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	<title>Peixe Fresco - Mídias Sociais &#187; Artigo</title>
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	<description>Debatendo para tentar explicar e descobrir o que é a tal das mídias sociais</description>
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		<title>Você sabe o nome do que você faz?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 12:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Existe uma palavra  para definir o estudo da ligação entre as coisas e seus nomes e  símbolos: Semiótica. Se você se interessa pelo assunto e não sabia, essa  palavra vai abrir um universo de possibilidades para você buscar e se  aprofundar! Claro, apreendemos o universo dando nome às coisas. E o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/voce-sabe-o-nome-do-que-voce-faz/"><img class="alignleft size-full wp-image-435" title="Heres-my-name" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/06/Heres-my-name.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Existe uma palavra  para definir o estudo da ligação entre as coisas e seus nomes e  símbolos: Semiótica. Se você se interessa pelo assunto e não sabia, essa  palavra vai abrir um universo de possibilidades para você buscar e se  aprofundar! Claro, apreendemos o universo dando nome às coisas.<strong> E o que  isso tem a ver com o Peixe Fresco?</strong></p>
<p>O Peixe Fresco é um blog que  acompanha minha carreira. Começou como um blog para falar sobre  assessoria de imprensa digital. Aos poucos foi tratando de mídias  sociais, sobre relacionamento de marca. <strong>E agora começa a dar seus  passinhos na área de planejamento</strong>.</p>
<p><span id="more-434"></span>Calma, não cancelem a  assinatura do feed! Olhando a evolução dos posts, nada vai mudar, porque  eu percebi que de certa forma, sempre estive falando de planejamento,  mídias sociais e posicionamento de marca.</p>
<h3>Um blog sobre tudo?</h3>
<p>Não,  ele sempre foi focado em descobrir como é que funciona essa história de  marcas se relacionando com consumidores na web, e as tangentes desse  assunto. O confuso era eu, que ainda estava entendendo o que eu fazia.  Sabe aquela história de um cargo no papel e outra na vida real? Eu me  destrinchava entre &#8220;analista de mídias sociais&#8221;,&#8221;editor de conteúdo&#8221;,  &#8220;relações públicas 2.0&#8243; e &#8220;assistente de planejamento&#8221;.</p>
<p>Esse  último é o que eu menos dava bola. Também, diante de nomes tão mais  contemporâneos o brilhosos, por que me ater justo ao que parecia mais  quadrado?</p>
<p>Fast-foward para hoje, mudança de emprego, de cidade,  resolvi começar a pesquisar o que era esse tal de planejamento. Até  descobrir como eu me encaixo nessa carreira, e como eu já vinha me  encaminhando para isso há tempos!</p>
<h3>O que eu ganho sabendo o  nome?</h3>
<p>Em primeiro lugar, informação. <strong>Quando descobre o nome  do que faz, você fica mais esperto ao ver a palavrinha por aí.</strong> Assim  descobri ótimos blogs! Se antes já lia um post ou outro que me aparecia,  agora assinei e virei fã de referências nacionais como o <a title="Blog do  GP" href="http://grupodeplanejamento.com.br/_2010/">Blog do GP</a>, <a title="chmkt" href="http://www.chmkt.com.br/">chmkt</a> e <a title="Pense Planner" href="http://www.penseplanner.com/">Pense Planner</a>, e internacionais como  o <a title="Buy me, I'll change your life" href="http://illchangeyourlife.wordpress.com/">Buy me, I&#8217;ll change your life</a>,  com um dos melhores nomes de blog que já vi!</p>
<p>Assim você percebe  que não está sozinho. Encontra gente para trocar experiências, debater,  encontros e muita, mas muita, mas muita referência. O que é matéria  prima essencial para planejadores.</p>
<p>Mas isso vale para todas as  áreas. Ser o faz-tudo é legal, é flexível, pode abrir novas portas. Mas  saber o nome certo permite dominar aquele universo. <strong>Em um mundo de  Google e palavras-chave, o termo certo faz toda a diferença!</strong></p>
<p>Por  exemplo, tem muita gente ralando pra abrir uma empresa sem um tostão.  Sabendo que o nome disso é bootstrapping ou empreendedor alça-de-bota,  um novo universo de referências, dicas e &#8220;grupos de apoio&#8221; se abrem com  uma <a title="simples pesquisa" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=9kS&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;&amp;sa=X&amp;ei=7GEjTMnkEMuwuAeE9szYBw&amp;ved=0CBUQvwUoAQ&amp;q=bootstrapping+entrepreneurship">simples pesquisa</a>.</p>
<h3><img class="alignleft size-full wp-image-436" title="The One Ring" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/06/onering.jpg" alt="" width="237" height="158" />One  name to rule them all, one name to find them,<br />
One name to bring  them all and in the darkness bind them!</h3>
<p>É claro que tudo tem  que ter lado ruim. Voltando à semiótica lá do começo do texto. Existe  uma relação de força entre o nome, o objeto <em>per se</em>, e a idéia do  objeto. Isso significa que a partir do momento que você define, ou  descobre o nome, você arrumou uma caixinha. E caixas são bastante  confortáveis, <a title="como você sabe" href="http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=5Vn&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;q=cat+in+box&amp;prmdo=1&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;source=univ&amp;ei=UWMjTLnNJMifuAfcsIHYBw&amp;sa=X&amp;oi=image_result_group&amp;ct=title&amp;resnum=4&amp;ved=0CD0QsAQwAw">como você sabe</a>.</p>
<p>E daí que  enquanto desconhece o nome, você pode não ter todo um universo de  referências à sua disposição, <strong>mas também não sabe &#8220;o jeito certo&#8221; ou  &#8220;modo padrão&#8221; de fazer as coisas</strong>. As suas idéias até podem ser ruins,  mas serão criativas. Ou seja, quanto mais dentro, mais difícil pensar  fora.</p>
<p>Mas oras, se o poder do <a title="Um Anel" href="http://en.wikipedia.org/wiki/One_Ring">Um  Anel</a> é controlar todos os outros, temos aí a chave! Você precisa do  seu um anel, para dominar o seu mercado, nome e suas palavras-chave. E a  partir dele você começa a dominar todos os outros: o mercado, nome e  palavras-chave dos clientes, dos fornecedores, das referências.</p>
<p><strong>O  poder de dominar um nome é poder usá-lo para dominar cada vez mais  universos!</strong></p>
<h3>Enfim, você sabe o nome do que você faz?</h3>
<p>Como  você descobriu o nome da carreira, que portas isso abriu para você? Ou  você é feliz na ignorância? Eu era, mas sou mais feliz agora conhecendo  um pouco. <strong>Conta aí nos comentários!</strong></p>
<p><small>As imagens que ilustram esse post são de <a href="http://www.flickr.com/photos/28481088@N00/929123713/"><strong>tanakawho</strong></a> e <a title="Link to  Generalnoir's photostream" rel="dc:creator cc:attributionURL" href="http://www.flickr.com/photos/61168414@N00/391009102/"><strong>Generalnoir</strong></a>, respectivamente.</small></p>
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		<title>Fritura Mental 3:  Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[[Parte 1: Sobrecarga  de Informação e Obesidade Mental]
[Parte 2: Agregando  valor na produção de conhecimento]
Notícias, mensagens, twittadas,  vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a ladainha da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim,  amigos, a questão do filtro.

