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	<title>Peixe Fresco - Mídias Sociais &#187; internet</title>
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	<description>Debatendo para tentar explicar e descobrir o que é a tal das mídias sociais</description>
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		<title>Fritura Mental 3:  Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[[Parte 1: Sobrecarga  de Informação e Obesidade Mental]
[Parte 2: Agregando  valor na produção de conhecimento]
Notícias, mensagens, twittadas,  vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a ladainha da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim,  amigos, a questão do filtro.

Há dois fitros, sempre: um  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-421" href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/attachment/some_yum/"><img class="alignleft size-full wp-image-421" title="Some_yum por jules_shanghai (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/04/Some_yum.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>[Parte 1: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/">Sobrecarga  de Informação e Obesidade Mental</a>]<br />
[Parte 2: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/">Agregando  valor na produção de conhecimento</a>]</p>
<p>Notícias, mensagens, twittadas,  vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a <a title="ladainha" href="http://icanhascheezburger.com/">ladainha</a> da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim,  amigos, <strong>a questão do filtro</strong>.</p>
<p><span id="more-420"></span></p>
<p>Há dois fitros, sempre: um  interno, o que eu escolho ler, e um externo, o que chega até mim. Como o  interno é individual, vejamos o externo. Uma <a title="pesquisa com os artigos da New York Times mais enviados por  e-mail" href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/science/09tier.html">pesquisa com os artigos da New York Times mais enviados por  e-mail</a> chegou a conclusões bastante interessantes: artigos longos  são mais compartilhados que os curtos, e principalmente, aqueles capazes  de instigar uma alteração na visão de mundo do leitor apareceram com  grande destaque.</p>
<p>É um brilho de lampejo na capacidade do  usuário como responsável pela propagação de conhecimento e sabedoria.  Outra abordagem apela para a coletividade, para a &#8220;<a title="sabedoria das multidões" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">sabedoria das multidões</a>&#8220;. Se  pensarmos nesses modelos surgindo em 2004 com o <a title="Digg" href="http://digg.com/">Digg</a>, a idéia já tem  certa maturidade.</p>
<p>E o mais incrível! O modelo não serve apenas  para espalhar o último vídeo de um <a title="gatinho cantando trololo" href="http://www.youtube.com/watch?v=uqafYTKBpss">gatinho cantando trololo</a> na  internet, também é útil dentro do modelo científico.  O cientista social Cameron Neylon tem uma <a title="ótima apresentação sobre isso" href="http://www.slideshare.net/CameronNeylon/now-about-that-filter">ótima apresentação sobre  isso</a>.</p>
<p>O editor da Wired Steven Johnsons, no mesmo artigo  Snack Culture, contra argumenta que no fim, a informação não está mais  curta, e nem mais fragmentada, <a title="é apenas um erro de percepção" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snacklash.html">é apenas um erro de percepção</a>.  Nós temos mais de tudo, tanto dados fragmentados como de sabedoria e  conteúdo longo.</p>
<h3>Uma grande mesa farta</h3>
<p>Imagine uma  grande festa com uma grande mesa, com todo o tipo de comida possível,  provavelmente saída de um texto de Terry Pratchet ou Douglas Adams.  Agora imagine você na festa, escolhendo o que comer. Você experimenta  ótimas refeições francesas, ou corre para a mesa de doces? De cara algumas conclusões:</p>
<ul>
<li>Haverá  chefs preocupados com a qualidade da comida e doceiras simpáticas.</li>
<li>As  mesas com mais movimento vão sempre chamar mais atenção, gerando ainda  mais movimento.</li>
<li>Você vai acompanhar seus amigos. É improvável  que prefira uma refeição completa enquanto todos eles atacarem os nachos.</li>
<li>Vice-versa.  As refeições que escolher definirão os contatos e amizades que fará na  festa.</li>
</ul>
<p>Com essa metáfora para a internet tento mostrar que  não há conteúdo bom e conteúdo ruim. Nem um jeito certo de consumir as  coisas. Mas há sim, sempre, consequências. É um exercício do poder de  escolha, embora não absoluto, maior que em outros canais como televisão  ou rádio.</p>
<p>Ainda há muito a ser discutido nessa questão.  Obesidade mental é sim um problema sério para o futuro, principalmente  com a educação e as redes se fundindo cada vez mais. Mas o quanto não estaremos entrando na invasão à opção individual ao lutarmos contra? Mas você, o que acha? <strong>Sua mente está  engordando ou ganhando músculos? </strong></p>
<p><small><em>A imagem que ilustra este post é de  <a href="http://www.flickr.com/photos/75304241@N00/343284787/"> jules_shanghai</a>.</em></small></p>
