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	<title>Peixe Fresco &#187; blogueiros</title>
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	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
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		<title>Falar com blogueiros &#233; falar de paix&#227;o</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 14:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Todos sabemos que os blogs adquiriram relevância, ok. Todos sabemos que blogueiros gostam de ser tratados como emissores de informação, respeitados, e muitos têm uma audiência maior, mais fiel e mais específica que muitos jornais de grande circulação. Então, o novo desafio do assessor de imprensa é como atingir essa nova categoria de comunicadores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.magicmud.com/Dental%20Pics.htm"><img title="Sr. Tucunaré, cirurgião dentista" style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-right-width: 0px" height="200" alt="Sr. Tucunaré, cirurgião dentista" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Falarcomblogueirosfalardepaixo_A553/dentista.jpg" width="300" align="left" border="0" /></a>&#160; Todos sabemos que os blogs adquiriram relevância, ok. Todos sabemos que blogueiros gostam de ser tratados como emissores de informação, respeitados, e muitos têm uma <strong>audiência maior, mais fiel e mais específica que muitos jornais de grande circulação</strong>. Então, o novo desafio do assessor de imprensa é <strong>como atingir essa nova categoria de comunicadores. </strong></p>
<p>Em primeiro lugar, de uma maneira geral, não considero que blogueiros são jornalistas. São coisas diferentes, os dois são emissores de informação, os dois são muito importantes, mas o jornalismo tem uma sistemática mercadológica própria. Não custa repetir. <strong>Blogueiros não são menos que jornalistas</strong>, são profissões diferentes.</p>
<p>Então como você chega em um blogueiro? </p>
<p><span id="more-43"></span></p>
<h4>Como você faz com que o seu produto apareça no blog X ou Y? </h4>
<p>Relevância é uma questão chave. Já devo ter repetido o termo tantas vezes neste blog quanto possível, mas essa é a chave principal. Mas não é a única. Na sociedade pós revolução industrial, começou a prevalescer um dos indicadores sociais acima de todos os outros:<strong> a profissão</strong>. É normal, é social. “<strong>Senhoras e senhores, este é Sr. Tucunaré, cirurgião dentista</strong>.&quot; E depois as outras referências. </p>
<p>A web 2.0, e mais especificamente a mídia social tem aos poucos quebrado esse paradigma. <strong>As pessoas não são mais planas, estão se tornando mais esféricas</strong>. O mesmo Sr. Tucunaré que é um respeitado cirurgião dentista, é um bom fotógrafo em um fórum sobre o assunto, discute cultura pop em um site de cinema e tem um blog sobre bonsais.</p>
<p>Blogueiros quase sempre escrevem por paixão. Convenhamos, por mais simples que sejam as plataformas, <strong>não é fácil manter um blog</strong>. Há pesquisa de fontes, material e referências, há o compromisso de escrever com uma certa frequência, revisar, publicar, divulgar, comentar, administrar e responder aos comentários.</p>
<h4>As pessoas já são ocupadas demais, ninguém quer um fardo a mais. </h4>
<p>As pessoas querem compartilhar suas idéias, links, novidades. E esse &quot;trabalho extra&quot; só vale a pena se for feito com prazer,<strong> por isso as pessoas &#8216;blogam&#8217; por paixão, sobre as suas paixões</strong>. Sejam elas videogames, marketing, fotografia, seus filhos, gadgets, economia, ou assessoria de imprensa.</p>
<p>Então, se você quer falar com blogueiros, você tem que falar sobre paixões. O artigo &quot;<a href="http://mediabullseye.com/mb/2008/02/some-advice-on-reaching-out-to.html">How to reach mommy bloggers</a>&quot;, escrito por Susan Getgood no <a href="http://mediabullseye.com">Media Bullseye</a>, traz um ótimo exemplo. Publicitários querem que sua nova marca de sabão em pó apareça nos&#160; blogs voltados às mamães, mas não sabem como. <em>&quot;Pessoal. Apaixonado. Sim, claro, eu consigo ver como sabão em pó se encaixa&quot;.</em> </p>
<p>Susan vai além: Se você não consegue estabelecer nenhum vínculo pessoal e apaixonado com o blogueiro em questão, ele não é o seu público. Ponto. Simplificando, é a base das relações públicas: <strong>respeitar a inteligência do interlocutor. </strong></p>
<p>Ou seja, assessoria de imprensa com blogueiros, significa estabelecer um diálogo, conversar sobre paixão. Não é o caminho mais fácil. Mas é o que mais agrega aos dois lados. </p>
