Fritura Mental 3: Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento

15/04/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

[Parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental]
[Parte 2: Agregando valor na produção de conhecimento]

Notícias, mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a ladainha da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim, amigos, a questão do filtro.

 

Fritura Mental 2: Agregando valor na produção de conhecimento

06/04/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)[parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental ]

No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver o que é conhecimento, e como ele se forma? Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post A Story Culture, do blog Rands in Repose, que se traduz basicamente em:

Dados – Material cru, fatos.
Informação – Dados organizados e apresentados por alguém com uma ordem lógica.
Conhecimento – Informação que foi entendida e absorvida. A partir daí a informação começa a ter valor, ainda que como próprio conhecimento.
Sabedoria – Conhecimento integrado e destilado, apreensão e contextualização. A partir desse ponto, não só conhecemos algo muito bem, mas somos capaz de criar e aperfeiçoar o objeto e o conhecimento.

 

Fritura Mental 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental

30/03/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Anti advertising por AlejandroooNotícias, mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! Quando parece que a humanidade endoidou para não parar mais de produzir, surgem termos como information overload. Ou sobrecarga de informação, que se você ainda não viu, verá.

Sobrecarga é excesso, mantenha isso por tempo suficiente e você obtém obesidade mental, candidata à próxima doença do século! É uma análise não da quantidade, mas do tipo de informação consumida. Esquecemos de nos alimentar de informações saudáveis para manter a mente esbelta e atacamos com os dedos gordos a snack culture, definida em 2007 pela Wired como a cultura da informação fragmentada em pequenos pedaços digeríveis.Adoramos uma porçãozinha de batata-frita com bacon! Preferimos aqueles caracteres rápidos do twitter, o lanchinho de comer em pé no Orkut. Quem hoje ainda lê uma refeição completa de 5 páginas?

 

Acerte o formato da mensagem!

23/02/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Wrong Format (flickr)Ter algo a dizer é metade do caminho, de nada adianta preparar uma apresentação com músicas, vídeos e todo o tipo de lantejoulas se você não tem nada a dizer. A outra metade é como dizer. Qual é o formato certo de se passar uma mensagem? Texto, áudio, vídeo, slides?

Mas para comunicar da melhor maneira , você precisa decidir o formato de uma mensagem. Para isso precisa ter em mente dois fatores:

O quê comunicar
Qual o conteúdo, a questão chave do seu discurso, o que é importante ser citado, mostrado ou explicado para as pessoas?

Para quem?
Tendo claro o seu público-alvo, as coisas ficam muito mais fáceis. No caso de uma mensagem que vai ser passada pela internet, é importante saber se o seu público já está familiarizado com o meio, se tem acesso com banda larga, se consegue ler com facilidade em telas, enfim, conhecendo muito bem o seu auditório, você pode passar para a próxima fase, o como comunicar.