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	<title>Peixe Fresco &#187; Artigo</title>
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	<description>Marketing por um mundo melhor</description>
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		<title>Holstee e um manifesto para chamar de meu</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 16:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Bom exemplo]]></category>
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		<description><![CDATA[(Se você não estiver vendo o vídeo, acesse aqui antes de continuar lendo). Primeiro, use dois minutos da sua vida para assistir a esse vídeo incrível acima. Pronto? Agora eu gostaria de mudar um pouco de assunto e falar da minha avó, Helena. Sabe, a minha avó é uma pessoa incrível, digna de admiração. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/QDmt_t6umoY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><small>(Se você não estiver vendo o vídeo, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QDmt_t6umoY" target="_blank">acesse aqui</a> antes de continuar lendo).</small></p>
<p>Primeiro, use dois minutos da sua vida para assistir a esse vídeo incrível acima. </p>
<p>Pronto? Agora eu gostaria de mudar um pouco de assunto e falar da minha avó, Helena. Sabe, a minha avó é uma pessoa incrível, digna de admiração. É mãe de cinco filhos, avó de 11 netos.  Mas não é isso que a faz admirável, é o seu jeito de encarar a vida. </p>
<p>Todo mundo tem problemas, todo mundo se perde hora ou outra. E é nessas horas que a &#8220;vó Lena&#8221;, como todos a chamam carinhosamente, sempre tem um conselho para dar. Algo muito muito simples, mas que no fundo é exatamente o que você precisa ouvir. Coisa de gente velha, que viveu quando tudo era mais fácil.<br />
<span id="more-692"></span></p>
<p><a href="http://shop.holstee.com/pages/about"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/11/holstee-manifesto_tb.jpg" alt="" title="holstee-manifesto" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-694" /></a>Coisas como &#8220;<em>Se você não gosta do seu emprego, saia</em>&#8220;, ou &#8220;<em>a vida é simples</em>&#8220;. Ou ainda &#8220;<em>se você está procurando por um amor, pare de procurar</em>&#8220;, um conselho que ela me deu um ano antes de eu conhecer minha esposa. A verdade é que quase todas as frases do vídeo eu consigo imaginar na voz de minha avó, sem pensar muito ou fazer grande caso, mas enquanto cozinha aquele almoço mineiro delicioso. </p>
<p>Talvez mais que repetido, o Holstee Manifesto é uma mensagem para ser vivida. Vó Lena tem duas paixões, a vida e a música. E vive as duas com intensidade, seja percorrendo os clássicos com suas mãos firmes no piano, brincando com seus netos mais novos, ou sorrindo nos casamentos dos netos mais velhos. </p>
<p>Devo confessar que gosto de manifestos. Gosto da organização de ideias que eles proporcionam. E se uma empresa, americana, escreveu um manifesto onde eu consiga ver muitos dos sábios conselhos de minha avó, aplaudo em pé. Nem preciso falar de marketing. </p>
<p><em>Acesse <a href="http://shop.holstee.com/">aqui o site</a> da Holstee, ou diretamente <a href="http://shop.holstee.com/pages/about">uma explicação</a> sobre o manifesto. </em></p>
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		<title>Good Corps &#8211; O que eu quero ser quando crescer</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 21:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Bom exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem aquelas empresas que você sempre sonhou em trabalhar para. Existem também aquelas referências, muitas vezes empresas em algum país distante, que você gostaria de ser igualzinho aqui no Brasil. A Good Corps é ambas. A Good Corps é uma agência. Que trabalha com marketing, redes sociais, ativação, publicidade, e faz todas essas coisas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/?p=665"><img class="alignleft size-full wp-image-666" title="Super Duo po Jenn and Tony Bot" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/10/Super-Duo-po-Jenn-and-Tony-Bot.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Existem aquelas empresas que você sempre sonhou em trabalhar para. Existem também aquelas referências, muitas vezes empresas em algum país distante, que você gostaria de ser igualzinho aqui no Brasil. A <a href="http://www.goodcorps.com/">Good Corps</a> é ambas.</p>
