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	<title>Peixe Fresco &#187; Entrevista</title>
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	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
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		<title>[Entrevista] Aula de assessoria</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 03:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Assesoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Vasques]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pérolas das Assessorias]]></category>

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		<description><![CDATA[Eduardo Vasques é o que eu como assessor poderia chamar de &#8220;o outro lado da moeda&#8221;.&#160; Jornalista há nove anos no mercado, é editor da revista B2B magazine, e criador do blog Pérolas das Assessorias, no qual publica as verdadeiras pérolas enviadas pelas assessorias de imprensa à editora que trabalha. Sua intenção nunca foi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-right-width: 0px" height="200" alt="eduardo_vasques" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/69eebfcc2691_D0A1/eduardo_vasques.jpg" width="300" align="left" border="0">Eduardo Vasques</strong> é o que eu como assessor poderia chamar de &#8220;o outro lado da moeda&#8221;.&nbsp; Jornalista há nove anos no mercado, é editor da revista <a title="" href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/home.asp">B2B magazine</a>, e criador do blog <a href="http://perolasdasassessorias.wordpress.com/">Pérolas das Assessorias</a>, no qual publica as verdadeiras pérolas enviadas pelas assessorias de imprensa à editora que trabalha. Sua intenção nunca foi a de denegrir a imagem das assessorias, tanto que os nomes são sempre ocultos, mas bater um papo sobre o assunto com assessores e jornalistas. Nesta entrevista ele falou sobre assessoria de imprensa, seus erros e acertos mais comuns, sobre jornalismo, e também um pouco sobre o mundo corporativo na web.<br />
<h4>Melhores momentos:</h4>
<blockquote><p>Até porque, a maioria dos assessores de imprensa não sabem vender pauta. Pauta para eles, hoje, é somente o que o cliente faz e não a participação do cliente num contexto maior. </p>
</blockquote>
<blockquote><p>Costumo brincar que as pessoas e empresas só vão levar realmente a sério o trabalho de comunicação quando você disser que é assessor de imprensa e as pessoas assimilarem rapidamente sem questionamentos, assim como é com médicos, advogados, contadores. </p>
</blockquote>
<blockquote><p>Já vi matéria comprada em revista de circulação nacional e, perdoem-me os jornalistas colegas, todo mundo faz o que patrão quer atualmente. O mercado não está fácil pra ninguém e o jornalista vai acatar a ordem porque precisa sobreviver. A visão de jornalismo romântico acabou, ou faz ou está na rua.</p>
</blockquote>
<p><span id="more-28"></span></p>
<h4>A entrevista</h4>
<p><b>Peixe Fresco: Como jornalista, como você vê o trabalho do assessor de imprensa?</b>
<p><strong>Eduardo Vasques: </strong>Apesar da visão romântica que muitos jornalistas ainda têm, está cada vez mais difícil exercer a profissão sem contar com o apoio e trabalho dos assessores de imprensa. Muitos colegas acreditam que ser assessor de imprensa é atrapalhar o trabalho de reportagem, que os assessores trabalham muito menos, são folgados. Discordo totalmente desse ponto de vista. Tenho muitos amigos assessores que trabalham tanto quanto ou mais até do que eu. É uma profissão complicada, cheia de percalços e exige cada vez mais qualificação e jogo de cintura para lidar com clientes.
<p><b>PF: Para você, quais são os erros mais comuns dos assessores?</b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Sei que a maior parte dos erros ocorre pela pressão exercida não só pelos jornalistas, mas pelos clientes, gerentes de contas, donos das assessorias. Creio que as agências ainda insistem em algo extremamente defasado hoje que é o follow up. Poucos jornalistas de redação têm paciência para isso. Geralmente é o que chamamos de follow burro, para perguntar se recebemos ou não release e se vamos usar, e isso nos faz perder muito tempo sem produtividade. Hoje ele é desnecessário e, dependendo do caso, pode mais prejudicar do que ajudar na divulgação. Se me interessar eu vou procurá-lo.