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		<title>Fritura Mental 2: Agregando valor na produção de conhecimento</title>
		<link>http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 19:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental ]
No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver o que é conhecimento, e como ele se forma? Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post A Story Culture, do blog Rands in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-400" href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/attachment/annotated-bookshelf/"><img class="alignleft size-full wp-image-400" title="Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/04/Annotated-Bookshelf.jpg" alt="Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)" width="300" height="200" /></a>[parte 1:<a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/"> Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental</a> ]</p>
<p>No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver <strong>o que é conhecimento, e como ele se forma?</strong> Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post <a id="kqfi" title="A Story Culture" href="http://www.randsinrepose.com/archives/2010/02/08/a_story_culture.html">A Story Culture</a>, do blog Rands in Repose, que se traduz basicamente em:</p>
<p><strong>Dados</strong> &#8211; Material cru, fatos.<br />
<strong>Informação</strong> &#8211; Dados organizados e apresentados por alguém com uma ordem lógica.<br />
<strong>Conhecimento</strong> &#8211; Informação que foi entendida e absorvida. A partir daí a informação começa a ter valor, ainda que como próprio conhecimento.<br />
<strong>Sabedoria</strong> &#8211; Conhecimento integrado e destilado, apreensão e contextualização. A partir desse ponto, não só conhecemos algo muito bem, mas somos capaz de criar e aperfeiçoar o objeto e o conhecimento.</p>
<p><span id="more-398"></span><br />
Traduzindo a pirâmide: juntando, cruzando e destilando dados e informação você consegue gerar conhecimento e sabedoria.</p>
<p>Outra coisa que cabe nesta discussão é o <em>Transmedia Storytelling</em>, de <a title="Henry Jenkins" href="http://culturadaconvergencia.com.br/">Henry Jenkins</a>, conceito criado no livro <em><a id="lwvu" title="A Cultura da Convergência" href="http://portalliteral.terra.com.br/lancamentos/cultura-da-convergencia">A Cultura da Convergência</a></em>, que trata da <strong>narrativa multimeios</strong> e a criação de universos paralelos, muita usada na ficção e publicidade.</p>
<p>Para criar uma narrativa realmente convincente que envolva as pessoas é preciso um universo que se desenrole em diversos meios, online e offline, uma mesma história distribuída em blogs, twitter, outdoors, revistas, cosplayers, teatro, celular, e qualquer outra mídia, criadas parte pelos produtores originais e em parte pelo grande público.</p>
<p>Não se trata da mesma mensagem repetida à exaustão, mas de pequenos fragmentos que se somam para criar uma história maior. Sucessos atuais como a série Lost, filme Batman ou o jogo Mass Effect utilizam muito bem essa técnica, acrescentando diversas dimensões à complexidade na história.</p>
<p>E isso não é nada novo. Star Wars, por exemplo, conta não só com o universo construído, mas em contínua expansão, pelas mãos tanto dos detentores dos direitos autorais quanto por fãs outros.</p>
<h3>Fragmentos são necessários</h3>
<p>Ambos os conceitos apresentados colocam a obesidade mental em cheque: para agregar valor, é condição <em>sine qua non</em> uma quantidade de dados massivos, relevantes ou não. Conhecimento e sabedoria só são obtidos no cruzamento de bastante informação. Assim como para criar um mundo convincente, você precisa de inúmeros elementos que não farão diferença na trama principal.</p>
<p>Se essa hierarquia é triangular, ou seja, não é possível obter sabedoria sem uma boa quantidade de conhecimento, ela pressupõe então uma quantidade monstruosa de dados, de material original, e de snack culture, necessárias para gerar algum valor.</p>
<p>Na semana que vem trago a terceira e última parte. Eu me pergunto: <strong>toda essa sobrecarga de informação é realmente necessária? </strong></p>
<p>[Parte 3:  <a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/">Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</a> ]<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"><br />
</a></p>
<p><small>A foto que ilustra esse post é de <a href="http://www.flickr.com/photos/44124367955@N01/488748172/">jonathanpberger</a>.</small></p>
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		<title>Fritura Mental 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental</title>
		<link>http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 00:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notícias,  mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! Quando parece que a  humanidade endoidou para não parar mais de produzir, surgem termos como information overload. Ou sobrecarga de informação, que se você  ainda não viu, verá.