<p>A Good Corps é uma agência. Que trabalha com marketing, redes sociais, ativação, publicidade, e faz todas essas coisas que as agências são pagas para fazer. Mas principalmente, ela é paga para <strong>pensar e ter idéias</strong>. São poucas as agências no Brasil que se podem dar ao luxo de dizer isso, os clientes quase sempre valorizam mais a execução.</p>
<p><span id="more-665"></span></p>
<p>O que torna a Good Corps tão especial é que ela é especializada em <strong>marketing do bem</strong>. É ela que está por trás de ações incríveis como a <a href="http://peixefresco.net/2011/bom-exemplo/pepsi-por-um-mundo-melhor-refresh-everything/">Pepsi Refresh Everything</a>, que já falei aqui no blog,  além de já ter prestado seus serviços para a Toyota, IBM e outras. A Good, da qual a Good Corps faz parte, é “uma associação de indivíduos, empresas e ONGs trabalhando pelo que dá certo.”  Vale muito a pena olhar <a href="http://www.goodcorps.com/">no site</a> os sete pilares da Good Corps</p>
<h3>Apresento-lhes a Carpamate</h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-668" title="carpamate-logo" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/10/carpamate-logo.png" alt="" width="200" height="200" />A <a href="http://carpamate.com.br/">Carpamate</a> é uma empresa que surgiu com o mesmo propósito. Depois de trabalhar algum tempo em agências você começa a enxergar como funciona o fluxo da publicidade, de onde vem e para onde vai o dinheiro, cujas cifras facilmente superam o milhão nos grandes mercados.</p>
<p>Mas e se a gente fizer um pouco diferente? Pegar uma parte desse dindim e investir em um projeto publicitário <strong>totalmente voltado para fazer o bem</strong>. Um projeto com uma boa parte de mídias sociais, que envolva os fãs da marca em um objetivo, um propósito comum. Não encontrei agências de publicidade brasileiras especializadas nisso, então fundei uma, a <a href="http://carpamate.com.br/">Carpamate</a>.</p>
<p>A primeira parte de qualquer coisa nova é sempre adquirir conhecimento. Descobrir o que há por aí em campanhas excelentes dentro desse princípio, seja no Brasil ou lá fora. Para isso revivi o Peixe Fresco, para estudar e falar um pouco dessas campanhas. E aprender muito!</p>
<p>A Carpamate ainda não é uma agência completa, mas está no caminho. Por enquanto estou atuando em jobs simples, como freelas e consultoria, e principalmente, <a href="http://peixefresco.net/2011/artigo/o-que-e-marketing-por-um-mundo-melhor/">tentando convencer todo mundo</a> que é possível ganhar dinheiro, vender produto e fazer o bem. Os <a href="http://peixefresco.net/category/bom-exemplo/">vários cases</a> por aqui são provas.</p>
<p>Embora pareça um contra-senso sair por aí explicando o conceito da Carpamate, já que qualquer um pode sair copiando, a ideia é justamente essa. Se todas as agências começarem a criar campanhas de <strong>marketing por um mundo melhor</strong>, minha empresa nem precisará mais existir. E viveremos em um mundo melhor.</p>
<p>De uma forma ou de outra, todos ganham. A própria existência e divulgação da Carpamate já é por si só uma campanha por um mundo melhor.</p>
<p><strong>E então, você acredita que dá pra fazer?</strong></p>
<p><small>A imagem que ilustra o post de hoje é de <a href="http://www.flickr.com/photos/ittybittiesforyou/3178055491/in/photostream/">Jenn and Tony Bot</a>.</small></p>
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		<title>Marketing, Transparência e Negócios. É possível olhar em toda a cadeia produtiva?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 18:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Marisa]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing por um mundo melhor]]></category>
		<category><![CDATA[Nestlé]]></category>
		<category><![CDATA[Nike]]></category>
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		<description><![CDATA[(Clique aqui se não estiver vendo o vídeo acima) Estava escrevendo um texto sobre essa ação da Nike chama Better World. É um site muito bacana, encabeçado por um filme todo montado com comerciais “usados”, colocando a Nike em segundo plano, preferindo dar destaque para os benefícios do esporte no mundo. Conta um pouco das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="590" height="366" src="http://www.youtube.com/embed/dqx4-d_4g1U" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<small><em>(<a href="http://www.youtube.com/watch?v=dqx4-d_4g1U" target="_blank">Clique aqui se não estiver vendo o vídeo acima</a>)</em></small></p>