<p><b>PF: </b><b>E quanto ao release, o que você considera mais certo? O texto &#8220;pronto para publicar&#8221;, ou apanhado de informações, fontes e dados organizados? </b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Depende da destinação dele. Se for para o online, pode ajudar bastante. E não adianta falar que veículo não copia e cola release de assessor. Vejo até mesmo grandes veículos de comunicação fazendo isso no online. Mas se for uma sugestão de pauta bacana, vale mais o release com informações&#8230; Até porque, a maioria dos assessores de imprensa não sabem vender pauta.
<p>Pauta para eles, hoje, é somente o que o cliente faz e não a participação do cliente num contexto maior. Por exemplo, em vez de me ligar para oferecer uma ação de sustentabilidade do seu cliente, ele podia me ligar para oferecer uma pauta que aborda a real visão de sustentabilidade, que na prática ainda inexiste, que há uma confusão entre sustentabilidade e responsabilidade social, etc, aí ele encaixa o cliente na matéria.
<p><b>PF: </b><b>Muitas vezes temos problemas com clientes que não gostam de &#8220;aparecer na pauta&#8221;, querem ser a pauta. </b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Então, isso é falta de conhecimento do mercado, as agências não conseguem educá-lo. Cada uma faz a sua parte e o resto é resto. Eu acho que até publiquei no pérolas uma história ótima que o cliente de uma assessoria abriu o word, escreveu as perguntas, as respostas, colou umas fotos e mandou para o assessor com o seguinte recado: &#8220;pronto, agora você pode mandar para as páginas amarelas da veja&#8221;.
<p>Costumo brincar que as pessoas e empresas só vão levar realmente a sério o trabalho de comunicação quando você disser que é assessor de imprensa e as pessoas assimilarem rapidamente sem questionamentos, assim como é com médicos, advogados, contadores.
<p><b>PF: </b><strong>Vamos pular para o online agora. O que o motivou a abrir o </strong><a href="http://perolasdasassessorias.wordpress.com/"><strong>Pérolas das Assessorias</strong></a><strong>? </strong>
<p><strong>Eduardo:</strong> No fundo foi uma brincadeira aqui da redação, tinha uma repórter minha com quem eu sempre me divertia por conta de releases mal escritos, situações bizarras. Comecei a guardar esse material numa pasta e num dia mais tranqüilo criei o blog e comecei a publicar. Depois de um tempo, percebi que poderia ser uma ferramenta bacana para trocar idéias com o pessoal das agências, a partir dos comentários.
<p><b>PF: </b><b>Recentemente você escreveu &#8220;A conversa é sempre bacana, agradável, gera muitas idéias, mas quantos clientes realmente estão comprando esses conceitos de redes sociais?&#8221; Você acha que é hora do mundo corporativo aparecer na internet?</b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Já estão perdendo tempo em não aparecer. A maior parte dos executivos ainda prefere ver seu desenho de pena na Gazeta Mercantil a uma bela matéria publicada em um online segmentado e respeitado no mercado em que ele atua. Os próprios executivos/fontes não dão a menor importância para a web, têm uma visão arcaica e distante da realidade.
<p>Mas acredito que isso só vá mudar com a troca de gerações. Essa de agora é conectada, conhece os benefícios e facilidades da internet e estará no comando das empresas nos próximos anos. Por enquanto, todo mundo está perdido na web, não sabe direito para onde vai e de que forma caminhar nela, tudo é muito incerto e os padrões se alteram a cada momento. Quer um exemplo? Sempre ficou definido que o padrão de texto na internet deveria ser curto, direto, objetivo. Especialmente em blogs. O Alexandre Inagaki, blogueiro do Pensar Enlouquece escreve textos enormes e tem uma audiência, bem como um número de comentários para cada post enormes.