Há dois fitros, sempre: um  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-421" href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/attachment/some_yum/"><img class="alignleft size-full wp-image-421" title="Some_yum por jules_shanghai (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/04/Some_yum.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>[Parte 1: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/">Sobrecarga  de Informação e Obesidade Mental</a>]<br />
[Parte 2: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/">Agregando  valor na produção de conhecimento</a>]</p>
<p>Notícias, mensagens, twittadas,  vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a <a title="ladainha" href="http://icanhascheezburger.com/">ladainha</a> da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim,  amigos, <strong>a questão do filtro</strong>.</p>
<p><span id="more-420"></span></p>
<p>Há dois fitros, sempre: um  interno, o que eu escolho ler, e um externo, o que chega até mim. Como o  interno é individual, vejamos o externo. Uma <a title="pesquisa com os artigos da New York Times mais enviados por  e-mail" href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/science/09tier.html">pesquisa com os artigos da New York Times mais enviados por  e-mail</a> chegou a conclusões bastante interessantes: artigos longos  são mais compartilhados que os curtos, e principalmente, aqueles capazes  de instigar uma alteração na visão de mundo do leitor apareceram com  grande destaque.</p>
<p>É um brilho de lampejo na capacidade do  usuário como responsável pela propagação de conhecimento e sabedoria.  Outra abordagem apela para a coletividade, para a &#8220;<a title="sabedoria das multidões" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">sabedoria das multidões</a>&#8220;. Se  pensarmos nesses modelos surgindo em 2004 com o <a title="Digg" href="http://digg.com/">Digg</a>, a idéia já tem  certa maturidade.</p>
<p>E o mais incrível! O modelo não serve apenas  para espalhar o último vídeo de um <a title="gatinho cantando trololo" href="http://www.youtube.com/watch?v=uqafYTKBpss">gatinho cantando trololo</a> na  internet, também é útil dentro do modelo científico.  O cientista social Cameron Neylon tem uma <a title="ótima apresentação sobre isso" href="http://www.slideshare.net/CameronNeylon/now-about-that-filter">ótima apresentação sobre  isso</a>.</p>
<p>O editor da Wired Steven Johnsons, no mesmo artigo  Snack Culture, contra argumenta que no fim, a informação não está mais  curta, e nem mais fragmentada, <a title="é apenas um erro de percepção" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snacklash.html">é apenas um erro de percepção</a>.  Nós temos mais de tudo, tanto dados fragmentados como de sabedoria e  conteúdo longo.</p>
<h3>Uma grande mesa farta</h3>
<p>Imagine uma  grande festa com uma grande mesa, com todo o tipo de comida possível,  provavelmente saída de um texto de Terry Pratchet ou Douglas Adams.  Agora imagine você na festa, escolhendo o que comer. Você experimenta  ótimas refeições francesas, ou corre para a mesa de doces? De cara algumas conclusões:</p>
<ul>
<li>Haverá  chefs preocupados com a qualidade da comida e doceiras simpáticas.</li>
<li>As  mesas com mais movimento vão sempre chamar mais atenção, gerando ainda  mais movimento.</li>
<li>Você vai acompanhar seus amigos. É improvável  que prefira uma refeição completa enquanto todos eles atacarem os nachos.</li>
<li>Vice-versa.  As refeições que escolher definirão os contatos e amizades que fará na  festa.</li>
</ul>
<p>Com essa metáfora para a internet tento mostrar que  não há conteúdo bom e conteúdo ruim. Nem um jeito certo de consumir as  coisas. Mas há sim, sempre, consequências. É um exercício do poder de  escolha, embora não absoluto, maior que em outros canais como televisão  ou rádio.</p>
<p>Ainda há muito a ser discutido nessa questão.  Obesidade mental é sim um problema sério para o futuro, principalmente  com a educação e as redes se fundindo cada vez mais. Mas o quanto não estaremos entrando na invasão à opção individual ao lutarmos contra? Mas você, o que acha? <strong>Sua mente está  engordando ou ganhando músculos? </strong></p>
<p><small><em>A imagem que ilustra este post é de  <a href="http://www.flickr.com/photos/75304241@N00/343284787/"> jules_shanghai</a>.</em></small></p>
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		<title>Fritura Mental 2: Agregando valor na produção de conhecimento</title>
		<link>http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 19:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental ]
No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver o que é conhecimento, e como ele se forma? Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post A Story Culture, do blog Rands in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-400" href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/attachment/annotated-bookshelf/"><img class="alignleft size-full wp-image-400" title="Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/04/Annotated-Bookshelf.jpg" alt="Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)" width="300" height="200" /></a>[parte 1:<a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/"> Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental</a> ]</p>
<p>No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver <strong>o que é conhecimento, e como ele se forma?</strong> Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post <a id="kqfi" title="A Story Culture" href="http://www.randsinrepose.com/archives/2010/02/08/a_story_culture.html">A Story Culture</a>, do blog Rands in Repose, que se traduz basicamente em:</p>
<p><strong>Dados</strong> &#8211; Material cru, fatos.<br />
<strong>Informação</strong> &#8211; Dados organizados e apresentados por alguém com uma ordem lógica.<br />
<strong>Conhecimento</strong> &#8211; Informação que foi entendida e absorvida. A partir daí a informação começa a ter valor, ainda que como próprio conhecimento.<br />
<strong>Sabedoria</strong> &#8211; Conhecimento integrado e destilado, apreensão e contextualização. A partir desse ponto, não só conhecemos algo muito bem, mas somos capaz de criar e aperfeiçoar o objeto e o conhecimento.</p>
<p><span id="more-398"></span><br />
Traduzindo a pirâmide: juntando, cruzando e destilando dados e informação você consegue gerar conhecimento e sabedoria.</p>