<p>Estava escrevendo um texto sobre essa ação da Nike chama <a href="http://www.nikebetterworld.com/">Better World</a>. É um site muito bacana, encabeçado por um filme todo montado com comerciais “usados”, colocando a Nike em segundo plano, preferindo dar destaque para os <strong>benefícios do esporte no mundo</strong>.</p>
<p>Conta um pouco das camisas esportivas feitas de <a href="http://www.nike.com/nikeos/p/gamechangers/pt_BR/">material reciclado</a>, mostra iniciativas como o memorável jogo da Costa do Marfim, que promoveu um<strong> cessar fogo no meio de uma guerra civil</strong> no país em 2008. Fala da iniciativa em Nova Yorque pela restauração de quadras de basquete na cidade, da <a href="http://www.futebolsocial.org.br/">Homeless World Cup</a> e de como o esporte ajuda a saúde, a auto-estima e no combate às drogas. </p>
<p><a href="http://peixefresco.net/2011/artigo/marketing-transparencia-e-negocios-e-possivel-olhar-em-toda-a-cadeia-produtiva/"><em>Continua&#8230;</em></a><br />
<span id="more-584"></span></p>
<p>É um site muito legal, que vale a sua visita: <strong><a href="http://www.nikebetterworld.com/">Nike Better World</a></strong>.</p>
<p>Até que a gente se lembra das antigas denúncias de fábricas de tênis da Nike empregando crianças em regime de semi-escravidão na China.</p>
<h3>A marca é responsável por toda a cadeia produtiva.</h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-587" title="bola-basquete" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/08/bola-basquete1.jpg" alt="" width="300" height="200" />Nike é apenas um exemplo. Nem mesmo encontrei alguma notícia relacionada à denúncia acima, apesar de <a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/em-relatorio-intitulado-ong-acusa-megaempresas-da-industria-textil-de-contaminar-rios-chineses-com-um-coquetel-de-produtos-quimicos-perigosos">encontrar outras</a>. Mas não é preciso ir muito longe, de cabeça consigo lembrar da Marisa receber d<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1714">enúncia de empregar trabalho escravo</a> no ano passado, da Nestlé ser envolvida em uma polêmica em relação ao <a href="http://www.greenpeace.org/international/en/campaigns/climate-change/kitkat/">desmatamento de florestas na Indonésia</a>, e de fotos e denúncias de fábricas <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20469.shtml">contratadas pela  Apple</a>.</p>
<p>Então de que vale uma campanha incrível para promover um mundo melhor na, <strong>se lá no começo da cadeia o negócio é mais sujo que pau de galinheiro?</strong></p>
<p>Por um lado, você pode argumentar que são marcas internacionais, com dezenas de níveis hierárquicos, cujos comandantes não fazem a menor ideia do que acontece lá embaixo da pirâmide.</p>
<p>Por outro, a política e cultura de uma empresa estão fortemente galgadas nas ideias de seus fundadores e presidentes. Se a ordem é o lucro a qualquer custo, é óbvio que em algum ponto os gerentes vão começar a usar de todos os meios possíveis para superar as metas. Se por outro os comandantes não toleram que sua marca esteja relacionada com qualquer atividade do tipo, processos internos de apuração de irregularidades seriam instaurados e levados a sério.</p>
<p><strong>Marcas assim são complexas</strong>, e devem retorno aos acionistas, promessas aos colaboradores, respeito à sociedade e muito mais, por isso qualquer análise que eu possa fazer é simplista. Ainda assim, acredito que <strong>há meios de fazer a coisa certa.</strong> O problema é que isso, na maioria das vezes, leva a uma perda de competitividade a curto prazo. No longo prazo nem me atrevo a chutar qualquer coisa.</p>
<p>Por favor assistam a essa palestra do Fábio Barbosa, presidente do Santander Brasil e Febraban,<strong> sobre a responsabilidade de cada um, empresário ou não.</strong> Sim, são 16 minutos e você provavelmente vai pular e continuar a ler o texto. <strong>Não pule, é importante.</strong> Se você estiver com muita, muita pressa, veja a parte que começa em 2min45s.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/9785893?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ff000d" width="590" height="332" frameborder="0"></iframe><br />
<small>(<a href="http://vimeo.com/9785893" target="_blank">Clique aqui se não estiver vendo este vídeo</a>)</small></p>
