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	<title>Peixe Fresco - Mídias Sociais &#187; publicidade</title>
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	<description>Debatendo para tentar explicar e descobrir o que é a tal das mídias sociais</description>
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		<title>[InterCon09] A publicidade e o marketing nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Intercon]]></category>
		<category><![CDATA[Intercon09]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A info-obesidade e os atuais desafios da publicidade &#8211; Michel Lent
A partir desse ponto, as abordagem se tornaram menos teóricas e mais práticas:
Quando é muito fácil para todo mundo se locomover de carro, temos engarrafamentos. Quando é muito fácil para todo mundo publicar na web, temos sobrecarga. A era da info-obesidade se trata de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2009/11/Intercon_Lent.jpg" alt="Intercon_Lent" title="Intercon_Lent" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-329" /><strong>A info-obesidade e os atuais desafios da publicidade</strong> &#8211; <strong><a href="http://www.viuisso.com.br/">Michel Lent</a></strong></p>
<p>A partir desse ponto, as abordagem se tornaram menos teóricas e mais práticas:</p>
<blockquote><p>Quando é muito fácil para todo mundo se locomover de carro, temos engarrafamentos. Quando é muito fácil para todo mundo publicar na web, temos sobrecarga. A era da info-obesidade se trata de um exagero de formatos, aliada à simplicidade de publicação. Sobrecarga de Informação é a falha do filtro, que antes era econômico, político ou social. </p></blockquote>
<p><span id="more-324"></span></p>
<blockquote><p>Se temos abundância de conteúdo e escassez de tempo, a descoberta do pré-sal da publicidade é a descoberta do tempo de espera do metrô, ônibus, e assim por diante. O valor não está mais na simples oferta de informação. O valor está em oferecer aquilo que justifique um pedaço do nosso tempo. </p></blockquote>
<p>Essa é uma questão controversa. Ao mesmo tempo que é bom termos entretenimento em nossos momentos de tédio, como filas de espera ou viagens, até que ponto podemos aguentar publicitários socando anúncios na nossa cara, até mesmo no banheiro? Lent cita o bom caso da Nike + Ipod, em que oferecem um serviço de grande valor, enquanto as marcas continuam ali, apenas existindo. </p>
<p>A saída é por aí. Se quer anunciar, construa algo que realmente faça bom uso do meu tempo.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2446522"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/mlent68/a-infoobesidade-e-os-atuais-desafios-da-publicidade" title="a info-obesidade e os atuais desafios da publicidade">a info-obesidade e os atuais desafios da publicidade</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=091107intercon-091107145349-phpapp02&#038;stripped_title=a-infoobesidade-e-os-atuais-desafios-da-publicidade" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=091107intercon-091107145349-phpapp02&#038;stripped_title=a-infoobesidade-e-os-atuais-desafios-da-publicidade" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object></div>
<p>(<em>A foto do Michel Lent é de <a href="http://www.flickr.com/photos/14945030@N08/4092639463/">luis.leao</a></em>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A Nova Era da Comunicação</strong> &#8211; <strong><a href="http://twitter.com/suapelbaum">Suzana Apelbaum</a></strong></h3>
<p>Suzana abriu sua palestra levantando a bola de que hoje nem sempre os grandes prêmios na área de publicidade vão para as agências especializadas no assunto, usando este argumento para falar de &#8220;transmídia&#8221;.</p>
<blockquote><p>
Quando você cria uma campanha, ela começa no plano proprietário e se torna transviada, travestida de outras coisas, ou até mesmo orgânica. E quando cai na rede e é remixada, com permissão ou não. A propaganda evoluiu.</p></blockquote>
<blockquote><p>Mas nem tudo são flores. Há efeitos colaterais, como deslumbramento, paranóia e uber repercussão. O deslumbramento é perigoso, nem sempre existe tal retorno para os clientes.    Paranóia em medir resultados também é um tiro no pé, até que ponto os números refletem realmente o sucesso da campanha? Uma repercussão muito maior do que a planejada também aumenta os riscos. Ou pior, imagine se nem foi planejada, como o caso da Uniban.</p></blockquote>
<p>Na era do &#8220;we media&#8221;, ninguém pode mais delimitar espaços muito definidos para qualquer campanha.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Microsoft quer ser cool</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 19:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[usuário]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[ Vi recentemente no Brainstorm #9 que a Microsoft contratou  Alex Boguski e sua agência a Crispin Porter + Bogusky, cuja missão vai além do reposicionamento de marca. Trata-se de apagar boa parte do histórico de bugs e de ferrenhas brigas contra os usuários, para transformar a Microsoft em uma empresa legal, como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/yggg/286656782/"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Microsoftquesercool_D8B1/microsoft.jpg" title="Por China guccio (flickr)" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 10px 0px" alt="Por China guccio (flickr)" align="left" border="0" height="200" width="300" /></a> Vi recentemente no <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/05/16/alex-bogusky-e-sua-missao-de-300-milhoes-de-dolares-tornar-a-microsoft-cool/">Brainstorm #9</a> que a Microsoft contratou  Alex Boguski e sua agência a <strong>Crispin Porter + Bogusky</strong>, cuja missão vai além do reposicionamento de marca. Trata-se de apagar boa parte do histórico de bugs e de ferrenhas brigas contra os usuários, para <strong>transformar a Microsoft em uma empresa legal</strong>, como a Apple ou o Google. Ahn, e sem utilizar um desneuralizador do MIB.</p>