<p>Outra coisa que cabe nesta discussão é o <em>Transmedia Storytelling</em>, de <a title="Henry Jenkins" href="http://culturadaconvergencia.com.br/">Henry Jenkins</a>, conceito criado no livro <em><a id="lwvu" title="A Cultura da Convergência" href="http://portalliteral.terra.com.br/lancamentos/cultura-da-convergencia">A Cultura da Convergência</a></em>, que trata da <strong>narrativa multimeios</strong> e a criação de universos paralelos, muita usada na ficção e publicidade.</p>
<p>Para criar uma narrativa realmente convincente que envolva as pessoas é preciso um universo que se desenrole em diversos meios, online e offline, uma mesma história distribuída em blogs, twitter, outdoors, revistas, cosplayers, teatro, celular, e qualquer outra mídia, criadas parte pelos produtores originais e em parte pelo grande público.</p>
<p>Não se trata da mesma mensagem repetida à exaustão, mas de pequenos fragmentos que se somam para criar uma história maior. Sucessos atuais como a série Lost, filme Batman ou o jogo Mass Effect utilizam muito bem essa técnica, acrescentando diversas dimensões à complexidade na história.</p>
<p>E isso não é nada novo. Star Wars, por exemplo, conta não só com o universo construído, mas em contínua expansão, pelas mãos tanto dos detentores dos direitos autorais quanto por fãs outros.</p>
<h3>Fragmentos são necessários</h3>
<p>Ambos os conceitos apresentados colocam a obesidade mental em cheque: para agregar valor, é condição <em>sine qua non</em> uma quantidade de dados massivos, relevantes ou não. Conhecimento e sabedoria só são obtidos no cruzamento de bastante informação. Assim como para criar um mundo convincente, você precisa de inúmeros elementos que não farão diferença na trama principal.</p>
<p>Se essa hierarquia é triangular, ou seja, não é possível obter sabedoria sem uma boa quantidade de conhecimento, ela pressupõe então uma quantidade monstruosa de dados, de material original, e de snack culture, necessárias para gerar algum valor.</p>
<p>Na semana que vem trago a terceira e última parte. Eu me pergunto: <strong>toda essa sobrecarga de informação é realmente necessária? </strong></p>
<p>[Parte 3:  <a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/">Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</a> ]<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"><br />
</a></p>
<p><small>A foto que ilustra esse post é de <a href="http://www.flickr.com/photos/44124367955@N01/488748172/">jonathanpberger</a>.</small></p>
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		<title>Fritura Mental 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental</title>
		<link>http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 00:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notícias,  mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! Quando parece que a  humanidade endoidou para não parar mais de produzir, surgem termos como information overload. Ou sobrecarga de informação, que se você  ainda não viu, verá.
Sobrecarga é excesso, mantenha isso por  tempo suficiente e você obtém obesidade mental, candidata à próxima  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/44858457@N00/3147785989/"><img class="alignleft size-full wp-image-390" title="Anti advertising por Alejandrooo" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/03/Anti_advertising-por-Alejandrooo.jpg" alt="Anti advertising por Alejandrooo" width="300" height="200" /></a>Notícias,  mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! Quando parece que a  humanidade endoidou para não parar mais de produzir, surgem termos como<em> information overload</em>. Ou sobrecarga de informação, que se você  ainda não viu, verá.</p>
<p>Sobrecarga é excesso, mantenha isso por  tempo suficiente e você obtém obesidade mental, candidata à próxima  doença do século! É uma análise não da quantidade, mas do tipo de  informação consumida. Esquecemos de nos alimentar de informações  saudáveis para manter a mente esbelta e atacamos com os dedos gordos a <strong><a title="snack culture" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snack.html">snack culture</a></strong>, definida em 2007 pela Wired  como a cultura da informação fragmentada em pequenos pedaços  digeríveis.Adoramos uma porçãozinha de batata-frita com bacon!  Preferimos aqueles caracteres rápidos do twitter, o lanchinho de comer  em pé no Orkut. <strong>Quem hoje ainda lê uma refeição completa de 5 páginas?</strong><br />
<span id="more-388"></span></p>
<p>Só  que o &#8220;hoje&#8221; está mal colocado. Vá a qualquer banca e olhe as capas de  revistas e jornais, e me responda se não é o balcão de doces da padaria?  Ou melhor ainda: ligue a TV. O público quer batatas-fritas. E <a title="aqui" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snacktimepopf.html">este infográfico da Wired</a> prova como a  história é velha.</p>
<h3>Nós temos um problema</h3>
<p>Será que temos  mesmo? Algumas pessoas, como <a title="esse cara" href="http://www.slideshare.net/GetGrok/the-next-american-epidemic-mind-obesity-from-getgrokcom">Get Grok</a>, não só acreditam nisso, como  engajaram em uma batalha contra o fim da produção e consumo de toda essa  fritura mental em blogs, twitter, facebook e etc, quase um <a title="Super Size  Me" href="http://www.imdb.com/title/tt0390521/">Super Size Me</a> da web.</p>
<p>Para tentar entender essa  questão de uma maneira lógica, quebrei o artigo em mais duas partes, que  abordam o assunto na produção e no consumo da informação. Na semana que  vem publico a parte 2!</p>
<h3>Debate</h3>
<p>Para encerrar a primeira  parte, proponho aqui um debate, sobre <strong>obesidade mental</strong>. Acha que  temos cada vez mais apelado ao conteúdo fácil, calórico, cada vez mais  abundante, e temos lido menos livros, menos posts longos e técnicos, ou  seja, <strong>consumindo menos refeições ricas em conceitos?</strong></p>
<p>[Parte 2: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/"> Agregando valor na produção de conhecimento</a> ]<br />
[Parte 3:<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"> Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</a> ]<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"><br />
</a></p>
<p><small><em>A imagem que ilustra este post é de <a href="http://www.flickr.com/photos/44858457@N00/3147785989/">Alejandrooo</a>.</em></small></p>
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		<title>Marcas devem conversar?</title>
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		<comments>http://peixefresco.net/2010/artigo/marcas-devem-conversar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Já imaginou uma empresa do tamanho da Microsoft, Google, Apple, Wal-Mart ou Best-Buy conversando um a um com cada cliente, satisfeito ou insatisfeito na internet? Prepare-se para uma crise nervosa. Será?