<h3>A internet, as redes sociais e tal da transparência.</h3>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kulor/4088303823/" title="Important por James Broad, no Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2608/4088303823_3e58d3394b_m.jpg" class="alignleft size-full width="300" height="195" alt="Important"></a><strong>&#8220;Não adianta maquiar cocô&#8221;</strong> é uma frase muito repetida e aplaudida em seminários e festivais de publicidade, para dizer que uma ótima campanha jamais muda a opinião sobre um produto ruim. Dá para estender um pouco a metáfora, avisando que não adianta esconder o cocô no armário. <strong>Uma hora fede.</strong></p>
<p>Provavelmente vai feder primeiro na internet. Pode gerar repercussão, buzz, retweets, comentários, curtir, descurtir, blablablá. Se isso vai impactar ou não o negócio, é outra discussão.</p>
<p><strong>Acontece que o marketing por um mundo melhor depende das pessoas.</strong> E se elas lembrarem primeiro das denúncias à sua empresa, dificilmente vão entrar no jogo e compartilhar as suas lindas ações. Sem falar nos ativistas que podem atravessar sua campanha no meio, lembrando os mais desatentos da parte podre. Você viu o vídeo da Nike lá em cima, agora veja os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dqx4-d_4g1U">comentários no Youtube</a> para ver a polêmica correndo solta, usuários acusando a empresa de hipocrisia.</p>
<p>Gostaria de deixar claro que não quis com este texto acusar nenhuma empresa, são apenas exemplos ao acaso que ficaram na minha mente. E para encerrar o texto, uma idéia:</p>
<h3>O lado podre da sua empresa pode ser uma enorme oportunidade de marketing por um mundo melhor.</h3>
<p>Todas as empresas têm problemas. Empresas grandes, problemas grandes.  Vamos continuar no exemplo da Nike. Imagine uma campanha mundial de conscientização das más condições do trabalho nas fábricas de artigos esportivos, contratando um documentarista famoso para acompanhar um processo de investigação de toda a sua cadeia produtiva, cancelando contratos com as piores fábricas, e investindo em melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores em outras. Uma campanha de anos acompanhando esse processo de melhoria, da <strong>Nike enfrentando o seu principal fantasma</strong>. Imagine o amor à marca?</p>
<p>Isso pode ser aplicado de muitas e muitas formas, nas mais variadas empresas, transformando crises em campanhas por um mundo melhor. Transformando #FAIL em #EPICWIN.</p>
<p>Sei que nada disso é fácil, mas quem disse que precisa ser? Estou sendo idealista, tolo? As grandes marcas internacionais são apenas símbolos, sem ligação com seu processo produtivo? É possível pedir um mundo melhor nas corporações de capital aberto, praticamente governadas pelo lucro?</p>
<p>Eu não sei. <strong>Mas gostaria muito de saber o que vocês pensam,</strong> nos comentários aqui embaixo.</p>
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		<title>O que é Marketing por um mundo melhor?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 16:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[cases]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing por um mundo melhor]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de escrever um pouco sobre o conceito, aproveitei a oportunidade para falar sobre marketing por um mundo melhor no Labs da Webcompany, um espaço aqui na agência aberto para todo mundo debater um tema legal. Se estiver vendo isso por e-mail ou RSS, assista ao vídeo aqui. Webcompany [LABS]: Marketing por um mundo melhor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/?p=513"><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/marketing-palestra.jpg" alt="" title="marketing-palestra" width="150" height="110" class="alignleft size-full wp-image-522" /></a>Depois de escrever um pouco sobre <a href="http://peixefresco.net/2011/artigo/marketing-por-um-mundo-melhor/">o conceito</a>, aproveitei a oportunidade para falar sobre marketing por um mundo melhor no <strong><a href="http://www.webcompany.com.br/blog/category/labs/">Labs da Webcompany</a></strong>, um espaço aqui na agência aberto para todo mundo debater um tema legal.</p>
<p>Se estiver vendo isso por e-mail ou RSS, <a href="http://peixefresco.net/?p=513">assista ao vídeo aqui</a>.<br />
<span id="more-513"></span></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/26881443?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=c9ff23" width="590" height="332" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/26881443">Webcompany [LABS]: Marketing por um mundo melhor</a> por <a href="http://vimeo.com/webcompany">Webcompany</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Veja os slides da apresentação abaixo, ou <a href="http://www.slideshare.net/rodrigo_saxplr/marketing-por-um-mundo-melhor">neste link</a>.</p>
