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	<title>Peixe Fresco - Mídias Sociais &#187; mídia social</title>
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	<description>Debatendo para tentar explicar e descobrir o que é a tal das mídias sociais</description>
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		<title>Comunicação nas mídias sociais é escalável?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 02:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Social media]]></category>

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		<description><![CDATA[ Há algum tempo eu proponho aqui neste blog, e em diversas discussões na web e fora dela, as formas de se trabalhar com mídias sociais. Estava pensando se este mundo maravilhoso das mídias sociais, onde o relacionamento empresa-comunidade ocorre sem barreiras com benefícios para todos, não está só na cabeça de alguns comunistinhas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/hand-nor-glove/2241335354/in/set-72157594492864658/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-right-width: 0px" title="Nope, you can't do it like me.Flick" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/escalabilidade.jpg" border="0" alt="Nope, you can't do it like me.Flick" width="300" height="200" align="left" /></a> Há algum tempo eu proponho aqui neste blog, e em diversas discussões na web e fora dela, as formas de se trabalhar com mídias sociais. Estava pensando se este mundo maravilhoso das mídias sociais, onde o relacionamento empresa-comunidade ocorre sem barreiras com benefícios para todos, não está só na cabeça <span style="text-decoration: line-through;">de alguns comunistinhas de corredor</span> deste que aqui escreve.</p>
<p>Partimos do princípio de que relacionamento não é escalável. Se o trabalho nas mídias sociais é P2P (pessoa a pessoa), como é as agências ganham dinheiro sem gastar uma nota em pessoal?</p>
<p><span id="more-109"></span></p>
<p>Não existe verdadeiro relacionamento empresa a empresa. Troque todas as pessoas de uma empresa e vai embora o seu relacionamento.</p>
<p>Outro problema grave é que trabalhos nas mídias sociais consome tempo. Muito tempo. Tome como exemplo os artigos <a href="http://peixefresco.net/category/whadahell-e-social-media/">desta série</a>: criar um blog, pesquisar, atualizar, postar em comunidades, ler outros blogs, comentar, twittar, participar do orkut, descobrir novas mídias, gravar vídeos, gravar podcasts, tirar fotos, elaborar apresentações de slides.</p>
<p><strong>E descansar no sétimo dia, porque segunda-feira começa de novo.</strong></p>
<h4>Muito caro, vou ligar pro Monty Python!*</h4>
<p>Se é necessário pessoal especializado, redes de relacionamento e tempo, PR na web é caro. Por isso vou ligar para aquela agência que me ofereceu um email marketing para milhares de pessoas por um precinho camarada. Faça isso, e assassine o relacionamento de sua empresa. Recebo vários e-mails de agências (principalmente webdesign) oferecendo os serviços… Está escrito que não é spam porque <span style="text-decoration: line-through;">participa de blablabla de markting</span> há um meio de cancelar a assinatura. A questão é: eu não assinei coisa alguma, jamais fiquei sabendo da tal empresa, então <strong>é spam sim senhor!</strong> <strong>E eu jamais contrato serviços de spammers</strong>.</p>
<h4>Como as agências escalam</h4>
<p>Se para fazer um bom trabalho de PR é preciso antes de mais nada um diagnóstico, as agências têm metodologias precisas de mapeamento, que agilizam o trabalho. E graças a sua rede de contatos, consegue mapear os assunto de um determinado mercado para um cliente específico muito mais rápido, desta forma, mais barato.</p>
<p>Depois de algum tempinho de estrada, as agências já possuem um networking tão bem desenvolvido, que muitas vezes o que você está comprando não são os serviços, <strong>mas o relacionamento e a metodologia das agências</strong>. E é claro, a certeza de um bom relacionamento de marca, realizado por profissionais sérios e competentes. (Leia-se não ao spam, não às mentiras em comunidades, sim à transparência. Sempre!)</p>
<h4>Homemade PR</h4>
<p>Relacionamento caseiro. É bom, honesto, e tem aquele cheiro de bolo de chocolate saindo do forno.</p>
<p>Mas demanda uma mão de obra enorme! Viro fã quando as próprias empresas entram nas mídias sociais, abrem blogs, procuram estabelecer um diálogo. Acho que todas as companhias mais cedo ou mais tarde terão de fazer isso. Mas é importante lembrar que para fazer um bom trabalho é preciso diagnóstico, estudar o meio e a cultura das mídias sociais.</p>
<p>Conheço algumas empresas pequenas que são ativas nos meios sociais. Empresas de uma ou duas pessoas com blogs visitados e twitters ativos. É uma iniciativa muito legal, e vou continuar incentivando e dando os meus pitacos aqui neste blog, sugerindo o que eu acho interessante. Mas o trabalho assim não é escalável. E é bem trabalhoso.</p>
<p>Muito executivos simplesmente não têm o tempo hábil que as mídias sociais exige. Eu atualizo este blog enquanto minha namorada rouba o resto do brigadeiro da panela. Alguma hora você tem que escrever. Ler. Twittar. Ou chamar quem entende para fazer isso! <img src='http://peixefresco.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>*Se você não entendeu a piada com o Monty Python, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=anwy2MPT5RE">este link</a> e <a href="http://www.antispam.br/historia/">este link</a> explicam para você. </em></p>
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		<title>Orkut for business!!!</title>
		<link>http://peixefresco.net/2008/whadahell-e-social-media/orkut-for-business/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 19:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Whadahell é Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>

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		<description><![CDATA[[Whadahell é Social Media? – Parte IV]
Depois do Twitter for business, resolvi continuar a série que busca apresentar as mídias sociais ao mundo corporativo, e pensar no uso do Orkut nos negócios.