Sobrecarga é excesso, mantenha isso por  tempo suficiente e você obtém obesidade mental, candidata à próxima  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/44858457@N00/3147785989/"><img class="alignleft size-full wp-image-390" title="Anti advertising por Alejandrooo" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/03/Anti_advertising-por-Alejandrooo.jpg" alt="Anti advertising por Alejandrooo" width="300" height="200" /></a>Notícias,  mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! Quando parece que a  humanidade endoidou para não parar mais de produzir, surgem termos como<em> information overload</em>. Ou sobrecarga de informação, que se você  ainda não viu, verá.</p>
<p>Sobrecarga é excesso, mantenha isso por  tempo suficiente e você obtém obesidade mental, candidata à próxima  doença do século! É uma análise não da quantidade, mas do tipo de  informação consumida. Esquecemos de nos alimentar de informações  saudáveis para manter a mente esbelta e atacamos com os dedos gordos a <strong><a title="snack culture" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snack.html">snack culture</a></strong>, definida em 2007 pela Wired  como a cultura da informação fragmentada em pequenos pedaços  digeríveis.Adoramos uma porçãozinha de batata-frita com bacon!  Preferimos aqueles caracteres rápidos do twitter, o lanchinho de comer  em pé no Orkut. <strong>Quem hoje ainda lê uma refeição completa de 5 páginas?</strong><br />
<span id="more-388"></span></p>
<p>Só  que o &#8220;hoje&#8221; está mal colocado. Vá a qualquer banca e olhe as capas de  revistas e jornais, e me responda se não é o balcão de doces da padaria?  Ou melhor ainda: ligue a TV. O público quer batatas-fritas. E <a title="aqui" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snacktimepopf.html">este infográfico da Wired</a> prova como a  história é velha.</p>
<h3>Nós temos um problema</h3>
<p>Será que temos  mesmo? Algumas pessoas, como <a title="esse cara" href="http://www.slideshare.net/GetGrok/the-next-american-epidemic-mind-obesity-from-getgrokcom">Get Grok</a>, não só acreditam nisso, como  engajaram em uma batalha contra o fim da produção e consumo de toda essa  fritura mental em blogs, twitter, facebook e etc, quase um <a title="Super Size  Me" href="http://www.imdb.com/title/tt0390521/">Super Size Me</a> da web.</p>
<p>Para tentar entender essa  questão de uma maneira lógica, quebrei o artigo em mais duas partes, que  abordam o assunto na produção e no consumo da informação. Na semana que  vem publico a parte 2!</p>
<h3>Debate</h3>
<p>Para encerrar a primeira  parte, proponho aqui um debate, sobre <strong>obesidade mental</strong>. Acha que  temos cada vez mais apelado ao conteúdo fácil, calórico, cada vez mais  abundante, e temos lido menos livros, menos posts longos e técnicos, ou  seja, <strong>consumindo menos refeições ricas em conceitos?</strong></p>
<p>[Parte 2: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/"> Agregando valor na produção de conhecimento</a> ]<br />
[Parte 3:<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"> Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</a> ]<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"><br />
</a></p>
<p><small><em>A imagem que ilustra este post é de <a href="http://www.flickr.com/photos/44858457@N00/3147785989/">Alejandrooo</a>.</em></small></p>
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		<title>Posts pagos, posts publicit&#225;rios e outros nomes da besta</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 01:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ (O título é do André Deak, que estou copiando sem nenhum escrúpulo)
O contexto deste post é um caso recente que não vou repetir integralmente, já que você pode ler aqui, aqui, e em vários outros lugares.
