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	<title>Peixe Fresco &#187; gamer</title>
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		<title>[Entrevista] Criador do Continue ensina a fidelizar os seus leitores</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 02:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comentários]]></category>
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		<description><![CDATA[Fábio Bracht não é alguém muito conhecido. Também nunca apareceu no Guiness, mas conseguiu uma façanha digna de nota: criou um site que quase sem marketing em três meses ostenta entre 750 e 1400 visitas diárias, 210 assinantes por feed e uma comunidade de leitores ativa com comentários em quase todos os posts, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/EntrevistaCriadordoContinueensinaafideli_5F7/fabio_continue.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px" alt="fabio_continue" align="left" border="0" height="262" width="318" /> <strong>Fábio Bracht</strong> não é alguém muito conhecido. Também nunca apareceu no Guiness, mas conseguiu uma façanha digna de nota: criou um site que quase sem marketing em três meses ostenta entre 750 e 1400 visitas diárias, 210 assinantes por feed e uma comunidade de leitores ativa com comentários em quase todos os posts, o que por si só já é de dar inveja a muitos. Bracht é a alma por trás do <a href="http://continue.com.br/" title="Continue">Continue</a>, blog sobre games cuja cultura é falar de “gamer para gamer”.</p>
<p>Nesta entrevista realizada por msn, ele contou sobre o site, seu surgimento, sobre como criar uma comunidade fiel de leitores, e mostra na prática como <strong>conhecer o seu público</strong> pode fazer toda a diferença:</p>
<h3>Melhores momentos:</h3>
<blockquote><p>Se você escreve uma notícia de forma fria e robotizada, imparcial como um jornal, ninguém vai sentir vontade de comentar. A partir do momento que o leitor vê a tua opinião lá, e sabe que ele é um gamer tanto quanto o autor do texto, ele vai querer participar da conversa.</p></blockquote>
<blockquote><p>Hoje em dia praticamente todos os sites e blogs possuem podcasts, seria uma perda de tempo gravar, produzir, editar e publicar um que não valesse o esforço do leitor baixá-lo.</p></blockquote>
<p><span id="more-15"></span></p>
<h3></h3>
<h3>A entrevista:</h3>
<p><strong>Peixe Fresco: Fábio, bem vindo ao Peixe Fresco. Pode se apresentar brevemente? </strong></p>
<p><strong>Fábio Bracht:</strong> Olá, meu nome é Fabio Bracht e eu nunca sei me apresentar direito. Quando vim para São Paulo, acabei conseguindo a colaborar para as revistas da <a href="http://www.conradeditora.com.br/">Conrad</a> (EGM Brasil, Nintendo World, SuperDicas PlayStation) e depois de algum tempo arrumei lá um emprego fixo para cuidar do site <a href="http://www.heroi.com.br">Herói</a>. Durante todo este tempo eu tive o blog 16-BIT, que só &#8220;abandonei&#8221; no fim de 2007, quando entrou no o meu projeto mais ambicioso, o <a href="http://www.continue.com.br">Continue</a>.</p>
<p><strong>PF: E qual foi o pontapé inicial para começar o Continue? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Na verdade, o pontapé inicial foi um pontapé no sentido literal da coisa. Durante um baque financeiro da <a href="http://www.futurocomunicacao.com.br/">Futuro</a> (divisão da Conrad), tiveram que &#8220;liberar&#8221; todos os colaboradores. Foi quando eu ouvi falar que o Douglas Pereira, meu colega de casa, estava maquinando alguma coisa: um projeto realmente ambicioso, bem maior do que o Continue é hoje e provavelmente muito maior do que conseguiríamos dar conta inicialmente. Fomos tocando a idéia até a estréia do site (que a esta altura já tinha virado um blog), quando Douglas resolveu sair para ir perseguir outros projetos.</p>
<p><strong>PF: E no seu ponto de vista, qual é o maior diferencial dele para os outros blogs/sites de games? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Cada dia que passa eu percebo mais isto: o diferencial são as pessoas que escrevem. O conteúdo não existe sozinho, ele deve ser escrito por alguém. E a qualidade do texto é o melhor diferencial que um blog pode ter, com opiniões bem expressas, algo que fale diretamente com o leitor.  Mais do que blogueiros ou pessoas de mídia, nós somos gamers exatamente como os nossos leitores. Gostamos do assunto tanto quanto eles, e isso tem que transparecer no texto. Esse é o diferencial do Continue.</p>