<p>Este post foi inspirado pelo <a href="http://mediabullseye.com/mb/2008/02/some-advice-on-reaching-out-to.html">artigo da Susan Getgood</a>, altamente recomendável. (Em inglês)</p>
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		<title>Posts pagos, posts publicit&#225;rios e outros nomes da besta</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 01:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[(O título é do André Deak, que estou copiando sem nenhum escrúpulo) O contexto deste post é um caso recente que não vou repetir integralmente, já que você pode ler aqui, aqui, e em vários outros lugares. Para poupar o trabalho: Para divulgar um site de apoio a um jogador mais efetivamente, a agência Bagre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.sxc.hu/photo/849462"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Postspagospostspublicitrioseoutrosnomesd_1289C/pf_caveiraaaao.jpg" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" alt="Evil Skull, by kovik      " align="left" border="0" height="310" width="300" /></a> (O título é do </em><a href="http://www.andredeak.com.br/"><em>André Deak</em></a><em>, que estou copiando sem nenhum escrúpulo)</em></p>
<p>O contexto deste post é um caso recente que não vou repetir integralmente, já que você pode ler <a href="http://www.andredeak.com.br/2008/03/05/posts-pagos-posts-publicitarios-e-outros-nomes-da-besta/">aqui</a>, <a href="http://www.futepoca.com.br/2008/02/o-marketing-viral-e-nike.html">aqui</a>, e em vários outros lugares.</p>
<p><strong>Para poupar o trabalho:</strong> Para divulgar um site de apoio a um jogador mais efetivamente, a agência Bagre <strong>mandou uma cartinha</strong> a diversos blogueiros, <strong>que pedia que escrevessem um post</strong> sobre o assunto, em troca de uma &#8216;parceria&#8217;.  Mais adiante explicitava como deveria ser escrito o post.</p>
<p>O início da minha argumentação não poderia ser outro: a <strong>credibilidade</strong>, seja de um blogueiro, jornalista ou político, leva anos para ser construída, e pode ruir num minuto, clichê exemplificado a seguir:</p>
<p><span id="more-30"></span></p>
<p>Alguns blogs que leio publicaram a matéria do site, entrei no link e achei bastante interessante a proposta, tanto que até linkei para vocês. Dias depois, quando li a sujeira toda no blog do André Deak, <strong>me senti enganado</strong>, pois aquilo que li e tomei como uma opinião, um argumento do autor do blog, era na verdade uma &#8216;propaganda&#8217;.</p>
<p>Mas a ação da Bagre<strong> estragou não só a credibilidade dos autores contatados</strong>, mas também de todos os que publicaram sobre o site, pois como a &#8216;blogosfera&#8217; <a href="http://www.interney.net/?p=9761735">raramente cria algo original</a>, o link foi pulando de um lugar para o outro, muitas vezes na inocência de querer compartilhar uma proposta bem bacana. <em>(28.500 citações no Google)</em></p>
<p>Como &#8220;<strong>um blog é escrito por uma pessoa</strong>&#8220;, como destacou o <a href="http://mundesign.org/?p=144">.faso</a>, a figura do autor do blog se torna tão importante quanto o seu conteúdo, e como cada autor é uma marca, ser pego recebendo dinheiro para passar propaganda como conteúdo é uma mancha considerável na identificação do público com a &#8216;marca&#8217;.</p>
<p><strong>O post patrocinado não é algo novo.</strong> Muitos já recebem para isso, embora os valores sejam ainda bem obscuros. Aliás, acredito que o caso da empresa só ganhou popularidade porque faltou dinheiro, já que a <strong>agência nem pagou os blogueiros</strong>, mas apenas propôs &#8216;uma futura parceria&#8217;, sem explicar qualquer coisa a mais. Sem querer arrumar briga, provavemente a história toda só foi divulgada porque mexeu com o ego dos blogueiros sem engordar o seu bolso. <strong>Mais ou menos como pouca propina ofende mais do que quando a bufunfa é gorda. </strong></p>
<p>Até agora não cheguei no cerne da questão. Trabalho com assessoria de imprensa, fazemos divulgação de muita coisa, seja de cunho social, seja de cunho comercial. <strong>O grande problema não foi pedir o link, mas foi tentar comprar a opinião.</strong> Isso sim é errado, vender uma opinião é feio&#8230; Muito feio&#8230;</p>
<p><a href="http://www.sxc.hu/photo/750770"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Postspagospostspublicitrioseoutrosnomesd_1289C/pf_maobiaxo.jpg" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" alt="hands talking, by maare6 " align="left" border="0" height="150" width="200" /></a> Tanto que esta parte merece ser citada na íntegra:</p>