Orkut é a maior rede de relacionamento do Brasil. Criado pela Google, é uma rede de comunidades ao redor de diversos temas, que permite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float:left; margin-bottom:10px; margin-right:10px;" title="orkut_pf_mini" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/orkut_pf_mini.jpg" alt="" width="300" height="200" /><strong>[<a href="../category/whadahell-e-social-media/"><strong>Whadahell é Social Media?</strong></a> – Parte IV]</strong></p>
<p>Depois do <a href="http://peixefresco.net/2008/whadahell-e-social-media/twitter-for-business/">Twitter for business</a>, resolvi continuar a série que busca apresentar as mídias sociais ao mundo corporativo, e pensar no uso do <a href="http://www.orkut.com.br">Orkut</a> nos negócios.</p>
<p>Orkut é a maior rede de relacionamento do Brasil. Criado pela Google, é uma rede de comunidades ao redor de diversos temas, que permite que os usuários interajam, troquem mensagens, fotos e recados. Existem diversas outras redes, como por exemplo o <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>, ou o <a href="http://www.linkedin.com/">LinkedIn</a>, cada um com suas especificidades. Escolher em qual atuar depende onde está o seu público-alvo.<br />
<span id="more-81"></span></p>
<h4>Como funciona?</h4>
<p>No orkut, cada usuário tem seu perfil, com informações pessoais, hobbies, gostos, fotos e o que mais ele desejar colocar. Uma vez preenchida esta primeira etapa, é possível adicionar como amigos os perfis de outras pessoas. Assim, aos poucos se forma uma pequena rede ao redor de um usuário, com todos os seus contatos.</p>
<p>A partir daí as principais atividades são: deixar recados nas páginas de amigos e criar e participar de grupos de discussão sobre diversos temas. Nos negócios, esses grupos, ou <strong>comunidades</strong>, é que realmente interessam.</p>
<p>As comunidades podem ser criadas por qualquer usuário sobre qualquer assunto. Por isso há grupos sobre praticamente tudo o que você possa imaginar, desde a reunião da turma de 93 do Colégio Badejo Salgado até <a href="http://www.orkut.com.br/Main#ClickTracker.aspx?sei=CAMQARoMcHNpY2Fuw6FsaXNlIAEo85oDMAI&amp;sig=279c47046762bf59f06334de60e665e2&amp;url=%2FCommunity.aspx%3Fcmm%3D52595&amp;psg=NeXLSSJIx2HOdZKLNVy79RLHmu8%3D">filosofia e psicanálise</a>.</p>
<h4>Orkut é perda de tempo!</h4>
<p>Nem preciso discutir este tema, deixo a cargo do <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/">Inagaki</a>, que já disse tudo <a href="http://www.coworkers.com.br/o-que-e-relevante-e-para-quem-em-midias-sociais/">neste debate:</a></p>
<blockquote><p>Pensar em relevância em mídiais sociais passa obrigatoriamente por buscar compreender qual é o público com o qual você deseja se comunicar. Critica-se muito o Orkut, por exemplo, sob a generalização de que é uma rede social que foi “tomada” de assalto por miguxos ou analfabetos funcionais. Discordo. Não se pode analisar o Orkut sob a ótica de comunidades como “Bata a Cabeça no Teclado Pra Ver o que Sai” ou “As + Gatas do Orkut”, da mesma maneira que um jornalista cometeria um erro crasso se afirmasse que a blogosfera é um apanhado de diarinhos virtuais. Comunidades que criticam serviços de empresas, que congregam colecionadores de vinis raros, que discutem assuntos como cibercultura, liberdade de expressão ou cursos de arqueologia trazem discussões das mais relevantes para os interessados nestes temas.</p></blockquote>
<h4>E interessa &#8220;As + Gatas do Orkut&#8221; para o meu negócio?</h4>
<p>Depende. Se o seu negócio é uma agência de modelos em busca de nichos inexplorados, é um bom ponto de partida.</p>
<p>Mas o orkut é antes uma rede onde as pessoas dialogam sobre inúmeros assuntos. E provavelmente conversam sobre coisas que interessam à sua empresa. Há até uma grande chance de existirem comunidades apenas para falar mal (ou bem, se tiver sorte) da sua empresa.</p>
<p>Sim, as pessoas estão dialogando sobre o seu negócio. E você não está ouvindo. Por isso ele é uma das mais poderosas <strong>ferramentas de diagnóstico</strong> nas mídias sociais.</p>