<p>Em primeiro lugar, <strong>a Microsoft não é o grande império do mal.</strong> Mas curiosamente é essa a imagem que predomina no imaginário popular, inclusive acreditei nisso por um tempo. A Microsoft é uma empresa, líder no mercado de sistemas operacionais, que utiliza de estratégias de marketing, vendas e administração para se manter no topo,<strong> assim como praticamente todas as empresas</strong>. (Alguém lembra do caso Coca-Cola X Dolly? Por quê a Coca-Cola não é a vilã do mundo?)</p>
<p><span id="more-42"></span></p>
<p>Essa situação me lembrou de um dos problemas do executivo moderno, <strong>apelidado de &#8220;Google Problem&#8221;.</strong> Acontece quando ao digitar o nome da empresa no buscador, <strong>voltam além do site oficial, uma dúzia de outros sites e blogs reclamando do serviço da empresa</strong>. Muitas vezes, <strong>não é um problema de marketing, mas de atendimento ao consumidor.</strong> Se você quer que a internet fale bem de sua empresa, você tem que fazer por merecer. É o caso da Disney, <a href="http://escaravelhoandarilho.wordpress.com/2008/05/17/uma-carta-para-a-disney/">nesta situação</a>, ou da empresa de um amigo meu, a <a href="http://marcamaria.com">.marcamaria</a>, que está no começo e já tem como<strong> prioridade a interação empresa-usuário.</strong></p>
<p>Voltando à Microsoft: é muito importante considerar que a empresa na verdade é formada por<strong> muitas equipes com bastante autonomia para tomar decisões</strong>. Por isso mesmo ela acumula alguns acertos e erros. O Windows Vista não pegou<strong>. Já os serviços Live cresceram bastante,</strong> eu mesmo uso muito o msn, e atualizo este blog com o <a href="http://windowslivewriter.spaces.live.com">Live Writer</a>, software que me impressionou pela simplicidade. O <a href="http://www.myspace.com/eueabanda">Myspace</a> se tornou ponto de parada obrigatória às bandas e cantores. E o Xbox 360 tem uma rede interligada de fãs.</p>
<p>Essas digressões têm uma explicação. Apesar de eu ser um profissional de comunicação,<strong> nunca acreditei que a assessoria e o marketing são capazes de resolver todos os problemas de uma empresa</strong>. Empresas de sucesso que são queridas por seu público o são pelo conjunto comunicação + serviços de qualidade + atendimento ao consumidor, não necessariamente nessa ordem.</p>
<p>Outro ponto importante: <strong>acredito que as pessoas odeiam a microsoft porque dependem dela</strong>. Como grande parte das pessoas utilizam o windows como sistema operacional, e o  MS Office para planilhas e textos, a instabilidade destes serviços têm repercussões muito maiores do que um bug em um jogo, por exemplo. A contradição deste argumento é que hoje em dia estamos cada vez mais dependentes dos serviços do Google, enquanto ele é cada vez mais adorado.</p>
<p>Acho que a chave nesta questão não é o marketing,<strong> mas o desenvolvimento voltado para o usuário</strong>, ou ergonomia, discussão muito interessante levantada pelo <a href="http://datasul.socialmediaclub.com.br/ergonomia-em-software/">blog do Jorge Steffens</a>, CEO da Datasul. É basicamente no que a <a href="http://davefleet.com/2008/05/why-apple-doesnt-need-social-media/">Apple</a> e o Google levam vantagem: <strong>produtos de qualidade e interfaces extremamente simples</strong>.</p>
<p>Para quem quer se aprofundar neste assunto, existe um ótimo livro chamado <strong>Caindo na Real</strong>, escrito pelos criadores da empresa <a href="http://www.37signals.com/">37signals</a>. O livro inteiro você lê em português na internet, <a href="http://gettingreal.37signals.com/GR_por.php">neste link</a>.</p>
<p>Uma parte do sucesso da empresa está no marketing, na assessoria de comunicação,<strong> em contratar o Rodrigo van Kampen para gerenciar o conteúdo web</strong>. (Brincadeirinha). Mas é preciso investir pesado <strong>na parte de deixar os consumidores satisfeitos com os produtos</strong>. Por exemplo, comprei no ano passado caixas de som da marca <a href="http://www.edifier.com.br/main/index.php">Edifier</a>. Nunca tinha ouvido falar, nem visto um anúncio sequer. Quando entrei nos fóruns para saber mais sobre elas antes de comprar, só encontrei elogios. E gostei tanto que recomendo a todos que me perguntam. Estou até comentando sobre ela aqui neste blog agora!</p>
<p>Ou seja, <strong>é muito difícil sustentar uma máscara só por meio da publicidade hoje em dia</strong>. As pessoas escreverão sobre o seu produto, escreverão criticando, escreverão elogiando, e escreverão apontando acertos e erros. Por isso cada vez mais os investimentos em comunicação devem lembrar de ouvir os usuários e repassar para a equipe de produção do produto. <strong>Porque um 0800 com telefonistas que não sabem nada de nada e respondem com um código de protocolo não é comunicação com os consumidores</strong>.</p>
<p>A tempo: quando a repórter perguntou para Alex Boguski se ele faria com que os publicitários de sua agência, todos com aplicativos da Apple, usassem os produtos Microsoft, ele respondeu:</p>
<blockquote><p>It&#8217;s not a matter of forcing people. It&#8217;s getting them to want to use it. If you can&#8217;t, you&#8217;re not going to do great advertising.</p></blockquote>
<p><strong>A Microsoft está em boas mãos.</strong></p>
<p><em>Este é um post que ficou na fase de rascunho e ajustes há mais de um mês. Ainda não estou satisfeito, mas resolvi publicá-lo, pois ele estava começando a me assombrar… </em></p>
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