Esse texto é uma resposta à provocação do René de Paula, que no ótimo post A Terra do Nunca mostra como as coisas nas mídias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/63287402@N00/456611804/"><img class="alignleft size-full wp-image-373" title="an old design 02 por ohhector (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/03/an-old-design-02-por-ohhector.jpg" alt="an old design 02 por ohhector (Flickr)" width="300" height="200" /></a>Já imaginou uma empresa do tamanho da Microsoft, Google, Apple, Wal-Mart ou Best-Buy conversando um a um com cada cliente, satisfeito ou insatisfeito na internet? Prepare-se para uma crise nervosa. Será?</p>
<p>Esse texto é uma resposta à provocação do René de Paula, que no ótimo post <a title="A Terra do Nunca" href="http://resultson.com.br/colaboradores/a-terra-do-nunca/"><strong>A Terra do Nunca</strong></a> mostra como as coisas nas mídias sociais parecem mágica:</p>
<blockquote><p>Por isso show de mágica é um sucesso. Já pensou serrar um cretino em dois sem a polícia correr atrás de você? Ou fazer um chato virar uma revoada de pombos? Até eu sonho com isso. Mas… life sucks. Tudo dá trabalho. E mesmo o Cirque de Soleil só é tão mágico porque os caras ralam dia e noite sem parar. Mas… isso não interessa a ninguém, certo? Acreditemos em magia, então.</p></blockquote>
<p><span id="more-371"></span></p>
<p>Confesso que demorei um bocado de tempo para digerir tudo até uma resposta satisfatória. Mas é claro, se você vai responder se &#8220;marcas devem conversar&#8221;, responda primeiro<strong> o que é conversa</strong>, <strong>o que é marca</strong>?</p>
<h3>O que significa conversar?</h3>
<p>Empresas sempre conversaram, e sempre vão conversar. Conversas são definidas pelo tempo histórico que se encontram. &#8220;Conversar&#8221; em 1874 não é a mesma coisa que &#8220;conversar&#8221; em 2010. E certamente não será o mesmo &#8220;conversar&#8221; em 2097, se sobrevivermos a 2012.</p>
<p>Uma empresa conversar em 1874 consistia em preencher a placa de ofertas do dia na frente do mercado, colocar panfletos no grande mural da fábrica ou enviar um representante de vendas para a quermesse. Há pouco tempo atrás, conversar era comprar 30 segundos no intervalo do Fantástico. Hoje conversar é&#8230; complexo.</p>
<p>Hoje as pessoas conversam por twitts, mensagens, msn, comunidades, etc. Mas você não precisa de mim para saber disso, porque você já está copiando o endereço deste post para twittar.</p>
<p>Portanto a minha definição de &#8220;conversar&#8221; aqui é a clássica passar a mensagem com clareza, para o público que importa, onde ele estiver. &#8220;Ahn, mas conversas são mensagens indo e vindo&#8221;, você me diria, &#8220;e não alguém berrando com um megafone!&#8221; Mas sim, uma conversa é sim uma via de duas mãos. Acontece que as duas mãos não são necessariamente iguais. Volto a isso mais para frente.</p>
<h3>O que são marcas?<strong> </strong></h3>
<p>&#8220;Marcas são conversações&#8221;, derivação do cliché &#8220;mercados são conversações&#8221;. Uma marca é o conjunto de idéias e valores que os stakeholders, ou seja, mercado, fruidores e etc. fazem de algo intangível, símbolo, nome, produto ou conceito. Complicado? Sim, um bocado. Mas dá para simplificar.</p>
<p>O valor que tem uma marca, como por exemplo Google, está diretamente ligado ao que as pessoas pensam dela. Uma crise de imagem diminui o valor de uma marca, enquanto o lançamento de um ótimo produto bem avaliado pelo mercado costuma aumentar o valor de uma marca. O cálculo de bens intangíveis de uma empresa, incluside de marcas, é algo bastante complexo, realizado por empresas especializadas.</p>
<p>Então o que é uma marca? Uma marca é um bem intangível de uma empresa, união dos valores implantados pela empresa para ela com os valores absorvidos e repercutidos sobre ela pelos fruidores.</p>
<h3>Então, marcas devem conversar?<strong></strong></h3>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/14355738@N00/72810465/"><img class="alignleft size-full wp-image-374" title="Hmm por Stese" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/03/Hmm-por-Stese.jpg" alt="Hmm por Stese (Flickr)" width="300" height="200" /></a>Se você está seguindo meu raciocínio até aqui, você já percebeu que marcas <strong>conversam o tempo todo</strong>, quer queiram ou não. Então a menos que os empresários queiram deixar os bens de sua empresa à deriva, a questão se desloca para dois lados:</p>
<p><strong>Marcas devem controlar essa conversa? </strong>Este sempre foi o modus operandi padrão por muitos anos. Com a força que o público ganhou deixando de ser expectador para participante e produtor de cultura, isso se tornou impossível hoje. Sobra então uma única alternativa:</p>
<p><strong>Marcas precisam acompanhar, entender e participar dessa conversa.</strong> Conversar não significa literalmente abrir um canal de chat e responder a toda e qualquer citação nas redes. Principalmente porque <a id="wmdx" title="isso não é escalável" href="http://peixefresco.net/2008/artigo/comunicacao-nas-midias-sociais-e-escalavel/">isso não é escalável</a>. Mas siginifica mapear e responder ao tom, ou aos tons que os nichos e segmentos estão usando em relação a ela.</p>
<p>Em grandes empresas o diálogo é lento, mas necessário. A resposta do Google em relação à falha de segurança no Buzz é um tipo de conversa. Feedback indo, soluções voltando. Ou seja, os canais não são necessariamente iguais. Quanto à Apple, o fato dela não conversar, principalmente em relação às regras insanas da App Store, tem aos poucos arranhado sua imagem entre os desenvolvedores.</p>
<p>Um último trecho do texto que citei lá no começo:</p>
<blockquote><p><strong>Marcas devem conversar. </strong>Defina “devem”. Eu não quero conversar com o fabricante do meu carro. Eu quero esquecer que ele existe. Se eu lembrei do fabricante vou procurar outro.<em><br />
</em></p></blockquote>
<p>Ser invisível é o desejo de 10 em cada 10 fornecedores de tecnologia. Mas como profissional de PR, a gente aprende muito rápido que empresa nenhuma é infalível. Gerenciamento de crise é estar preparado para colocar as pessoas certas para conversar na hora que a bomba estoura!</p>
<h3>Então, marcas devem conversar? (2)</h3>
<p>Se eu tivesse uma resposta definitiva para essa pergunta estaria rico. A própria idéia de conversa pressupõe um debate, um desatino de conceitos e explicações. E você é meu convidado de honra para continuar esta conversa aqui nos comentários!</p>
<p>Você acha que marcas conversam, precisam conversar ou apenas &#8220;ser&#8221; basta?</p>
<p><em><small>*As imagens utilizadas são de <a href="http://www.flickr.com/photos/ohhector/">ohhector</a> e  <a href="http://www.flickr.com/photos/14355738@N00/">Stese</a> respectivamente.</small> </em></p>
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		<title>Creative Commons – E como isso importa à comunicação corporativa</title>
		<link>http://peixefresco.net/2010/artigo/creative-commons-%e2%80%93-e-como-isso-importa-a-comunicacao-corporativa/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>

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		<description><![CDATA[*Texto meu publicado no site ComRemix.