Para poupar o trabalho: Para divulgar um site de apoio a um jogador mais efetivamente, a agência Bagre mandou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.sxc.hu/photo/849462"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Postspagospostspublicitrioseoutrosnomesd_1289C/pf_caveiraaaao.jpg" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" alt="Evil Skull, by kovik      " align="left" border="0" height="310" width="300" /></a> (O título é do </em><a href="http://www.andredeak.com.br/"><em>André Deak</em></a><em>, que estou copiando sem nenhum escrúpulo)</em></p>
<p>O contexto deste post é um caso recente que não vou repetir integralmente, já que você pode ler <a href="http://www.andredeak.com.br/2008/03/05/posts-pagos-posts-publicitarios-e-outros-nomes-da-besta/">aqui</a>, <a href="http://www.futepoca.com.br/2008/02/o-marketing-viral-e-nike.html">aqui</a>, e em vários outros lugares.</p>
<p><strong>Para poupar o trabalho:</strong> Para divulgar um site de apoio a um jogador mais efetivamente, a agência Bagre <strong>mandou uma cartinha</strong> a diversos blogueiros, <strong>que pedia que escrevessem um post</strong> sobre o assunto, em troca de uma &#8216;parceria&#8217;.  Mais adiante explicitava como deveria ser escrito o post.</p>
<p>O início da minha argumentação não poderia ser outro: a <strong>credibilidade</strong>, seja de um blogueiro, jornalista ou político, leva anos para ser construída, e pode ruir num minuto, clichê exemplificado a seguir:</p>
<p><span id="more-30"></span></p>
<p>Alguns blogs que leio publicaram a matéria do site, entrei no link e achei bastante interessante a proposta, tanto que até linkei para vocês. Dias depois, quando li a sujeira toda no blog do André Deak, <strong>me senti enganado</strong>, pois aquilo que li e tomei como uma opinião, um argumento do autor do blog, era na verdade uma &#8216;propaganda&#8217;.</p>
<p>Mas a ação da Bagre<strong> estragou não só a credibilidade dos autores contatados</strong>, mas também de todos os que publicaram sobre o site, pois como a &#8216;blogosfera&#8217; <a href="http://www.interney.net/?p=9761735">raramente cria algo original</a>, o link foi pulando de um lugar para o outro, muitas vezes na inocência de querer compartilhar uma proposta bem bacana. <em>(28.500 citações no Google)</em></p>
<p>Como &#8220;<strong>um blog é escrito por uma pessoa</strong>&#8220;, como destacou o <a href="http://mundesign.org/?p=144">.faso</a>, a figura do autor do blog se torna tão importante quanto o seu conteúdo, e como cada autor é uma marca, ser pego recebendo dinheiro para passar propaganda como conteúdo é uma mancha considerável na identificação do público com a &#8216;marca&#8217;.</p>
<p><strong>O post patrocinado não é algo novo.</strong> Muitos já recebem para isso, embora os valores sejam ainda bem obscuros. Aliás, acredito que o caso da empresa só ganhou popularidade porque faltou dinheiro, já que a <strong>agência nem pagou os blogueiros</strong>, mas apenas propôs &#8216;uma futura parceria&#8217;, sem explicar qualquer coisa a mais. Sem querer arrumar briga, provavemente a história toda só foi divulgada porque mexeu com o ego dos blogueiros sem engordar o seu bolso. <strong>Mais ou menos como pouca propina ofende mais do que quando a bufunfa é gorda. </strong></p>
<p>Até agora não cheguei no cerne da questão. Trabalho com assessoria de imprensa, fazemos divulgação de muita coisa, seja de cunho social, seja de cunho comercial. <strong>O grande problema não foi pedir o link, mas foi tentar comprar a opinião.</strong> Isso sim é errado, vender uma opinião é feio&#8230; Muito feio&#8230;</p>
<p><a href="http://www.sxc.hu/photo/750770"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Postspagospostspublicitrioseoutrosnomesd_1289C/pf_maobiaxo.jpg" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" alt="hands talking, by maare6 " align="left" border="0" height="150" width="200" /></a> Tanto que esta parte merece ser citada na íntegra:</p>
<blockquote><p>O post consiste em redigir um breve texto falando do (&#8230;), suas conquistas no Brasil e no Exterior. O texto deve ser focado no enobrecimento do jogador, que adquiriu, através de suas conquistas, status (&#8230;). Dentro deste texto, ou ao final dele, deve ser inserido o link que dará acesso ao site **** . Procure motivar as pessoas a transmitir força ao jogador, convidando-os a criar um vídeo de comemoração de um gol, fazendo uso da marca registrada, que é o dedo indicador direito erguido [há exemplos no site]. Procure também, enfatizar a opção de enviar mensagens diretamente no portal ou via SMS. O texto deve motivar as pessoas a dar este apoio de uma forma espontânea, fazendo referência à paixão pelo futebol e ao grande jogador.</p></blockquote>