<p><i></i>
<p><b>PF: </b><b>Se você fosse assessor, e dada sua experiência como editor da b2b, quais argumentos principais utilizaria para convencer os executivos de hoje?</b>
<p><b></b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Cara, acho que pela dor é o melhor caminho já que pelo amor não vai. Mostrando cases de incompetência, de gestão de crise e de impacto direto nos negócios da companhia. É muito complicado porque é uma questão cultural &#8211; apesar de eu odiar jogar a culpa na cultura de mercado. Eles estão habituados e sabem que há uma supervalorização da web que, por aqui no Brasil, ainda não surtiu o efeito que deveria ou poderia.
<p>Por exemplo, um blog de tecnologia americano foi responsável por fazer a Apple perder milhões de dólares em poucas horas por conta de um boato falso publicado. Aqui isso vai levar anos, depende da concentração de renda, de educação na base e acesso às tecnologias. A maioria das assessorias vende a pauta exclusiva para Valor, Gazeta, Exame, porque sabe que o trabalho será melhor reconhecido pelo executivo que a contratou e não porque acha mais importante veículo A, B ou C.
<p><b>PF: </b><b>Uma última pergunta agora: Qual a sua opinião sobre posts patrocinados em blogs?</b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Essa questão é bem polêmica e tem gerado discussões apavorantes no mundo dos blogs e da comunicação. No fundo e analisando de maneira fria, é quase a mesma relação que o marketing tem com a mídia tradicional. Vez ou outra você vai achar matérias bastante positivas sobre o mercado de construção nos grandes veículos &#8211; porque são esses anunciantes que andam segurando a onda e dando grana para jornais.
<p>A monetização é uma das questões mais debatidas no que se convencionou chamar de blogosfera &#8211; e não gosto desse termo. Mas poucos ganham muito pouco ainda com blogs. Não consigo ver muito dinheiro nesse mercado neste momento e essa pode ser uma escapatória para quem quer grana a partir de blog. Eu, neste momento, não faria no meu blog se alguma agência viesse me pedir para colocar isso ou aquilo.
<p>Enfim, não gosto da idéia mas não vou detonar quem praticar. É o mesmo conceito de matéria comprada em revistas e jornais. Já vi matéria comprada em revista de circulação nacional e, perdoem-me os jornalistas colegas, todo mundo faz o que patrão quer atualmente. O mercado não está fácil pra ninguém e o jornalista vai acatar a ordem porque precisa sobreviver. A visão de jornalismo romântico acabou, ou faz ou está na rua. Muitos deles sequer sabem que estão sendo manipulados para escreverem matérias a favor ou contra alguém atendendo interesses maiores e usam o discurso de que são éticos, não se vendem. Pobres coitados.
<p><b>PF: </b><b>Bom, Eduardo, é isso. Acabaram as perguntas. Obrigado por essa aula de assessoria!</b>
<p><strong>Eduardo:</strong> Isso aí daria papo para mais de duas horas. mas aí perde o foco, e a entrevista ficaria longa demais. </p>
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		<title>[Entrevista] Criador do Continue ensina a fidelizar os seus leitores</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 02:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Continue]]></category>
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		<description><![CDATA[Fábio Bracht não é alguém muito conhecido. Também nunca apareceu no Guiness, mas conseguiu uma façanha digna de nota: criou um site que quase sem marketing em três meses ostenta entre 750 e 1400 visitas diárias, 210 assinantes por feed e uma comunidade de leitores ativa com comentários em quase todos os posts, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/EntrevistaCriadordoContinueensinaafideli_5F7/fabio_continue.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px" alt="fabio_continue" align="left" border="0" height="262" width="318" /> <strong>Fábio Bracht</strong> não é alguém muito conhecido. Também nunca apareceu no Guiness, mas conseguiu uma façanha digna de nota: criou um site que quase sem marketing em três meses ostenta entre 750 e 1400 visitas diárias, 210 assinantes por feed e uma comunidade de leitores ativa com comentários em quase todos os posts, o que por si só já é de dar inveja a muitos. Bracht é a alma por trás do <a href="http://continue.com.br/" title="Continue">Continue</a>, blog sobre games cuja cultura é falar de “gamer para gamer”.</p>