A Creative Commons, que recentemente lançou a versão 3.0 no Brasil, é um projeto global, presente em mais de 40 países, que lida com a questão de direitos autorais. Ele permite que criadores de conteúdo (fotógrafos, escritores, blogueiros, cineastas, músicos etc) compartilhem seus trabalhos com a sociedade, sem abrir mãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/37780455@N03/3724370109/"><img class="alignleft size-full wp-image-364" title="Super Lisa, por alexxprieto (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/03/monalisa.jpg" alt="Super Lisa, por alexxprieto (Flickr)" width="300" height="200" /></a><em>*Texto meu publicado no site <strong><a href="http://www.comremix.com.br/creative-commons-e-como-isso-importa-a-comunicacao-corporativa">ComRemix</a></strong></em>.</p>
<p>A Creative Commons, que recentemente lançou a versão 3.0 no Brasil, é um projeto global, presente em mais de 40 países, que lida com a questão de direitos autorais. Ele permite que criadores de conteúdo (fotógrafos, escritores, blogueiros, cineastas, músicos etc) compartilhem seus trabalhos com a sociedade, sem abrir mãos dos seus direitos de autor. (&#8230;)</p>
<p>A Creative Commons surgiu com algumas respostas em um cenário onde as fronteiras se diluem cada vez mais, onde o compartilhamento de informação se tornou mais importante que os direitos autorais. Mas é justamente esse cenário que torna tão difícil uma interpretação literal de suas regras.</p>
<p><strong><a href="http://www.comremix.com.br/creative-commons-e-como-isso-importa-a-comunicacao-corporativa">Leia o texto lá no ComRemix!</a></strong></p>
<p><span id="more-362"></span></p>
<p><em>A imagem que ilustra esse post é de <a title="Link para a galeria de alexxprieto" rel="dc:creator cc:attributionURL" href="http://www.flickr.com/photos/37780455@N03/">alexxprieto</a> </em></p>
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		<title>7 desejos para o mercado de mídias sociais em 2010</title>
		<link>http://peixefresco.net/2009/artigo/7-desejos-para-o-mercado-de-midias-sociais-em-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 19:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[

Se você estiver vendo isso no e-mail ou por RSS, por favor  clique aqui para ver a apresentação!
Menos métricas
Que as agências busquem os canais que interessam, não os canais mais fáceis de medir. 
Menos Shiny Object Syndrome
Se um blog no blogspot é a melhor solução, ela será usada. Se uma comunidade no Orkut é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="width:600px;text-align:left" id="__ss_2798101"><object style="margin:0px" width="600" height="500"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7coisasquedesejoparaomercadode2-091230082102-phpapp02&#038;stripped_title=7-desejos-para-o-mercado-de-mdias-sociais-em-2010" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=7coisasquedesejoparaomercadode2-091230082102-phpapp02&#038;stripped_title=7-desejos-para-o-mercado-de-mdias-sociais-em-2010" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="500"></embed></object></div>
<p><span id="more-356"></span><br />
<em>Se você estiver vendo isso no e-mail ou por RSS, por favor <a href="http://peixefresco.net/2009/artigo/7-desejos-para-o-mercado-de-midias-sociais-em-2010/" title="7 desejos para o mercado de mídias sociais em 2010"> clique aqui</a> para ver a apresentação!</em></p>
<p><strong>Menos métricas</strong><br />
Que as agências busquem os canais que interessam, não os canais mais fáceis de medir. </p>
<p><strong>Menos Shiny Object Syndrome</strong><br />
Se um blog no blogspot é a melhor solução, ela será usada. Se uma comunidade no Orkut é a melhor solução, ela será usada. Não é porque uma rede nova está na boca dos &#8220;trending topics&#8221; que a sua campanha precisa entrar lá! </p>
<p><strong>Menos panelinha</strong><br />
Redes sociais são feitas de contatos. Se você tem vários amigos em agências, as chances de ser convidado para uma ação são grandes.<br />
Claro, os mais relevantes, com maior audiência, são mais requisitados. Mas que os analistas façam o dever de casa e não convidem blogueiros de tecnologia para falar de maquiagem ou culinária. </p>
<p><strong>Menos mimimi</strong><br />
Está na hora do mercado de mídias sociais brasileiro se profissionalizar, e isso diz respeito tanto às agências quanto aos comunicadores. Chega de discussão sobre post pago, meritocracia, não fui convidado para ação, fui convidado para ação, troco posts por brinde, me ofendi com o valor pago, e etc. </p>
<p><strong>Menos posts, menos twitts, menos exposição</strong><br />
&#8220;Think before you post.&#8221; A única maneira de melhorar a qualidade dos textos e de desenvolver uma web saudável é filtrar melhor o que deve ir ao ar ou não. E gente, sem se expor demais, não? </p>
<p><strong>Menos jeito certo</strong><br />
Internet is for porn? For lolcats? For gamers? Para adolescentes? Para fãs de crepúsculo? Para trolls? Cada site, meio, comunidade ou tribo tem seu próprio estilo, regras e melhores práticas. Chega do &#8220;jeito certo&#8221; imposto para tudo, precisamos de mais auto-moderação.</p>
<p><strong>Menos revoluções de sofá!</strong><br />
Inventar uma tag no twitter não vai mudar o mundo. Projetos ligados ao mundo real, comoo Transparência Hack Day, o VotenaWeb e o TEDxSP é que podem fazer a diferença.</p>
<p><strong>Ótimo 2010!</strong></p>
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		<title>Vale a pena criar conteúdo multimídia?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 11:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[pr20]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem foi publicado um texto meu no ComRemix sobre esse assunto, mais resumido e direto ao ponto. Esta aqui era a primeira versão, mais completa (e longa), que resolvi disponibilizar para vocês. 