<p><strong>Sem esse parágrafo, não haveria muito por quê criticar a Bagre.</strong> Mas aqui, a partir do momento que ela tenta comprar a opinião do autor do blog, explicando o que ele deve escrever e como, está fazendo o que há de mais sujo na comunicação. (Acontece por aí, acreditem. A empresa onde trabalho editava uma revista, mas a deixou exatamente quando o departamento comercial começou a colocar o dedo nas matérias.)</p>
<p><strong>O que fazer?</strong> Devemos ser puristas e acreditar na linda informação sem rabo preso com ninguém, no jornalismo e no bloguismo independente, longe da publicidade, essa coisa feia que só sabe contaminar a tudo que toca?</p>
<h4>Posts pagos não são ruins. Só precisam ser honestos.</h4>
<p><strong>Repetindo: não há nada de errado em receber para escrever um post.</strong> Jornalistas recebem para escrever matérias, escritores recebem para escrever livros, e ideologia não coloca comida na mesa.</p>
<p>Então a questão é: como fazer?</p>
<p>Esta não é uma receita de bolo, são apenas duas regrinhas que acredito que deixariam um post pago mais honesto tanto para o autor quanto para o leitor.</p>
<p><strong><a href="http://www.sxc.hu/photo/733137"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Postspagospostspublicitrioseoutrosnomesd_1289C/pf_coiiisn.jpg" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" alt="My Two Cents, by claymor " align="left" border="0" height="133" width="200" /></a> 1- Jamais venda a sua opinião.</strong><br />
Uma agência pode pedir um comentário sobre um determinado site, ou então um link, e pagar por isso, nada demais. Mas não podem pedir algo como &#8220;fale bem de determinado assunto, ou fale isso e isso&#8221;. Ou seja, cabe à agência e ao cliente produzir um material de qualidade e pedir uma opinião sincera, se o produto é bom, não há o que temer.</p>
<p><strong>2-  Deixe claro que está ganhando para escrever, e se possível, quanto.</strong><br />
Somente assim você consegue passar um pouco de honestidade ao leitor do blog. Isso não signifca falar bem do assunto, mas apenas dizer algo como &#8220;olha, a Bacalhau me pagou 500 reais para eu trazer essa notícia para vocês. O sabor do peixe é forte, mas seguindo determinadas receitas fica ótimo.&#8221;<br />
O problema disso é que muitas agências não pagam por um post &#8220;identificado&#8221;, mas paciência. Clientes também não gostam daquela faixa de &#8220;informe publicitário&#8221;, mas o que está em jogo é a sua credibilidade, não a deles.</p>
<p>O Fábio Bracht <a href="http://continue.com.br/03/03/2008/generosidade-e-uma-coisa-legal">uma vez ganhou um presentinho</a> de uma loja e publicou um link de agradecimento no Continue. Ele não estava pensando em post patrocinado nem nada disso, mas a forma que ele escreveu, contando o que ganhou, ficou bastante honesta.</p>
<p>Fechando:<strong> posts pagos não são nada demais, são até uma forma bem legal de ganhar dinheiro com blogs</strong>, já que a concorrência é ferrenha, e Google Ads não costuma deixar muita gente milionário. Mas é importante ser honesto consigo mesmo e com o leitor. Além de saudável, é positivo para sua própria credibilidade.</p>
<p>Agora que vocês sabem minha opinião sobre o assunto, ninguém quer colocar um post patrocinado no Peixe Fresco?</p>
<p><em>(atualizado: de acordo com um ajuste de posicionamento deste blog, o nome das agências envolvidas foi ocultado)</em></p>
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		<title>Como sapatos explicam a web</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 03:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[democratização]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>

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		<description><![CDATA[ Este é um artigo que pretende discutir um pouco sobre algumas características dos dias de hoje, quando o Google mostra o caminho para sites que ensinam desde como fazer a barba sem se cortar (dos quais sou grande fã), até como produzir sua própria bomba atômica com alguns cds, uma batata e um microondas.
Primeiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sxc.hu/photo/661285"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-right-width: 0px" height="262" alt="http://www.sxc.hu/photo/661285" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/77sapatoamarelo.jpg" width="300" align="left" border="0"></a> Este é um artigo que pretende discutir um pouco sobre algumas características dos dias de hoje, quando o Google mostra o caminho para sites que ensinam desde como fazer a barba sem se cortar (dos quais sou grande fã), até como produzir sua própria bomba atômica com alguns cds, uma batata e um microondas.</p>
<p>Primeiro, um clichê: <strong>o maior progresso dos dias atuais decorre da democratização do acesso as ferramentas</strong>. Ou seja, todos têm à disposição uma gama de possibilidades infinitas, de descobertas e compartilhamentos. Mas não vou falar em termos complicados como web 2.0, social media, social bookmarking e outros palavrões. </p>
<h3>Vou falar de sapatos! </h3>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/babasteve/6301621/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-right-width: 0px" height="187" alt="Pakistan: Karachi" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/77sapateiro2.jpg" width="200" align="left" border="0"></a> Mas para isso, voltemos para tempos longínquos, quando a revolução industrial ainda nem se esboçava na cabeça dos aldeões, cujas preocupações máximas se estendiam ao jantar e às curvas da vizinha. Naqueles tempos, se você precisasse de um sapato, você procuraria Sir Jones Sapateiro, ele esfregaria&nbsp; as mãos em sua longa barba, mediria o seu pé, e dentro de alguns dias lhe entregaria o seu sapato em troca de um dos porcos de sua criação. </p>
<p>O porco virou dinheiro, as curvas da vizinha ficaram mais caras, e surgiram as fábricas, indústrias, lojas e outras grandes invenções cujo propósito maior foi o de levar Sir Jones Sapateiro à falência. Mas eram tempos prósperos, havia sapatos a todos! Aos ricos, à burguesia, e aos não-tão-pobres! </p>
<p><strong>E o quê sapatos têm a ver com comunicação? Calma, ainda chego lá!</strong></p>
<p><em>Como disse no começo do artigo, o maior progresso dos dias atuais decorre da democr&#8230;&#8230;z z z Z Z Z</em></p>
<p><strong>Enfim, o famigerado advento da internet!</strong></p>
<p style="text-align: center"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="193" alt="777ff-ie" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/777ffie.jpg" width="200" border="0"> </p>
<p>E todo mundo aprendeu a fazer sapatos! Todas as raças de todos os estilos aprenderam a fabricar os seus próprios sapatos, e não somente, mas também produzir, distribuir, vender, dar, fazer o que quiserem com tantos sapatos! E sapatos e mais sapatos e mais sapatos. Dentro destes, toda a sorte: bons, grandes, azuis, pequenos, ruins. </p>
<p><strong>Com tantos calçados à disposição, acontecem três coisas curiosas:</strong> </p>
<p><strong>1-</strong> Alguns ótimos novos sapateiros com um pouco de sorte se destacam na multidão.<br /><strong>2-</strong> As fábricas não desaparecem. Se você precisa de um sapato, provavelmente vai procurá-lo com quem realmente tem experiência no assunto. <br /><strong>3-</strong> Sir Jones Sapateiro, apesar dos 500 anos de idade, volta a fazer sapatos, reaparecido de alguma mistura dos dois itens anteriores. E seus sapatos exclusivos passam a custar uma fortuna!</p>
<h4>Chega de sapatos! Este é um texto sobre informação! </h4>
<p>Voltemos então a um tempo quando nenhum homem sequer sonhava em dar o estranho nome de Gutemberg a um filho seu. </p>
<p><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-right-width: 0px" height="149" alt="777Gutenberg" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/777Gutenberg.jpg" width="116" align="left" border="0">Algumas pessoas tinham informações. Eram poucas, e se não governavam grandes porções de terras, estavam ao lado do dono. <strong>Informação era basicamente poder!</strong></p>
<p>Nasce o tal Johannes Gutemberg, e anos depois os livros passam a ser impressos, nascem os jornais, as revistas, as revistas de fofocas, as revistas pornográficas, e todos podem agora ver as curvas da vizinha de Sir Jones Sapateiro! </p>
<p>E inventou-se a primeira democratização <strike>das curvas da vizinha</strike> da informação! </p>
<p><strong><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 2px 0px; border-right-width: 0px" height="81" alt="777ff-ie" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/777ffie.jpg" width="84" align="left" border="0">E enfim, o famigerado advento da internet!</strong></p>