<p>Nesta entrevista realizada por msn, ele contou sobre o site, seu surgimento, sobre como criar uma comunidade fiel de leitores, e mostra na prática como <strong>conhecer o seu público</strong> pode fazer toda a diferença:</p>
<h3>Melhores momentos:</h3>
<blockquote><p>Se você escreve uma notícia de forma fria e robotizada, imparcial como um jornal, ninguém vai sentir vontade de comentar. A partir do momento que o leitor vê a tua opinião lá, e sabe que ele é um gamer tanto quanto o autor do texto, ele vai querer participar da conversa.</p></blockquote>
<blockquote><p>Hoje em dia praticamente todos os sites e blogs possuem podcasts, seria uma perda de tempo gravar, produzir, editar e publicar um que não valesse o esforço do leitor baixá-lo.</p></blockquote>
<p><span id="more-15"></span></p>
<h3></h3>
<h3>A entrevista:</h3>
<p><strong>Peixe Fresco: Fábio, bem vindo ao Peixe Fresco. Pode se apresentar brevemente? </strong></p>
<p><strong>Fábio Bracht:</strong> Olá, meu nome é Fabio Bracht e eu nunca sei me apresentar direito. Quando vim para São Paulo, acabei conseguindo a colaborar para as revistas da <a href="http://www.conradeditora.com.br/">Conrad</a> (EGM Brasil, Nintendo World, SuperDicas PlayStation) e depois de algum tempo arrumei lá um emprego fixo para cuidar do site <a href="http://www.heroi.com.br">Herói</a>. Durante todo este tempo eu tive o blog 16-BIT, que só &#8220;abandonei&#8221; no fim de 2007, quando entrou no o meu projeto mais ambicioso, o <a href="http://www.continue.com.br">Continue</a>.</p>
<p><strong>PF: E qual foi o pontapé inicial para começar o Continue? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Na verdade, o pontapé inicial foi um pontapé no sentido literal da coisa. Durante um baque financeiro da <a href="http://www.futurocomunicacao.com.br/">Futuro</a> (divisão da Conrad), tiveram que &#8220;liberar&#8221; todos os colaboradores. Foi quando eu ouvi falar que o Douglas Pereira, meu colega de casa, estava maquinando alguma coisa: um projeto realmente ambicioso, bem maior do que o Continue é hoje e provavelmente muito maior do que conseguiríamos dar conta inicialmente. Fomos tocando a idéia até a estréia do site (que a esta altura já tinha virado um blog), quando Douglas resolveu sair para ir perseguir outros projetos.</p>
<p><strong>PF: E no seu ponto de vista, qual é o maior diferencial dele para os outros blogs/sites de games? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Cada dia que passa eu percebo mais isto: o diferencial são as pessoas que escrevem. O conteúdo não existe sozinho, ele deve ser escrito por alguém. E a qualidade do texto é o melhor diferencial que um blog pode ter, com opiniões bem expressas, algo que fale diretamente com o leitor.  Mais do que blogueiros ou pessoas de mídia, nós somos gamers exatamente como os nossos leitores. Gostamos do assunto tanto quanto eles, e isso tem que transparecer no texto. Esse é o diferencial do Continue.</p>
