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	<title>Peixe Fresco &#187; PR 2.0</title>
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	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
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		<title>Alguns pensamentos sobre PR 2.0</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 00:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Dos muitos assuntos da minha listinha de coisas que eu tenho para escrever neste blog, há um que tem participado ativamente do meu dia a dia: o tal do PR 2.0, ou Assessoria 2.0, Assessoria para a web, ou algum outro palavrão relacionado. Então resolvi escrever um pequeno texto com alguns pensamentos comentados sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/purrr/126597849/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/55/126597849_36666f8314.jpg" width="300" height="200" alt="Shiny happy people on Flickr" style="margin-bottom:10px; margin-right:10px; float:left;" /></a>Dos muitos assuntos da minha listinha de coisas que eu tenho para escrever neste blog, há um que tem participado ativamente do meu dia a dia: <a href="http://msoma.wordpress.com/2009/01/13/saiba-porque-adotar-o-pr-20/">o tal do PR 2.0</a>, ou Assessoria 2.0, Assessoria para a web,  ou algum outro palavrão relacionado. Então resolvi escrever um pequeno texto com alguns pensamentos comentados sobre o assunto. Algo bem preliminar, já que daqui até o fundo é um mergulho intenso.</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p><strong>Vamos trabalhar com PR 2.0, o que significa que todo mundo vai escrever SMPR para o nosso SMNR. (?)</strong></p>
<p><strong>Ninguém é obrigado a saber palavrão</strong>. Ainda que termos sejam importantes para o marketing, não machuca ninguém simplificar. Ex: &#8220;<em>Vamos trabalhar com uma nova forma de se fazer assessoria de comunicação. Para isso, usaremos releases em um formato mais dinâmico , que será publicado em nossa página&#8221;.</em> Não há nada errado em chamar &#8220;tag&#8221; de &#8220;palavra-chave&#8221; e &#8220;headline&#8221; de &#8220;manchete&#8221; ou &#8220;título&#8221;. </p>
<p><strong>Um release para a web deve ser um texto de marketing simplificado. </strong><strong>(?)</strong></p>
<p>Eu não sei quem foi o primeiro a chamar o leitor de burro, mas muita gente pensa que um texto de internet deve ser simplificado ao máximo. Besteira! Há sim o conceito importante de <strong>público-alvo</strong>, a partir do qual você pensa no texto. Se o texto é para jornalistas e comunicadores, o título do texto deve chamar a atenção deles. E, principalmente, ser um texto inteligente.</p>
<p><strong>Um texto para a web deve ser multimídia. (?)</strong></p>
<p>Não necessariamente.  A grande vantagem da web é a veiculação de multimídia a custo zero. Então seria o mesmo que usar máquinas coloridas para fazer uma revista em preto e branco. Novamente, o público é rei. Em uma newsletter com dicas de códigos para programadores, talvez um vídeo não chame a menor atenção. Ao mesmo tempo, se o conteúdo é voltado a designers, é suicídio não trabalhar o visual. Já no mundo corporativo, existe um outro fator que chega até a ser esquecido: <strong>multimídia tem um preço</strong>. Se for para encher o texto de &#8220;firula&#8221;, sem algo que realmente acrescente ou contextualize o público, o multimídia sai inutilmente mais caro do que publicar apenas o texto.</p>
<p><strong>Um release para a web deve ter comentários, perfis de Linked-in, flickr, twitter, e todos os canais sociais. </strong><strong>(?)</strong></p>
<p>Existe algo pior do que não inserir canais sociais no seu texto para a web: <strong>criá-los e abandoná-los.</strong> Não basta criar perfis em todas as redes para deixar o seu release mais bonitinho e nunca mais abrir, ou &#8220;perder a senha&#8221;.</p>
<blockquote><p>Communities require gardening, tending and investment of more than just your marketing budget. They take time to show your customers. Por <a href="http://mashable.com/2008/09/29/social-media-consultant/">Alex Hillman</a></p></blockquote>
<p>A partir do momento que os canais sociais fazem parte do dia a dia da comunicação da empresa, inserí-los no release se torna natural. </p>
<p><strong>O PR 2.0 não é mais um caso de &#8220;<a href="http://www.pr-squared.com/2005/09/shiny_object_syndrome.html">Shiny Object Syndrome</a>&#8220;?</strong> </p>
<p><strong>Não.</strong> Porque não se trata de ferramentas, do último &#8220;<strong>release creator 2.0</strong>&#8220;, tampouco de uma rede social que vai revolucionar a comunicação empresarial. Mas sim uma mudança de contexto, de metodologia. Se isso for apenas mais um objeto brilhante da web 2.0, não vai dar certo.  </p>
<h3>Outras coisinhas</h3>
<p>Na semana que vem estarei no<strong> <a href="http://www.campus-party.com.br">Campus Party</a></strong>, todos os dias, o dia inteiro, e gostaria de encontrar gente do meio e leitores desse blog. Se você vai estar por lá, me dê um toque aqui nos comentários ou pelo e-mail contato arroba peixefresco.net. Ou então procure o meu rosto lá pelo estande da <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/">Polvora!</a>.</p>
<p><strong>A tempo:</strong> minha ausência aqui se justifica por eu ter investido o meu tempo no novo visual da revista colaborativa de histórias <a href="http://www.balaiobranco.com.br"><strong>Balaio Branco</strong></a>. Recomendo <strong>muito</strong> a visita!</p>