<p><strong>PF: Agora que você tocou no assunto, está no primeiro post do site: &#8220;de gamer pra gamer&#8221;. Gostaria de que comentasse um pouco da linguagem do site ser mais solta. </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> É como eu falei antes: a linguagem é solta porque é assim que nós, gamers, falamos uns com os outros. Quando um colaborador está com dificuldade para escrever um post, eu sempre digo: &#8220;Imagina que tu está numa mesa de bar conversando com algum amigo teu que entende tanto de videogame quanto tu&#8221;. Eu mesmo, quando travo, penso nisso. Não há porquê se levar tão a sério num ramo denominado &#8220;entretenimento&#8221;. Outra coisa que eu sempre penso é: jogar é investimento de tempo; ler o Continue também é investimento de tempo. Se o cara optou por ler o Continue em vez de estar jogando, a nossa missão é dar um pouco de entretenimento para ele junto com a informação.</p>
<p><strong>PF: O site surgiu em 23 de Novembro, e 3 meses depois possui média de 1000 visitas diárias. Como foi que os leitores chegaram ao Continue? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Cara, eu não faço muita idéia. Não sou paranóico com ficar observando número de acessos, sabe. O único leitor que de fato eu gosto de acompanhar é aquele que deixa um comentário, que publica uma reação ao nosso post no blog dele, que participa de alguma forma. Neste momento, eu preferiria ter 100 visitas diárias e 40, 50 comentários em cada post, do que 5000 visitas e pouquíssimos comentários. Mas sim, houve uma grande ajuda do blog do Pablo Miyazawa, do <a href="http://gamerbr.blig.ig.com.br/">GamerBR</a>. Fora isso não houve mais quase nenhum link que realmente trouxesse um mar de gente, eles foram chegando aos poucos, provavelmente via boca-a-boca, Twitter, fóruns, essas coisas.</p>
<p><strong>PF: Então você prefere uma &#8220;comunidade&#8221; de leitores do que um punhado de anônimos. </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Ah, com certeza!</p>
<p><strong>PF: E o quê você faz para estimular os comentários e esse senso de comunidade? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> A primeira medida para estimular os comentários é escrever de forma a aguçar no leitor a vontade de se expressar. Se você escreve uma notícia de forma fria e robotizada, imparcial como um jornal, ninguém vai sentir vontade de comentar. A partir do momento que o leitor vê a tua opinião lá, e sabe que ele é um gamer tanto quanto o autor do texto, ele vai querer participar da conversa. Cada post é um tópico de conversa, é um assunto novo que você puxa com a sua roda de amigos. Mas a coluna <em>Discussão de Fim de Semana</em> também é uma ótima forma de atrair novos &#8220;comentadores&#8221;.</p>
<p><strong>PF: O outro lado: do quê sente falta no site?</strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Várias coisas. Análises (reviews) são uma coisa que eu quero começar a publicar assim que possível, mas só vou começar quando tiver certeza que tenho uma estrutura que possibilite &#8220;fazer a coisa do jeito certo&#8221;. Um podcast e/ou um videocast também estão na lista, mas é uma dificuldade produzí-los de maneira que sejam relevantes. Hoje em dia praticamente todos os sites e blogs possuem podcasts, seria uma perda de tempo gravar, produzir, editar e publicar um que não valesse o esforço do leitor baixá-lo. Para isso tem que ser diferente, exclusivo. Também sinto falta de mais notícias, mais colaboradores, mais colunas de conteúdo exclusivo, mas grana, mais tempo, mais dedos, um teclado e um mouse melhores, um monitor de 21&#8243; wide, etc.</p>
<p><strong>PF: E de tudo o que nós mortais sentimos falta! Bom, isso chega ao final da nossa conversa. Algo mais a acrescentar? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Um agradecimento, posso? Quero agradecer ao Lef, ao Lipedal e à Suzana, meus colaboradores; ao Vinícius, pela grande ajuda técnica; ao Pablo Miyazawa, por ter me aberto as portas; e principalmente à minha namorada Érika, que inacreditavelmente me apóia nessa loucura toda.</p>
<p><strong>PF: Ok, acabou o show da Xuxa. Fábio, muito obrigado mesmo pela entrevista! </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Ah, foi divertido!</p>
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