<p><strong>PF: Agora que você tocou no assunto, está no primeiro post do site: &#8220;de gamer pra gamer&#8221;. Gostaria de que comentasse um pouco da linguagem do site ser mais solta. </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> É como eu falei antes: a linguagem é solta porque é assim que nós, gamers, falamos uns com os outros. Quando um colaborador está com dificuldade para escrever um post, eu sempre digo: &#8220;Imagina que tu está numa mesa de bar conversando com algum amigo teu que entende tanto de videogame quanto tu&#8221;. Eu mesmo, quando travo, penso nisso. Não há porquê se levar tão a sério num ramo denominado &#8220;entretenimento&#8221;. Outra coisa que eu sempre penso é: jogar é investimento de tempo; ler o Continue também é investimento de tempo. Se o cara optou por ler o Continue em vez de estar jogando, a nossa missão é dar um pouco de entretenimento para ele junto com a informação.</p>
<p><strong>PF: O site surgiu em 23 de Novembro, e 3 meses depois possui média de 1000 visitas diárias. Como foi que os leitores chegaram ao Continue? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Cara, eu não faço muita idéia. Não sou paranóico com ficar observando número de acessos, sabe. O único leitor que de fato eu gosto de acompanhar é aquele que deixa um comentário, que publica uma reação ao nosso post no blog dele, que participa de alguma forma. Neste momento, eu preferiria ter 100 visitas diárias e 40, 50 comentários em cada post, do que 5000 visitas e pouquíssimos comentários. Mas sim, houve uma grande ajuda do blog do Pablo Miyazawa, do <a href="http://gamerbr.blig.ig.com.br/">GamerBR</a>. Fora isso não houve mais quase nenhum link que realmente trouxesse um mar de gente, eles foram chegando aos poucos, provavelmente via boca-a-boca, Twitter, fóruns, essas coisas.</p>
<p><strong>PF: Então você prefere uma &#8220;comunidade&#8221; de leitores do que um punhado de anônimos. </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Ah, com certeza!</p>
<p><strong>PF: E o quê você faz para estimular os comentários e esse senso de comunidade? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> A primeira medida para estimular os comentários é escrever de forma a aguçar no leitor a vontade de se expressar. Se você escreve uma notícia de forma fria e robotizada, imparcial como um jornal, ninguém vai sentir vontade de comentar. A partir do momento que o leitor vê a tua opinião lá, e sabe que ele é um gamer tanto quanto o autor do texto, ele vai querer participar da conversa. Cada post é um tópico de conversa, é um assunto novo que você puxa com a sua roda de amigos. Mas a coluna <em>Discussão de Fim de Semana</em> também é uma ótima forma de atrair novos &#8220;comentadores&#8221;.</p>
<p><strong>PF: O outro lado: do quê sente falta no site?</strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Várias coisas. Análises (reviews) são uma coisa que eu quero começar a publicar assim que possível, mas só vou começar quando tiver certeza que tenho uma estrutura que possibilite &#8220;fazer a coisa do jeito certo&#8221;. Um podcast e/ou um videocast também estão na lista, mas é uma dificuldade produzí-los de maneira que sejam relevantes. Hoje em dia praticamente todos os sites e blogs possuem podcasts, seria uma perda de tempo gravar, produzir, editar e publicar um que não valesse o esforço do leitor baixá-lo. Para isso tem que ser diferente, exclusivo. Também sinto falta de mais notícias, mais colaboradores, mais colunas de conteúdo exclusivo, mas grana, mais tempo, mais dedos, um teclado e um mouse melhores, um monitor de 21&#8243; wide, etc.</p>
<p><strong>PF: E de tudo o que nós mortais sentimos falta! Bom, isso chega ao final da nossa conversa. Algo mais a acrescentar? </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Um agradecimento, posso? Quero agradecer ao Lef, ao Lipedal e à Suzana, meus colaboradores; ao Vinícius, pela grande ajuda técnica; ao Pablo Miyazawa, por ter me aberto as portas; e principalmente à minha namorada Érika, que inacreditavelmente me apóia nessa loucura toda.</p>
<p><strong>PF: Ok, acabou o show da Xuxa. Fábio, muito obrigado mesmo pela entrevista! </strong></p>
<p><strong>Bracht:</strong> Ah, foi divertido!</p>
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