<p><em>(Esta história é fictícia. Alguém conhece um padre assim? Eu não, mas poderia imaginar alguém como Padre Beto, de Bauru, que tem um programa na rádio e uma <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1116771">comunidade no Orkut</a> com quase mil membros.)</em></p>
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		<title>Links de Quinta #03</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 00:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links de Quinta]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[ O terceiro Links de Quinta, que provavelmente se tornará quinzenal e não semanal, traz um ótimo artigo de Todd Defren sobre como alcançar a luz na mídia social: não vá com muita sede ao pote! Traz um artigo que pretende levantar hipóteses sobre o cenário das empresas que trabalharão comunicação corporativa na internet daqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sxc.hu/photo/234059" title="Playing with lights, de Jesper Noer (sxc.hu)"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/LinksdeQuinta03_13C44/linksquinta3_luzes2.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px" alt="Playing with lights, de Jesper Noer (sxc.hu)" align="left" border="0" height="225" width="300" /></a> O terceiro Links de Quinta, que provavelmente se tornará quinzenal e não semanal, traz um ótimo artigo de Todd Defren sobre <strong>como alcançar a luz na mídia social</strong>: não vá com muita sede ao pote! Traz um artigo que pretende <strong>levantar</strong> <strong>hipóteses sobre o cenário</strong> <strong>das empresas que trabalharão comunicação corporativa na internet</strong> daqui a alguns anos, um comentário de Tom Murpy sobre a nossa presunção de acharmos que <strong>sabemos de tudo e os clientes de nada</strong>, e por fim alguns cálculos muito interessantes de quanto custaria <strong>&#8216;comprar&#8217; os blogueiros da Campus Party</strong>. Espero que aprendam tanto quanto eu!</p>
<p><span id="more-18"></span></p>
<p><a href="http://www.pr-squared.com/2008/02/prsquareds_social_media_tactic_5.html" title="PR-Squared's Social Media Tactics Series: Making an Entrance in Social Media"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px" />PR-Squared&#8217;s Social Media Tactics Series: Making an Entrance in Social Media</a> &#8211; Todd Defren dá uma verdadeira aula de como uma companhia pode começar a molhar os pés na mídia social. Ao invés de alardear a sua vinda, como alguém que chega em uma festa querendo ser o centro das atenções, o importante é ouvir, pesquisar, e descobrir como a empresa pode agregar valor àquela comunidade, sem esperar um retorno imediato.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/02/13/futuro-promete-so-nao-se-sabe-exatamente-o-que/" title="Futuro promete, só não se sabe exatamente o quê"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px" />Futuro promete, só não se sabe exatamente o quê</a> &#8211; Marcelo Morem traz alguns comentários e expeculações sobre o futuro da comunicação corporativa na internet. Se são agências internacionais, locais, voltadas à publicidade, ou à tecnologia, ainda não é possível saber.</p>
<blockquote><p>Os autores holandeses, maiores referências nesta disciplina, dizem para nos prepararmos para cenários que são híbridos de dois ou mais cenários “exatos” que previmos. Eles dizem também que devemos especular o maior número de cenários possível. Isso não garante o aumento da probabilidade de acertarmos em um ou outro. Mas nos dá maiores possibilidades de minimizar as ameaças e aproveitar as oportunidades que venham surgir.</p></blockquote>
<p><a href="http://tpemurphy.com/blog/?p=203"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px" />They just don’t get it… or is it me? </a>- Tom Murphy comenta genialmente uma das frases mais anunciadas por quem trabalha com tecnologias novas: &#8220;<strong>eles simplesmente não entendem</strong>!&#8221; Seu argumento é: uma vez que para o mesmo fato existirão infinitas interpretações possíveis, é presunção demais acreditar em uma única solução possível, um santo graal que só você detem.</p>
<blockquote><p>With some specialist exceptions, good and effective communication requires us to work with traditional and online media, traditional and online channels and traditional and online tools.</p></blockquote>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/02/14/campus-party-junte-varios-blogs-e-monte-uma-editora/" title="Campus Party: junte blogs e monte uma editora"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" style="margin: 0px 2px 0px 0px" />Campus Party: junte blogs e monte uma editora</a> &#8211; Ricardo Cavallini faz a seguinte analogia: junte a mídia informal do blogcamp no <a href="http://www.campus-party.com.br/">Campus Party</a>, em torno de 170 blogueiros. Você termina com um público provavelmente tão grande quanto a atingida por jornais e revistas brasileiras juntos. Agora pense em contratá-los:  segundo os cálculos dele, é possível a compra por apenas 15 milhões de reais e mais 8 milhões anuais para manter.</p>
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