<blockquote><p>O post consiste em redigir um breve texto falando do (&#8230;), suas conquistas no Brasil e no Exterior. O texto deve ser focado no enobrecimento do jogador, que adquiriu, através de suas conquistas, status (&#8230;). Dentro deste texto, ou ao final dele, deve ser inserido o link que dará acesso ao site **** . Procure motivar as pessoas a transmitir força ao jogador, convidando-os a criar um vídeo de comemoração de um gol, fazendo uso da marca registrada, que é o dedo indicador direito erguido [há exemplos no site]. Procure também, enfatizar a opção de enviar mensagens diretamente no portal ou via SMS. O texto deve motivar as pessoas a dar este apoio de uma forma espontânea, fazendo referência à paixão pelo futebol e ao grande jogador.</p></blockquote>
<p><strong>Sem esse parágrafo, não haveria muito por quê criticar a Bagre.</strong> Mas aqui, a partir do momento que ela tenta comprar a opinião do autor do blog, explicando o que ele deve escrever e como, está fazendo o que há de mais sujo na comunicação. (Acontece por aí, acreditem. A empresa onde trabalho editava uma revista, mas a deixou exatamente quando o departamento comercial começou a colocar o dedo nas matérias.)</p>
<p><strong>O que fazer?</strong> Devemos ser puristas e acreditar na linda informação sem rabo preso com ninguém, no jornalismo e no bloguismo independente, longe da publicidade, essa coisa feia que só sabe contaminar a tudo que toca?</p>
<h4>Posts pagos não são ruins. Só precisam ser honestos.</h4>
<p><strong>Repetindo: não há nada de errado em receber para escrever um post.</strong> Jornalistas recebem para escrever matérias, escritores recebem para escrever livros, e ideologia não coloca comida na mesa.</p>
<p>Então a questão é: como fazer?</p>
<p>Esta não é uma receita de bolo, são apenas duas regrinhas que acredito que deixariam um post pago mais honesto tanto para o autor quanto para o leitor.</p>
<p><strong><a href="http://www.sxc.hu/photo/733137"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/Postspagospostspublicitrioseoutrosnomesd_1289C/pf_coiiisn.jpg" style="border: 0px none ; margin: 0px 10px 5px 0px" alt="My Two Cents, by claymor " align="left" border="0" height="133" width="200" /></a> 1- Jamais venda a sua opinião.</strong><br />
Uma agência pode pedir um comentário sobre um determinado site, ou então um link, e pagar por isso, nada demais. Mas não podem pedir algo como &#8220;fale bem de determinado assunto, ou fale isso e isso&#8221;. Ou seja, cabe à agência e ao cliente produzir um material de qualidade e pedir uma opinião sincera, se o produto é bom, não há o que temer.</p>
<p><strong>2-  Deixe claro que está ganhando para escrever, e se possível, quanto.</strong><br />
Somente assim você consegue passar um pouco de honestidade ao leitor do blog. Isso não signifca falar bem do assunto, mas apenas dizer algo como &#8220;olha, a Bacalhau me pagou 500 reais para eu trazer essa notícia para vocês. O sabor do peixe é forte, mas seguindo determinadas receitas fica ótimo.&#8221;<br />
O problema disso é que muitas agências não pagam por um post &#8220;identificado&#8221;, mas paciência. Clientes também não gostam daquela faixa de &#8220;informe publicitário&#8221;, mas o que está em jogo é a sua credibilidade, não a deles.</p>
<p>O Fábio Bracht <a href="http://continue.com.br/03/03/2008/generosidade-e-uma-coisa-legal">uma vez ganhou um presentinho</a> de uma loja e publicou um link de agradecimento no Continue. Ele não estava pensando em post patrocinado nem nada disso, mas a forma que ele escreveu, contando o que ganhou, ficou bastante honesta.</p>
<p>Fechando:<strong> posts pagos não são nada demais, são até uma forma bem legal de ganhar dinheiro com blogs</strong>, já que a concorrência é ferrenha, e Google Ads não costuma deixar muita gente milionário. Mas é importante ser honesto consigo mesmo e com o leitor. Além de saudável, é positivo para sua própria credibilidade.</p>
<p>Agora que vocês sabem minha opinião sobre o assunto, ninguém quer colocar um post patrocinado no Peixe Fresco?</p>
<p><em>(atualizado: de acordo com um ajuste de posicionamento deste blog, o nome das agências envolvidas foi ocultado)</em></p>