Texto, vídeo, audio, fotos, ilustrações, apresentações, infográficos ou então tudo isso misturado. Desde que a internet tornou possível e viável o conteúdo multimídia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/purprin/3656686862/in/set-72157611423024656/"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2009/12/imworking_por_purprin.jpg" alt="imworking_por_purprin" title="imworking_por_purprin" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-351" /></a><em>Ontem foi publicado <a href="http://www.comremix.com.br/quando-o-release-e-multimidia">um texto</a> meu no <strong>ComRemix</strong> sobre esse assunto, mais resumido e direto ao ponto. Esta aqui era a primeira versão, mais completa (e longa), que resolvi disponibilizar para vocês. </em></p>
<p>Texto, vídeo, audio, fotos, ilustrações, apresentações, infográficos ou então tudo isso misturado. Desde que a internet tornou possível e viável o conteúdo multimídia, a discussão deixa de ser técnica, é preciso pensar na efetividade da mensagem. Não é mais preciso saber se o servidor aguenta um vídeo, já que o vídeo estará no <a href="http://youtube.com">Youtube</a> ou no <a href="http://blip.tv">Blip.tv</a>, por exemplo. A questão agora é: vale a pena? Alguém vai ver, ou é dinheiro perdido?</p>
<p><span id="more-344"></span></p>
<h3>Multimídia não é barato.</h3>
<p>Criar conteúdo multimídia é trabalhoso e leva tempo. E, se o release, apenas um texto de cinco parágrafos, sequer é lido pelo jornalista, vale a pena movimentar a equipe para a produção de um vídeo ou de outro conteúdo? Muitas vezes sim, outras não. Use com moderação.</p>
<h3>Jornalista tem tempo? E blogueiro?</h3>
<p>Imagens, quando junto ao texto, são lidas instantâneamente. Muitas vezes uma boa imagem pode ganhar o comunicador, ou ao menos convidá-lo para ler o texto inteiro.</p>
<p>No caso de um vídeo ou de uma apresentação, a efetividade maior é depois que o comunicador já se interessou pelo assunto. Uma vez que isso aconteceu, você ganha alguns minutos a mais para terminar de convencê-lo que o assunto é quente.</p>
<h3>Quando o conteúdo é complicado, multimídia ajuda.</h3>
<p>Um novo produto na área de TI, um equipamento diferente para um laboratório. &#8220;Ok&#8230; E o que ele tem de diferente?&#8221; Muitas vezes uma novidade tecnológica não consegue seu espaço na mídia pela dificuldade de apreensão do conteúdo. Um infográfico ou apresentação pode ajudar muito nesse caso, sem entendiar o comunicador em um texto longo e técnico, cuja chance de conquistar a atenção de qualquer um é mínima.</p>
<p>As mídias sociais são para todos os públicos. Portanto, enquanto jornalistas especializados na área entenderão com meias palavras, outra grande parte do público pode cair de pára-quedas no assunto, sempre vale ampará-los.</p>
<h3>Um vídeo pode adicionar uma voz pessoal</h3>
<p>Um porta-voz apaixonado pelo assunto explicando por que o assunto é realmente interessante pode fazer toda a diferença, com autorização para deixar de lado os aspectos técnicos e trazer para a cena o lado humano. É o que Steve Jobs faz de melhor como garoto propaganda, por exemplo.</p>
<h3>Conteúdo pronto para ir!</h3>
<p>Quanto mais facilitar o trabalho dos comunicadores, maior a chance da informação fluir. Oferecer as falas dos executivos em áudio facilita o trabalho dos jornalistas do rádio e de podcasters. Uma boa apresentação do produto no <a href="http://slideshare.net">slideshare</a> ou no <a href="http://youtube.com">Youtube</a> pode ser incorporada em blogs que reproduzirem a matéria. A chance de um comunicador realmente entrar em contato com a assessoria para reproduzir um conteúdo é baixa, portanto, quanto mais material pronto oferecido, maior a chance dele ser republicado.</p>
<div id="__ss_2716146" style="width: 600px; text-align: center;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Conteúdo Multimídia no Release" href="http://www.slideshare.net/rmacomunicacao/conteddo-multimdia-no-release">Conteúdo Multimídia no Release</a></div>
<p style="text-align: center;"><object style="margin: 0px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=contedomultimdia-091214110729-phpapp02&amp;stripped_title=conteddo-multimdia-no-release" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin: 0px;" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=contedomultimdia-091214110729-phpapp02&amp;stripped_title=conteddo-multimdia-no-release" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>*Obs extra: mudei recentemente o Peixe Fresco de servidor, se houver algum corportamento estranho no site, dê um toque! </em></p>
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		<title>A web em tempo real</title>
		<link>http://peixefresco.net/2009/artigo/a-web-em-tempo-real/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tempo real]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[*Este texto foi originalmente publicado no ComRemix
Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das cinco tendências que despontou em 2009, a “internet em tempo real” trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um avião caído no rio Hudson, seja um evento de tecnologia, seja um amigo levando o cachorro para passear.

