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	<title>Peixe Fresco &#187; currúculo</title>
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	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
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		<title>Quem &#233; voc&#234; para o Google?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 18:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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		<description><![CDATA[Há uns meses eu li este artigo do Geoff Livingston que tratava sobre usar a internet como ferramenta de recrutamento. Acho que já virou unanimidade utilizar o Google para saber um pouco mais sobre os candidatos em um exame de seleção, principalmente quando a vaga se relaciona com web ou comunicação. Muitas empresas vão além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sxc.hu/photo/958229"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-right-width: 0px" height="200" alt="Magnifiers, por cristian popescu (sxc.hu)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/QuemvocparaoGoogle_D5BC/magnifiers_slam.jpg" width="300" align="left" border="0"></a> Há uns meses eu li <a href="http://nowisgone.com/2008/02/11/three-ways-to-use-social-media-for-hr-needs/">este artigo</a> do Geoff Livingston que tratava sobre usar a internet como ferramenta de recrutamento. Acho que já virou unanimidade utilizar o Google para saber um pouco mais sobre os candidatos em um exame de seleção, principalmente quando a vaga se relaciona com web ou comunicação. Muitas empresas vão além e dão uma vasculhada no <a href="http://www.orkut.com">Orkut</a> e no <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> também. <strong>Existe um questionamento até que ponto isso é ético. </strong></p>
<p>Não é de hoje que as referências são um bom empurrão (ou então uma muralha, se forem negativas) para arrumar ou mudar de emprego. E <strong>os empresários mais espertos sempre deram uma espiada no histórico do candidato</strong>, até mesmo ligando para os antigos empregadores. Portanto, uma pesquisa no Google acaba sendo uma <strong>atualização ferramental de uma prática antiga</strong> </p>
<p><span id="more-41"></span></p>
<p>Existem comunidades específicas para o mundo dos negócios, as mais famosas por aqui são o <a href="http://www.linkedin.com/">LinkedIn</a>, e o <a href="http://www.via6.com/">Via6</a>. São espaços onde você pode fazer contatos com pessoas ligadas à sua área, e discutir ou trocar idéias sobre o mundo corporativo. São muito utilizados como fonte de informação para recrutadores.</p>
<p>Já no caso do <a href="http://www.orkut.com">Orkut</a> e do <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>, a história é um pouco diferente. Por serem comunidades mais pessoais, de amigos, não têm esse propósito corporativo. Também é importante ressaltar que são (ao menos teoricamente) fechadas, ou seja, você precisa se cadastrar no site para ter acesso às informações. Recentemente o Orkut &#8220;fechou&#8221; os álbuns de fotos, tornando-os acessíveis somente aos amigos autorizados no site, o que aumenta a privacidade. </p>
<p>O problema está em <strong>se é ético vasculhar o a vida on-line do candidato</strong>, uma vez que lá estará exposta partes da vida pessoal, churrasco com amigos, festas, etc, e o profissional pode ter uma postura muito mais séria no trabalho. </p>
<p>O que eu acredito é que a internet é um espaço público. <strong>Só estão expostas as informações que o usuário resolveu compartilhar,</strong> portanto há quem ache por bem ocultar parte de sua vida. (Um ocultar que não tem um sentido negativo, mas sim o de proteger a própria privacidade.) Portanto, as informações que estão na internet, são informações que você não se sentiria constrangido em compartilhar com um recém conhecido, ou ao menos deveria ter. </p>
<p>Um argumento interessante é que por mais máscaras sociais que use, <strong>só existe um meio de transformar o seu nome em uma marca</strong>: <a href="http://www.chrisbrogan.com/being-the-same-you-always/">sendo você mesmo</a>. A internet é muito ampla, e as falsidades sempre aparecem.</p>
<p>Por fim, <strong>não vejo problemas em uma empresa checar o perfil de um candidato antes de uma contratação.</strong> Tanto que faço o possível para virar essa roda ao meu favor, assim como muitos. <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Rodrigo+van+Kampen%22&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=">&#8220;Rodrigo van Kampen</a>&#8220;, no Google, retorna os artigos deste site, alguns comentários que fiz por aí e outras coisas mais, informações que sei que podem pesar ao meu favor em algum momento. </p>
<p>Um último achismo: uma postura ética da empresa seria <strong>avisar aos candidatos que seu histórico será consultado na internet</strong>. Assim ao menos os mais desavisados podem retirar aquela foto reveladora, do churrasco do mês passado. </p>
<p><strong>A tempo:</strong> <a href="http://www.independent.co.uk/life-style/gadgets-and-tech/news/facebook-can-ruin-your-life-and-so-can-myspace-bebo-780521.html">Neste artigo do Independent</a> têm algumas histórias de gente que se ferrou feio falando mal da empresa no orkut, blog, e por aí vai. O mundo é pequeno&#8230; E o mundo da social mídia sempre parece ainda menor. </p>
<p><strong>Agora a pergunta que não quer calar: Você está satisfeito com o que o Google revela sobre você?</strong></p>
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