<p>Agora as pessoas não somente consomem informação, mas a produzem também, as ferramentas se tornam acessíveis, o caos se instaura e o mundo é tomado por <strike>sapatos</strike> informações para todo o lado!</p>
<p><strong>Com tanta informação à disposição, acontecem três coisas curiosas:</strong></p>
<p><strong>1-</strong> Algumas pessoas talentosas se destacam na multidão. <br /><strong>2-</strong> Os jornais e revistas não desaparecem, continuam como uma sólida fonte de informação confiável, em grande parte devido à experiência no assunto.<br /><strong>3-</strong> Em um mundo sedento por dados, as pessoas com informações exclusivas e valiosas se tornam mais poderosas do que nunca!</p>
<h4>Como queríamos demonstrar, informação e sapato é a mesma coisa!</h4>
<p>Agora vejamos por quê você precisa aprender a costurar o couro direito:</p>
<p>Em um mar de sapatos,<strong> o nome do fabricante se torna realmente importante</strong>. Mais do que um atestado de qualidade, estabelece um vínculo que faz você ter certeza de estar comprando realmente um sapato, e não um chinelo revestido. (Branding, alguém?)</p>
<p>Em um mundo que o produtor se torna tão ou mais importante que o produto, <strong>como nós aplicamos isso à mensagem?</strong> Vamos lá, acompanhem o meu raciocínio:</p>
<p>&nbsp;<a href="http://www.sxc.hu/photo/76590"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="109" alt="http://www.sxc.hu/photo/76590" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/77nike2.jpg" width="500" border="0"></a> </p>
<p><strong>1-</strong> Materiais de Ponta<br /><strong>2-</strong> Execução cuidadosa<br /><strong>3-</strong> Acabamento impecável<br /><strong>4-</strong> Hype, mania, fama, popularidade, ou qualquer outro nome que queira colocar aqui. </p>
<p>&nbsp;<a href="http://www.sxc.hu/photo/518690"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="109" alt="http://www.sxc.hu/photo/518690" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/77revistas2.jpg" width="500" border="0"></a> </p>
<p><strong>1-</strong> Fontes confiáveis, diversificadas e seguras<br /><strong>2-</strong> Estilo, execução cuidadosa<br /><strong>3-</strong> Acabamento, layout impecável<br /><strong>4-</strong> Hype, mania, fama, popularidade, ou qualquer outro nome que queira colocar aqui. </p>
<p>Acho que já está bem claro por quê você deve tratar a sua mensagem como um produto. Ele vai refletir a sua origem, e<strong> será a diferença entre ser ou não ser.</strong> </p>
<p><strong>Fácil!</strong> Tão fácil quanto produzir um destes:</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/iirraa/383332508/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="375" alt="http://flickr.com/photos/iirraa/383332508/" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/1df2fb601552_14452/77vouton2.jpg" width="500" border="0"></a></p>
<p><em>Este artigo tem um estilo diferente dos outros do Peixe Fresco, estou testando diferentes formatos, para ver em qual eu escrevo melhor e qual vocês preferem. Por isso gostaria de receber o feedback de vocês: o que acharam? Divertido? Infantil? Preferem os artigos um pouco mais sérios? Enfim! Estou aberto às discussões!</em></p>
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		<title>Links de Quinta #04</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 01:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links de Quinta]]></category>
		<category><![CDATA[influencias]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[second life]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Links de Quinta de hoje traz três artigos relacionados que discutem algumas maneiras de descobrir quem são os blogueiros que estão no topo de determinado assunto, como encontrár-los e também como participar das discussões. Traz &#8220;o que o Second Life nos ensina sobre Marketing&#8220;, escrito por um diretor da Ogivly Londres, que aborda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Chess Pieces 6, de Steve Woods (sxc.hu)" href="http://www.sxc.hu/photo/921524"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 2px 0px; border-right-width: 0px" height="200" alt="Chess Pieces 6, de Steve Woods (sxc.hu)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/LinksdeQuinta04_137F5/pf_top_xess2.jpg" width="300" align="left" border="0"></a> O Links de Quinta de hoje traz três artigos relacionados que discutem algumas maneiras de <strong>descobrir quem são os blogueiros que estão no topo de determinado assunto</strong>, como encontrár-los e também como participar das discussões. Traz &#8220;<strong>o que o Second Life nos ensina sobre Marketing</strong>&#8220;, escrito por um diretor da Ogivly Londres, que aborda o fato de que pouco mudou hoje em dia, as pessoas continuam fazendo o que sempre fizeram: <strong>se comunicando</strong>. Tem um puxão de orelha de Abraham Harrison àqueles que precisam de um pouco de ar fresco e <strong>se esquecem que existe vida fora da internet</strong>, e por fim um pequeno post bastante óbvio, mas ainda assim genial! Infelizmente todos os artigos de hoje estão em inglês, por isso estou procurando fontes em português, <strong>alguém conhece alguma?</strong> </p>