A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/fjtu/2433592282/in/photostream/"><img class="size-full wp-image-269 alignleft" title="temporeal" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2009/10/temporeal.jpg" alt="por FJTU (Flickr)" width="300" height="200" /></a><small><em><strong>*Este texto foi originalmente publicado no <a href="http://www.comremix.com.br/a-web-em-tempo-real">ComRemix</a></strong></em></small></p>
<p>Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das <a title="cinco tendências que despontou em 2009" href="http://www.slideshare.net/ricmac/readwritewebs-top-5-web-trends-in-2009" target="_blank">cinco tendências que despontou em 2009</a>, a “internet em tempo real” trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um <a title="avião caído no rio Hudson" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Voo_US_Airways_1549" target="_blank">avião caído no rio Hudson</a>, seja um <a title="evento de tecnologia" href="http://www.campus-party.com.br/" target="_blank">evento de tecnologia</a>, seja um amigo <a href="http://twitter.com/PatriciaTotaro/statuses/4602670558" target="_blank">levando o cachorro para passear</a>.<br />
<span id="more-268"></span></p>
<p>A notícia em tempo real não é algo novo. Começou a ser alavancada no início do século XX com o rádio e logo depois com a televisão. Hoje, após um salto tecnológico, todos convivemos diariamente com a notícia em tempo real, como receptores e como emissores nos canais sociais como o <a title="twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Uma das grandes vantagens da informação em tempo real é seu flerte com outro conceito, o de <a title="realidade aumentada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada" target="_blank">realidade aumentada</a>, que em palavras simples, significa criar um ambiente misto do mundo real com o virtual. Quer um exemplo banal mas incrível de realidade aumentada? Assistir a partidas de futebol (ou ao último capítulo da novela) pela TV com o notebook no colo, acompanhando twitter e comunidades abertas. A sua realidade se mistura a de várias outras pessoas, criando um fluxo de informação absurdamente rico de informações “extras”.</p>
<p>Apesar de trazer claras vantagens e facilidades, a informação em tempo real tem também seu efeito colateral: Tudo o que é em tempo real é bastante estressante. Profissionais de TV que apresentam ao vivo conhecem bem a obrigatoriedade de serem “perfeitos”. Ainda mais hoje, quando um erro de um locutor <a title="vai parar no Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=Qq9lmZQUa8Q" target="_blank">vai parar no Youtube</a> menos de uma hora depois.</p>
<p>Para muitos, uma simples twittada pode colocar em risco o emprego ou o casamento. Mas então por que as pessoas continuam exibindo publicamente as suas vidas? Isso está ligado com outro perigo da informação em tempo real e da realidade aumentada: nós adoramos informações, e nos viciamos nela. A incapacidade de se desligar do trabalho aumenta, assim como a sensação de estarmos sempre “perdendo alguma coisa”.</p>
<h3>A Web em tempo real nas fontes de informação</h3>
<p>Um dos efeitos de tudo isso é o chamado “hard news” ou, em uma interpretação livre, atirar as informações ao público assim que elas forem apuradas. Se a notícia do jornal no dia seguinte já é velha, cabe a ele sobreviver de contextualização e análise de dados.</p>
<p>As mídias sociais, ou particularmente a rede <a title="twitter" href="http://www.twitter.com/" target="_blank">twitter</a>, com a sua disponibilidade em todo lugar e a todo momento, já são naturalmente voltadas ao tempo real. Mas as outras redes também têm se voltado nesse sentido, com a compra do <a title="Friendfeed" href="http://friendfeed.com/" target="_blank">Friendfeed</a> pelo <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, e <a title="orkut" href="http://orkut.com/" target="_blank">Orkut</a>, <a title="Plaxo" href="http://plaxo.com/" target="_blank">Plaxo</a> e <a title="LinkedIn" href="http://linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a> reorganizando o layout para privilegiar um “stream” ou “linha de atividades” dos seus contatos na rede.</p>
<h3>A Web em tempo real na comunicação corporativa</h3>
<p>A <a title="quantidade de artigos" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22real+time+web%22" target="_blank">quantidade de artigos</a> que têm surgido sobre a web em tempo real é mais um indício de que cada vez mais o público está procurando por informação imediata. Como uma boa estratégia de comunicação corporativa é sempre voltada para os interesses do seu público, é só uma questão de tempo até que as respostas precisem dar conta do fluxo de informação atual.</p>
<p>O anúncio de uma fusão, aquisição ou qualquer outro comunicado será feito em tempo real, ao vivo. Quando não intencionalmente, muitas vezes vazando. Uma pauta quente de um dia para o outro já está gelada, quando a informação já rodou blogs, twitter e comunidades antes de sair no jornal. Por exemplo, quando todos já sabiam no instante do anúncio que o Rio sediará as Olimpíadas de 2016, os jornais precisaram se virar para fornecer um contexto ou informação adicional.</p>
<p>A questão chave, finalmente: <strong>Assessores, empresários, jornalistas e comunicadores vão estar preparados para quando chegar o momento em que as notícias voarão em tempo real? </strong></p>
<p>Vamos debater nos comentários!</p>
<p><em>*A foto que ilustra este post é <a href="http://www.flickr.com/photos/fjtu/2433592282/in/photostream/">de FJTU</a>.</em></p>
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		<title>O quanto você quer viver na nuvem?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
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		<category><![CDATA[nuvem]]></category>

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		<description><![CDATA[ Não sei quem foi o primeiro a definir o conceito, mas chamamos de aplicativos que rodam &#8220;na nuvem&#8221; os aplicativos que não estão no nosso computador, mas rodam diretamente da web, como por exemplo e-mails, jogos, e aplicativos. Há até quem diga que hoje se pode usar praticamente todos os tipos de programas se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Disney - Dumbo the Flying Elephant (Explored) por Joe Penniston, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/expressmonorail/3038125365/"><img class="size-full alignleft" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2009/09/dumbo.jpg" alt="Disney - Dumbo the Flying Elephant (Explored)" width="300" height="200" /></a> Não sei quem foi o primeiro a definir o conceito, mas chamamos de aplicativos que rodam &#8220;na nuvem&#8221; os aplicativos que não estão no nosso computador, mas rodam diretamente da web, como por exemplo e-mails, jogos, e aplicativos. Há até quem diga que hoje se pode usar praticamente todos os tipos de programas se você tiver um navegador e uma conexão. Quer um exemplo? A impressionante suíte <a id="f3qs" title="Aviary" href="http://aviary.com/">Aviary</a>, com editores de imagem quase tão poderosos quanto o photoshop.</p>
