Como votar nestas eleições

16/09/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Tradicionalmente, sou um descrente da política nacional, do tipo que prefere ficar longe da sujeira que ocorre por lá. Mas ao mesmo tempo, sei que é justamente esse pensamento, o de que “ninguém está olhando” é que permite que a corrupção se alastre. Então este ano resolvi começar a levar as eleições a sério. Porque “aqueles que não gostam de política são governados por aqueles que gostam”.

Principalmente porque este ano as coisas mudaram. Os políticos correram para a internet, deslumbrados com o “efeito Obama” dos EUA. Faz sentido. Segundo o IBGE, o acesso de brasileiros na web cresceu 113% das últimas eleições para cá. Não é a internet em si que é capaz de mudar alguma coisa, mas sim o acesso fácil às informações, aliado a algumas ótimas propostas de cidadania política, que vou mostrar neste artigo.

 

Você sabe o nome do que você faz?

25/06/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Existe uma palavra para definir o estudo da ligação entre as coisas e seus nomes e símbolos: Semiótica. Se você se interessa pelo assunto e não sabia, essa palavra vai abrir um universo de possibilidades para você buscar e se aprofundar! Claro, apreendemos o universo dando nome às coisas. E o que isso tem a ver com o Peixe Fresco?

O Peixe Fresco é um blog que acompanha minha carreira. Começou como um blog para falar sobre assessoria de imprensa digital. Aos poucos foi tratando de mídias sociais, sobre relacionamento de marca. E agora começa a dar seus passinhos na área de planejamento.

 

Fritura Mental 3: Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento

15/04/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

[Parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental]
[Parte 2: Agregando valor na produção de conhecimento]

Notícias, mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a ladainha da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim, amigos, a questão do filtro.

 

Fritura Mental 2: Agregando valor na produção de conhecimento

06/04/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)[parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental ]

No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver o que é conhecimento, e como ele se forma? Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post A Story Culture, do blog Rands in Repose, que se traduz basicamente em:

Dados – Material cru, fatos.
Informação – Dados organizados e apresentados por alguém com uma ordem lógica.
Conhecimento – Informação que foi entendida e absorvida. A partir daí a informação começa a ter valor, ainda que como próprio conhecimento.
Sabedoria – Conhecimento integrado e destilado, apreensão e contextualização. A partir desse ponto, não só conhecemos algo muito bem, mas somos capaz de criar e aperfeiçoar o objeto e o conhecimento.

 

Fritura Mental 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental

30/03/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Anti advertising por AlejandroooNotícias, mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! Quando parece que a humanidade endoidou para não parar mais de produzir, surgem termos como information overload. Ou sobrecarga de informação, que se você ainda não viu, verá.

Sobrecarga é excesso, mantenha isso por tempo suficiente e você obtém obesidade mental, candidata à próxima doença do século! É uma análise não da quantidade, mas do tipo de informação consumida. Esquecemos de nos alimentar de informações saudáveis para manter a mente esbelta e atacamos com os dedos gordos a snack culture, definida em 2007 pela Wired como a cultura da informação fragmentada em pequenos pedaços digeríveis.Adoramos uma porçãozinha de batata-frita com bacon! Preferimos aqueles caracteres rápidos do twitter, o lanchinho de comer em pé no Orkut. Quem hoje ainda lê uma refeição completa de 5 páginas?

 

Marcas devem conversar?

09/03/2010 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

an old design 02 por ohhector (Flickr)Já imaginou uma empresa do tamanho da Microsoft, Google, Apple, Wal-Mart ou Best-Buy conversando um a um com cada cliente, satisfeito ou insatisfeito na internet? Prepare-se para uma crise nervosa. Será?

Esse texto é uma resposta à provocação do René de Paula, que no ótimo post A Terra do Nunca mostra como as coisas nas mídias sociais parecem mágica:

Por isso show de mágica é um sucesso. Já pensou serrar um cretino em dois sem a polícia correr atrás de você? Ou fazer um chato virar uma revoada de pombos? Até eu sonho com isso. Mas… life sucks. Tudo dá trabalho. E mesmo o Cirque de Soleil só é tão mágico porque os caras ralam dia e noite sem parar. Mas… isso não interessa a ninguém, certo? Acreditemos em magia, então.