Este texto é uma das várias reflexões possíveis sobre Jornalismo e Interatividade, que está participando da 3ª Ciranda de Textos, edição esta hospedada no Mil Idéias e Ideais de Todos.
Quando se iniciaram as discussões a respeito da TV digital, interatividade era a palavra de ordem. Enquanto na maioria das pessoas uma fabulosa imagem de “você decide” pelo controle remoto se formava, eu lia a respeito das maravilhas da nova tecnologia: o consumidor poderia comprar elementos do cenário da programação sem se levantar da poltrona.
No entanto, interatividade não se restringe em fornecer ao nosso telespectador a opção do sim ou não. Mas permitir o talvez, o provavelmente, e todas as outras hipóteses, ou seja, expandir o conceito retirado de um programa criado em 1992 e trazê-lo para os contemporâneos tempos do 2.0.