<h4>Antes de mais nada, saiba ouvir.</h4>
<p><strong>Meu deus, a comunidade &#8220;Eu odeio a Bagre Corp!&#8221; tem milhares de usuários! Preciso ligar para o jurídico! </strong> <span style="text-decoration: line-through;">Palma palma palma, não criemos cânico!</span> O que você precisa agora é respirar fundo, e endender o problema. Muitas das comunidades são completamente abertas, você pode acompanhar as discussões sem precisar fazer parte dela ou se identificar.</p>
<p>Então comece do começo e saiba o quê as pessoas estão falando sobre a sua empresa, e quantos são os consumidores insatisfeitos. Entenda onde está o calcanhar de Aquiles, muitas vezes no atendimento ao consumidor. Descubra se as críticas têm fundamento ou não, talvez realmente exista relacionamento da empresa esteja mal posicionado.</p>
<p><strong>Não responda! </strong></p>
<p>Ou pelo menos, não antes de ler este artigo até o final. Atuar nas mídias sociais exige um certo tipo de preparo da empresa, principalmente dos departamentos de marketing e comunicação. A internet é uma via de mão dupla, então para cada resposta pode haver uma tréplica. <strong>Que pode vir pesada, e agravar bastante o problema</strong> se a comunicação não for acertada. Mirar a marreta em um mosquito, por exemplo, gera resultados catastróficos.</p>
<h4>Atuando no Orkut</h4>
<p>Redes de relacionamentos são formadas por pessoas. Então não crie um perfil para a sua empresa, mas um perfil para uma pessoa da sua empresa. Uma das regras de ouro da social media é ser autêntico. Criar perfis falsos para falar bem da sua empresa é uma estratégia <a href="http://peixefresco.net/2008/mau-exemplo/mau-exemplo-opinies-falsas-no-orkut-queimam-o-filme-de-companhia-area/">compravadamente furada</a>.</p>
<p>Criar uma comunidade oficial da sua empresa é um caminho simples e geralmente bem aceito. Mas é importante estar aberto a ouvir críticas e dialogar com a comunidade, responder às dúvidas e oferecer algo de interessante para os usuários, não apenas mais um canal de propaganda de mão única. Uma comunidade é mais uma forma de interação do público com a empresa, não mais um veículo para publicidade.</p>
<p>Responder em outras comunidades também é possível, desde que de acordo com uma estratégia de comunicação, elaborada com o cuidado de um gerenciamento de crise.</p>
<p><strong>De qualquer modo,  são absolutamente necessárias duas coisas: <a href="http://msoma.wordpress.com/2008/09/19/sem-diagnostico-nao-ha-projeto-entendeu/">diagnóstico</a> e planejamento. Sem isso, é tiro no escuro!</strong></p>
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		<title>Links de Quinta #05</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 02:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links de Quinta]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[blog corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[eu uso a cuca]]></category>
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		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/LinksdeQuinta05_861/links05.jpg" border="0" alt="links05" width="300" height="200" align="left" /> No Links de Quinta de hoje trago <strong>dois bons exemplos nacionais</strong> de como trabalhar uma marca na mídia social, <strong>envolvendo os seus consumidores</strong>: nike e carrefour. Também apresento-lhes uma <strong>nova proposta de trabalho</strong>, no qual os clientes pedem soluções on-line, enquanto os profissionais apresentam as suas, vale a pena conferir. Mário Soma encontrou em sua bola de cristal uma apresentação de slides que mostra <strong>o futuro dos releases</strong>! E já que estamos falando de propostas de mídia social na internet, podemos aprender com o artigo de Scott Monty <strong>como os grandes estão fazendo isso nos EUA</strong>.</p>
<p><span id="more-29"></span></p>