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		<title>Comunicação nas mídias sociais é escalável?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 02:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo eu proponho aqui neste blog, e em diversas discussões na web e fora dela, as formas de se trabalhar com mídias sociais. Estava pensando se este mundo maravilhoso das mídias sociais, onde o relacionamento empresa-comunidade ocorre sem barreiras com benefícios para todos, não está só na cabeça de alguns comunistinhas de corredor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/hand-nor-glove/2241335354/in/set-72157594492864658/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-right-width: 0px" title="Nope, you can't do it like me.Flick" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/escalabilidade.jpg" border="0" alt="Nope, you can't do it like me.Flick" width="300" height="200" align="left" /></a> Há algum tempo eu proponho aqui neste blog, e em diversas discussões na web e fora dela, as formas de se trabalhar com mídias sociais. Estava pensando se este mundo maravilhoso das mídias sociais, onde o relacionamento empresa-comunidade ocorre sem barreiras com benefícios para todos, não está só na cabeça <span style="text-decoration: line-through;">de alguns comunistinhas de corredor</span> deste que aqui escreve.</p>
<p>Partimos do princípio de que relacionamento não é escalável. Se o trabalho nas mídias sociais é P2P (pessoa a pessoa), como é as agências ganham dinheiro sem gastar uma nota em pessoal?</p>
<p><span id="more-109"></span></p>
<p>Não existe verdadeiro relacionamento empresa a empresa. Troque todas as pessoas de uma empresa e vai embora o seu relacionamento.</p>
<p>Outro problema grave é que trabalhos nas mídias sociais consome tempo. Muito tempo. Tome como exemplo os artigos <a href="http://peixefresco.net/category/whadahell-e-social-media/">desta série</a>: criar um blog, pesquisar, atualizar, postar em comunidades, ler outros blogs, comentar, twittar, participar do orkut, descobrir novas mídias, gravar vídeos, gravar podcasts, tirar fotos, elaborar apresentações de slides.</p>
<p><strong>E descansar no sétimo dia, porque segunda-feira começa de novo.</strong></p>
<h4>Muito caro, vou ligar pro Monty Python!*</h4>
<p>Se é necessário pessoal especializado, redes de relacionamento e tempo, PR na web é caro. Por isso vou ligar para aquela agência que me ofereceu um email marketing para milhares de pessoas por um precinho camarada. Faça isso, e assassine o relacionamento de sua empresa. Recebo vários e-mails de agências (principalmente webdesign) oferecendo os serviços… Está escrito que não é spam porque <span style="text-decoration: line-through;">participa de blablabla de markting</span> há um meio de cancelar a assinatura. A questão é: eu não assinei coisa alguma, jamais fiquei sabendo da tal empresa, então <strong>é spam sim senhor!</strong> <strong>E eu jamais contrato serviços de spammers</strong>.</p>
<h4>Como as agências escalam</h4>
<p>Se para fazer um bom trabalho de PR é preciso antes de mais nada um diagnóstico, as agências têm metodologias precisas de mapeamento, que agilizam o trabalho. E graças a sua rede de contatos, consegue mapear os assunto de um determinado mercado para um cliente específico muito mais rápido, desta forma, mais barato.</p>
<p>Depois de algum tempinho de estrada, as agências já possuem um networking tão bem desenvolvido, que muitas vezes o que você está comprando não são os serviços, <strong>mas o relacionamento e a metodologia das agências</strong>. E é claro, a certeza de um bom relacionamento de marca, realizado por profissionais sérios e competentes. (Leia-se não ao spam, não às mentiras em comunidades, sim à transparência. Sempre!)</p>
<h4>Homemade PR</h4>
<p>Relacionamento caseiro. É bom, honesto, e tem aquele cheiro de bolo de chocolate saindo do forno.</p>
<p>Mas demanda uma mão de obra enorme! Viro fã quando as próprias empresas entram nas mídias sociais, abrem blogs, procuram estabelecer um diálogo. Acho que todas as companhias mais cedo ou mais tarde terão de fazer isso. Mas é importante lembrar que para fazer um bom trabalho é preciso diagnóstico, estudar o meio e a cultura das mídias sociais.</p>
<p>Conheço algumas empresas pequenas que são ativas nos meios sociais. Empresas de uma ou duas pessoas com blogs visitados e twitters ativos. É uma iniciativa muito legal, e vou continuar incentivando e dando os meus pitacos aqui neste blog, sugerindo o que eu acho interessante. Mas o trabalho assim não é escalável. E é bem trabalhoso.</p>
<p>Muito executivos simplesmente não têm o tempo hábil que as mídias sociais exige. Eu atualizo este blog enquanto minha namorada rouba o resto do brigadeiro da panela. Alguma hora você tem que escrever. Ler. Twittar. Ou chamar quem entende para fazer isso! <img src='http://peixefresco.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>*Se você não entendeu a piada com o Monty Python, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=anwy2MPT5RE">este link</a> e <a href="http://www.antispam.br/historia/">este link</a> explicam para você. </em></p>
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