<p><span id="more-24"></span></p>
<p><a title="Comparing Six Ways to Identify Top Blogs in Any Niche" href="http://www.readwriteweb.com/archives/identify_top_blogs.php"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">Comparing Six Ways to Identify Top Blogs in Any Niche</a> &#8211; O artigo de <a href="http://www.readwriteweb.com/about_marshall.php">Marshall Kirkpatrick</a> no <a href="http://www.readwriteweb.com/">Read Write Web</a> levanta <strong>algumas formas de descobrir quem são os blogueiros de maior influência</strong> em determinado meio, utilizando algumas ferramentas gratuitas. </p>
<p><a title="" href="http://www.scottmonty.com/2008/02/this-is-tops.html"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">This is the Tops</a> &#8211; Por coincidência ou não, Scott Monty trouxe o link do <a title="" href="http://alltop.com/">Alltop</a>, um site simples, que pretende funcionar como um <strong>índice para os melhores</strong> blogs e sites sobre determinados assuntos. Vale uma visita!</p>
<p><a title="" href="http://www.livingstonbuzz.com/blog/2008/02/17/where-to-identify-influencers-the-back-channel/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">Where to Identify Influencers: The Back Channel</a> &#8211; Pouco depois, Geoff Livingston publicou no <a title="" href="http://www.livingstonbuzz.com/blog/"></a><a title="" href="http://www.livingstonbuzz.com/blog/">The Buzz Bin</a> um outro artigo que completa os dois acima de maneira magnífica. Depois de descobrir os autores, <strong>corra atrás das comunidades que eles frequentam</strong>, e dos blogs que lêem. E então encontrará o coração da comunidade.</p>
<p><a title="" href="http://interactivemarketingtrends.blogspot.com/2008/02/7-things-second-life-can-teach-us-about.html"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">7 Things Second Life Can Teach Us About Marketing</a> &#8211; Nunca fui fã do Second Life, mas este artigo de Giles Rhys Jones vale a pena ser lido: </p>
<blockquote><p>Firstly there is no such thing as the ‘digital consumer’. There is no great mystery about how they think and what they want. Secondly these consumers are doing exactly what people have been doing for thousands of years – communicating with each other.</p>
</blockquote>
<p><a title="" href="http://marketingconversation.com/2008/02/13/are-we-ourselves-stuck-inside-our-own-walled-garden/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">Are we ourselves stuck inside our own walled garden?</a> &#8211; Artigo obrigatório a todas as pessoas como eu, que desejam mergulhar cada vez mais no mundo colaborativo da internet. Abraham Harrison conta que em palestras, mesmo para jovens, <strong>muitos nunca ouviram falar de twitter</strong>, outros tantos ainda sequer perceberam para quê serve um blog. O homem levou milhões de anos para virar homem. Precisamos lembrar<strong> que não será em dez anos</strong> que trocará a comunicação tradicional pela &#8216;nova&#8217;. </p>
<p><a title="" href="http://chrisbrogan.com/the-difference/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">The Difference</a> &#8211; de Cris Brogan. O artigo é tão simples e direto, que traduzo-o aqui para que aqueles com dificuldade em inglês possam pegar as nuances.</p>
<blockquote><p>Existe uma grande diferença entre:
<ul>
<li>querer clientes mais bem atendidos x querer mais clientes.
<li>provar que os seus funcioários são a sua primeira preocupação x dizer isso.
<li>informar x anunciar.
<li>compartilhar x vender.
<li>falar sobre o futuro x investir nele.
<li>dizer x fazer.
<li>ser a a mundança que você quer no mundo x xingar o que ainda não mudou.&nbsp;
<li>ajudar x assistir.
<li>construir uma comunidade x buscar um mercado. </li>
</ul>
<p>Mas você sabe tudo isso. Certo?</p>
</blockquote>
<p>Hoje há um excesso de links em inglês. Isso porque tenho lido muito conteúdo americano sobre o assunto, estou com dificuldade em encontrar blogs brasileiros que falem de comunicação corporativa na internet e assessoria de imprensa. Conheço alguns, se vocês souberem outros, por favor deixem um comentário, gostaria mesmo de conhecer o que os outros brasileiros andam dizendo! </p>
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