05/03/2009 | Cotidiano | Por Rodrigo van Kampen
É verdade, mídias sociais não é mesmo para todo mundo. Se a sua empresa for fantasma, laranja, ou existir apenas para burlar o imposto de renda, não vejo muita utilidade em apontar os holofotes para ela.
Agora, se a sua empresa preencher qualquer um dos itens abaixo, consigo pensar em algumas idéias:
1- Na sua empresa trabalham pessoas?
2- Sua empresa vende para pessoas?
3- Sua empresa lida com pessoas?
Peloamordedeus! Mídias sociais não são brinquedinhos brilhantes 2.0, são formas de se relacionar com pessoas. Quer um exemplo matador?
10/10/2008 | Links de Quinta | Por Rodrigo van Kampen
É engraçado conhecer pessoalmente um colega que você só tem contato pela internet. Você se depara com uma perspectiva diferente, pois a pessoa deixa de ser tornar “um cara com informações e conteúdo interessante” para ser também alguém humano com aspirações e preocupações mundanas. Isso não teria nada a ver com o post de hoje a não ser que o cara escreve o Conteúdo B, blog sobre comunicação e marketing, primeira recomendação de hoje!
Os outros links incluem uma discussão sobre o momento de crise, a mudança no layout do Peixe Fresco, Apresentação sobre empresa 2.0, post sobre orkut e vídeo sobre paixão.
24/09/2008 | Whadahell é Social Media | Por Rodrigo van Kampen
[Whadahell é Social Media? – Parte IV]
Depois do Twitter for business, resolvi continuar a série que busca apresentar as mídias sociais ao mundo corporativo, e pensar no uso do Orkut nos negócios.
Orkut é a maior rede de relacionamento do Brasil. Criado pela Google, é uma rede de comunidades ao redor de diversos temas, que permite que os usuários interajam, troquem mensagens, fotos e recados. Existem diversas outras redes, como por exemplo o Facebook, ou o LinkedIn, cada um com suas especificidades. Escolher em qual atuar depende onde está o seu público-alvo.
06/06/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen
Há uns meses eu li este artigo do Geoff Livingston que tratava sobre usar a internet como ferramenta de recrutamento. Acho que já virou unanimidade utilizar o Google para saber um pouco mais sobre os candidatos em um exame de seleção, principalmente quando a vaga se relaciona com web ou comunicação. Muitas empresas vão além e dão uma vasculhada no Orkut e no Facebook também. Existe um questionamento até que ponto isso é ético.
Não é de hoje que as referências são um bom empurrão (ou então uma muralha, se forem negativas) para arrumar ou mudar de emprego. E os empresários mais espertos sempre deram uma espiada no histórico do candidato, até mesmo ligando para os antigos empregadores. Portanto, uma pesquisa no Google acaba sendo uma atualização ferramental de uma prática antiga
09/04/2008 | Mau exemplo | Por Rodrigo van Kampen
Estou inaugurando agora a seção “mau exemplo” aqui no Peixe Fresco, onde vou trazer exemplos de campanhas de mídia ou de comunicação que deram errado. Como desgraça não tem hora para acontecer, esta sessão não terá uma frequência definida. Vou tentar também não citar em meus posts o nome da empresa, assim como faz o Eduardo Vasques no Pérolas, vou substituir por nomes de peixe. Mas não vou me preocupar se os links contém os nomes.
Este tropeço veio da lista “jornalistas da web“, que assino. Você pode ler a história em detalhes neste post, escrito por Milene Gonçalves.
Resumo da ópera:
Apareceu em uma comunidade de RP no orkut uma tal de Raquel, supostamente estudante da Cásper Líbero, se derretendo em elogios ao reposicionamento da Pacu Aviação. Após o início da discussão, um dos usuários pergunta por que Raquel havia postado praticamente a mesma coisa, com algumas alterações, em 75 comunidades de RP, turismo, hotelaria e afins. Caiu a máscara. Se não me engano, muitos dos posts foram apagados, outros não. Também não demorou até encontrarem algumas “amigas” de Raquel continuando a discussão, provavelmente para dar mais naturalidade à coisa.