<p><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" alt="" />Nikefutebol/Ronaldo  e Eu uso a Cuca &#8211;  <strong>Dois bons exemplos nacionais</strong> de empresas que estão usando a mídia social para chegar até os seus clientes, de maneira <strong>não invasiva e bastante interativa</strong>. O primeiro é um site criado pela Nike em apoio ao jogador Ronado, para o qual os <strong>fãs podem mandar mensagens</strong> pelo site ou pelo celular, assim como vídeos. A proposta é muito bacana, convidando os fãs a fazerem gols e imitar os gestos do Ronaldo. O segundo é um blog criado pelo Carrefour, que usa o mesmo bordão criado para a publicidade:<strong> &#8220;eu uso a cuca&#8221;.</strong> Apesar de eu achar exagerada a participação da marca &#8216;Carrefour&#8217; no site (com logos e cores, etc),<strong> o conteúdo, que é o mais importante, é muito bom!</strong> Voltado à dona de casa, passa dicas de cozinha, de compras, de limpeza, entre outros, como por exemplo a importância de olhar a data de validade nos rótulos e atentar aos seus direitos do consumidor.</p>
<p>Duas <strong>coisas estranhas</strong> no site &#8220;eu uso a cuca&#8221;: primeiro, que a <strong>letra é muito pequena</strong>, principalmente em consideração ao público-alvo. Muitos amigos meus que lidam com o computador o dia todo se incomodam de ler na tela, acredito que alguém mais velho não deva gostar daquela fonte tão minúscula. <strong>Me parece um deslize meio sério com o público-alvo.</strong> Outra coisa: ele foi produzido pela xlab, empresa que&#8230;? Aí é que está, a xlab, responsável por produzir conteúdo interativo para o Carrefour, não tem site! Apenas um panfleto on-line com telefone e e-mail. Eu sei que santo de casa não faz milagre, mas isso é demais!</p>
<p><em><strong>Atualização: Ao que parece, também existe coisa muito errada neste blog do carrefour. Descobrirei em breve. </strong></em></p>
<p>O do Ronaldo também tem <strong>uma história bem suja por trás,</strong> mas isso vai ficar para outro dia, que <strong>hoje é dia de links</strong>! Continuamos com nossa programação normal:</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/02/26/propaganda-colaborativa-a-publicidade-de-um-jeito-novo/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" alt="" />Propaganda: um modelo novo entre agência e cliente?</a> &#8211; Franco Rosário, empresário por trás da <a href="http://www.sociale.com.br/">Sociale Comunicação</a>,<strong> explica os princípios da Sociale</strong>, um conceito não tão novo, mas agora com uma plataforma própria: os clientes pedem trabalhos no site, or profissionais escolhem os casos, apresentam uma proposta, e o cliente fecha com um dos profissionais. Bastante interessante, ainda mais levando em conta a discussão <a href="http://peixefresco.net/2008/artigo/um-logo-que-pode-ameaar-o-seu-trabalho/">neste último artigo.</a> Precisamos esperar um pouco para ver os resultados da proposta!</p>
<p><a href="http://msoma.wordpress.com/2008/03/06/social-medis-news-release-esse-e-o-futuro/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" alt="" />social media release: esse é o futuro!</a> &#8211; Mário Soma apresenta em seu blog um conceito de <strong>&#8220;news release para o mundo 2.0&#8243;,</strong> algo muito interessante, com propostas muito legais que visam integrar o consumidor daquele release, ou seja, dar ao jornalista métodos e recursos para ter uma visão abrangente do assunto, misturando alguns conceitos muito comuns na mídia social.</p>
<p><a href="http://www.scottmonty.com/2008/03/corporate-blogging-how-pros-do-it.html"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif" alt="" />Corporate Blogging &#8211; How the Pros Do It</a> &#8211; Scott Monty apresenta um artigo um pouco longo, mas muito lúcido, <strong>explicando alguns cases de sucesso de blogs corporativos,</strong> assim como dicas e técnicas de personagens de peso, responsáveis por blogs de empresas como a Dell.</p>
<blockquote><p>You don&#8217;t need a fully-formed answer before you respond to concerns you identify by listening. Just be human and reach out &#8211; think of it as a conversation, where you add incremental value along the way and learn more about the person, the problem and the processes along the way.</p></blockquote>
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