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		<title>Links de Quinta #02</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 23:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links de Quinta]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma semana que passou voando. Em breve o Peixe Fresco será inaugurado, estes posts aqui estão apenas preparando o terreno. Quando inaugurar, podem contar com conteúdo semanal de verdade! No segundo Links de Quinta trago JJ Abrams e sua mystery box, como se relacionar com blogueiros, opt-in em marketing direto, e algumas considerações sobre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-right-width: 0px" height="212" alt="tedjj" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/LinksdeQuinta02_12B6C/tedjj.jpg" width="260" align="left" border="0"> Uma semana que passou voando. Em breve o Peixe Fresco será inaugurado, estes posts aqui estão apenas preparando o terreno. Quando inaugurar, podem contar com conteúdo semanal de verdade! No segundo <strong>Links de Quinta</strong> trago JJ Abrams e sua <strong>mystery box</strong>, como se <strong>relacionar com blogueiros</strong>, <strong>opt-in</strong> em marketing direto, e algumas considerações sobre os <strong>rankings por usuários</strong>.</p>
<p><span id="more-14"></span></p>
<p clear="left">&nbsp;</p>
<p><a title="J.J. Abrams: The Mystery Box" href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/01/28/jj-abrams-the-mystery-box/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif">J.J. Abrams: The Mystery Box</a> -<strong> Carlos Merigo</strong>, do <a href="http://www.brainstorm9.com.br">Brainstorm9,</a> comenta a apresentação de J.J. Abrams, criador de <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:137589/tags:Alias">“Alias”</a>, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:137589/tags:Lost+s%C3%A9rie">“Lost”</a> e <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2007/07/20/cloverfield/">“Cloverfield”</a>, diretor de <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:137589/tags:Miss%C3%A3o+Imposs%C3%ADvel+iii">“Missão Impossível 3″</a>, no TED do ano passado, na qual explica o conceito de &#8220;mystery box&#8221;, ou o elemento surpresa. É a velha história de que o monstro deixa de ser assustador quando é mostrado, ou, em uma leitura mais livre, as pessoas têm medo do que desconhecem. Não só isso, elas também sentem atração pelo misterioso. A fórmula é antiga, basta saber utilizá-la.
<p><a title="J.J. Abrams: The Mystery Box" href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/01/28/jj-abrams-the-mystery-box/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif"></a><a title="Six Steps to Better Blogger Relations" href="http://mediabullseye.com/mb/2008/01/six-steps-to-better-blogger-re.html">Six Steps to Better Blogger Relations</a> &#8211; Com esses seis passos simples descritos por <strong>Geoff Livingston</strong> no <a href="http://mediabullseye.com">Media Bullseye</a>, você (ou sua empresa) pode se aproximar dos blogueiros, e eventualmente conseguir que eles escrevam sobre seu produto ou serviço. Tudo se resume a criar uma relação de amizade e confiança com ele, ao invés de atirar releases (ou pior, dinheiro) para o alto. Os profissionais de comunicação precisam começar a valorizar mais esse tipo de abordagem também com os jornalistas, pois essa é a maneira mais interessante (e divertida) de se fazer assessoria.
<p><a title="J.J. Abrams: The Mystery Box" href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/01/28/jj-abrams-the-mystery-box/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif"></a><a title="A import&acirc;ncia do opt-in no mobile e marketing direto" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/01/27/a-importancia-do-opt-in-no-mobile-e-marketing-direto/">A importância do opt-in no mobile e marketing direto</a> &#8211; <strong>Rodrigo Estrázulas Ronsoni</strong> escreve no <a href="http://www.websinder.com.br">Websinder</a> sobre um assunto que ainda vou trazer várias vezes no Peixe Fresco: E-mail não é lixeira! Antes de sair comprando mailings, e atirar releases para toda mundo, é preciso estabelecer um contato, encontrar as pessoas certas, e pedir antes de adicioná-las na lista. O artigo é sobre marketing direto, mas também vale para outros contatos por e-mail.
<p><a title="J.J. Abrams: The Mystery Box" href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/01/28/jj-abrams-the-mystery-box/"><img style="margin: 0px 2px 0px 0px" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2008/00/peixinho.gif"></a><a title="O que voc&ecirc; aconselha?" href="http://www.singlepeer.com/2008/01/o-que-voc-aconselha.html">O que você aconselha?</a> &#8211; <strong>Tiê Lima</strong> do <a href="http://www.singlepeer.com">Single Peer</a> faz algumas considerações interessantes sobre como a web 2.0, por meio dos seus diversos modos de &#8220;ranking&#8221; feitos pelo usuário diminui o nosso campo de escolha. E depois explica como um bom vendedor deve dar bons conselhos, não basta colocar sua marca em locais com boa visibilidade.</p>
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