<p>A questão é: Até que ponto é interessante manter os seus programas, arquivos e dados na nuvem, ou seja, na web?<br />
<span id="more-234"></span></p>
<p>A discussão não é nova, mas só passei a pensar seriamente a respeito depois do que aconteceu com o blog de guerrilha: teve ser <a id="k8-q" title="perfil no flickr apagado" href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/2009/07/03/voce-tem-conta-no-yahoo-cuidado/">perfil no flickr apagado</a>, com todas as fotos. É o tipo de coisa que acontece com os outros, nunca comigo.</p>
<p>A questão neste caso não é os termos de uso. Lendo com cuidado, você assina um serviço gratuito sem garantia nenhuma, concordando em ver alguns anunciozinhos aqui e ali. Bastante justo! Isto é, até você esquecer dos termos de uso e contar com o serviço sempre ali.</p>
<p>Sem apontar dedos, e sem entrar na questão de decisões arbitrárias, erros acontecem em todo lugar, às vezes até causado por ataques de hackers. E não há muito o que se possa fazer sobre isso.</p>
<h3>Por que usamos um serviço sem garantias?</h3>
<p>Porque é absurdamente conveniente. Acessar seus e-mails em qualquer lugar, guardar arquivos facilmente, compartilhar as suas fotos com o mundo, trocar mensagens, vídeos e salvar backups. Tudo isso sem precisar de qualquer conhecimento técnico e sem desembolsar um tostão. Escrevo este texto no Google Docs, porque é provável que precise acessar mais tarde de outro computador. Quer facilidade maior?</p>
<p>Mas não apenas por isso. Também por <strong>aquela coisinha social</strong> que temos como humanos. Não queremos apenas mostrar as fotos, mas comentar, ler comentários, e criar comunidades. Não basta escrever textos, precisamos incluir vídeos, apresentações e todo o tipo de material brilhante nele. <span style="text-decoration: line-through;">A gente não quer só comida, a gente quer comer e quer fazer amor</span>.</p>
<h3>Backup! Backup! Backup!</h3>
<p><a id="qonc" title="Neste post do Lifehacker" href="http://lifehacker.com/5335553/free-tools-to-back-up-your-online-accounts">Neste post do Lifehacker</a> há explicações e programas para backup do Gmail, Flickr, Google Docs, Twitter, Facebook e Blogs. Mesmo que não seja possível salvar tudo integralmente, é bom manter uma cópia de pelo menos parte do material.</p>
<p>O problema não é o material. Como citou o Gfortes do <a id="dlou" title="Blog de Guerrilha" href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/2009/07/03/voce-tem-conta-no-yahoo-cuidado/">Blog de Guerrilha</a>:</p>
<blockquote><p>Você pode dizer que faz backup de tudo. Menos mau. Mas você jamais recuperará comentários em suas fotos e os que você fez nas fotos dos outros, histórico, notas etc.</p></blockquote>
<p>A graça das redes sociais é justamente isso, a parte social. E esse relacionamento é extremamente influenciado pelo meio, pela dinâmica do site. Basta ver a grande diferença nas comunidades do Flickr e do Picasa, por exemplo, ou do Orkut e Facebook. Quando você perde o acesso ao seu painel de controle, você perde o acesso a meses, às vezes anos de relacionamento.</p>
<h3>O problema é ficar trancado do lado de fora</h3>
<p>&#8220;Mas o armazenamento em cluster feito pelo Google, em servidores espalhados ao redor do mundo, com sete cópias de cada dado, é muito mais difícil de dar problema do que o meu pequeno HD&#8221;, diria o <a href="http://techbits.com.br/2009/a-questao-da-nuvem-e-o-gmail/">Fugita</a>, do Techbits.</p>
<p>Isso é verdade. Os grandes servidores têm sistemas de backup e armazenagem bastante complexos e seguros. Uma verdadeira fortaleza. O problema é ficar preso do lado de fora. Às vezes por falha humana, às vezes um software o interpreta erroneamente como spammer, às vezes você pega um vírus que utiliza essas contas para bagunçar a rede de todo mundo e você é expulso. Ninguém está completamente seguro com seus dados.</p>
<p>Não adianta nadar contra a maré, a tendência é que cada vez mais nossos dados, arquivos e softwares estejam todos online. Nossos computadores, laptops e handhelds serão apenas dispositivos de conexão com este mundo, uma simples interface. Prova disso é o possível investimento da <a id="cvf2" title="Apple em megaservidores" href="http://www.dailytech.com/Apple+to+Build+1B+Server+Farm+in+North+Carolina/article15611.htm">Apple em megaservidores</a> e o futuro lançamento do <a id="rtv_" title="Chrome OS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_Chrome_OS">Chrome OS</a>, do Google.</p>
<p>Já um conceito bastante interessante um pouco na contramão dos outros é o do <a id="uctt" title="Opera Unite" href="http://unite.opera.com/">Opera Unite</a>: transformar o navegador e os computadores dos usuários em pequenos servidores. Assim, o compartilhamento de informações e arquivos não dependeria mais de grandes centrais, funcionando pela própria rede.</p>
<h3>Oh! E agora quem poderá nos defender?</h3>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Eeeeeeeeeeeeuu! O Chapolin Colorado!</span> Além dos backups, você pode trabalhar com a idéia de <strong>canal-eixo</strong>, que é o ponto central da campanha, ou da sua personalidade online. Pode ser um blog, um site, ou uma rede social. O canal-eixo é o lar da sua personalidade web. É onde agrega sua presença online. Para que serve? Para linkar todos os seus sites, perfis e presenças na web.</p>
<p>No meu caso, o meu canal-eixo é tanto este blog quanto um <a id="nohx" title="mini-portfolio" href="http://rodrigo.vankampen.com.br/">mini-portfolio</a> online que linka as principais redes que eu participo. Quando você tem um canal-eixo forte, bem amarrado com seus outros sites e perfis, a partir do momento que um deles cai, você tem onde avisar e linkar para o novo canal. Os interessados no conteúdo acabam reencontrando o caminho, mesmo que parte da audiência se perca no processo.</p>
<p>Portanto, o ideal é que o seu canal-eixo esteja em um <strong>servidor pago</strong>, com domínio próprio e  com uma cópia no seu computador. Mesmo se o servidor morrer, você consegue outro para subir de novo rapidinho.</p>
<p>Redes Sociais e servidores na nuvem são práticos, convenientes, e facilitam a conversação, branding, relacionamento, a vida, o universo e tudo mais. Mas para não ficar de mãos abanando quando qualquer um destes te abandona, nada melhor que um bom backup e um canal-eixo confiável!</p>
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