<div style="width:595px" id="__ss_8694494"> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8694494?rel=0" width="595" height="497" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
<div style="padding:5px 0 12px"> Veja outras apresentações de <a href="http://www.slideshare.net/rodrigo_saxplr" target="_blank">Rodrigo van Kampen</a> </div>
</p></div>
<p>Na apresentação acima, os cases são clicáveis para você conhecer um pouco melhor cada um deles.</p>
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		<title>Marketing por um mundo melhor</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 19:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing do bem]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse sempre foi um blog que acompanhou minha linha de raciocínio profissional. Agora, com novas idéias, surge um novo Peixe Fresco, para debater um conceito que ainda não encontrei um nome que não seja brega: o marketing por um mundo melhor. Tratam-se de ações, geralmente publicitárias, que são financiadas por uma empresa, trabalham um conceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/2011/artigo/marketing-por-um-mundo-melhor/"><img class="alignleft size-full wp-image-493" title="36-52_colour_life_in_London-por_Scarleth_White" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/36-52_colour_life_in_London-por_Scarleth_White.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>Esse sempre foi um <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/voce-sabe-o-nome-do-que-voce-faz/">blog </a>que acompanhou minha linha de raciocínio profissional. Agora, com novas idéias, surge um novo Peixe Fresco, para debater um conceito que ainda não encontrei um nome que não seja brega: o <strong>marketing por um mundo melhor</strong>.</p>
<p>Tratam-se de ações, geralmente publicitárias, que são financiadas por uma empresa, trabalham um conceito de marca e ao mesmo tempo trazem um retorno para a comunidade.<br />
<span id="more-482"></span><br />
Não é fazer publicidade das ações “do bem” de uma empresa, mas sim transformar a própria publicidade em ações do bem. Uma diferença sutil, mas relevante, porque <strong>estamos falando de investimento e lucro</strong>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retorno_sobre_investimento">ROI</a>, ou seja, vender o peixe da empresa.</p>
<p>Muitas vezes as ações sociais não fazem parte de uma estratégia de comunicação e posicionamento da empresa. Fazem parte de um budget destinado à “perda”, ou no máximo para aproveitar determinados benefícios fiscais.</p>
<p>Existem exceções, são delas que pretendo falar por aqui a partir de hoje. Mesmo porque não é preciso ir muito longe ou realizar grandes investimentos para beneficiar alguém, ou fazer do mundo um lugar um pouco melhor. Por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Branded content</strong>: um documentário ou propaganda para jogar luz em um tema, um coletivo, um problema ou uma solução.</li>
<li><strong>Uma causa patrocinada</strong>, capaz de agregar pessoas diferentes em prol de uma perspectiva melhor.</li>
<li><strong>Ações que envolvem as comunidades</strong> ao redor de uma empresa ou marca, transformando a presença dela ali como um benefício e parte da vida daquelas pessoas, que eventualmente se tornam embaixadores da marca.</li>
<li>Propagandas simples, que <strong>geram sorrisos e são capazes de renovar a fé</strong> na vida, em contraste com a realidade dura.</li>
</ul>
<p>O conceito é este, vamos debater, blogar, conversar. Vi esta semana um outro post sobre o assunto no blog da Sam Shiraishi, com o nome de <a href="http://www.samshiraishi.com/o-setor-25-porque-juntos-somos-otimos/" target="_blank">Setor 2,5 &#8211; Porque Juntos Somos Ótimos</a>, que vale muito a pena ler! </p>
<p>Por enquanto deixo este vídeo para vocês refletirem. Não trata do tema acima, mas é um bom ponto de partida sobre a resistência das grandes agências a pensar diferente.</p>
<p align="center"><object width="600" height="438" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/MorganSpurlock_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MorganSpurlock-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=581&amp;vh=322&amp;ap=0&amp;ti=1114&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=morgan_spurlock_the_greatest_ted_talk_ever_sold;year=2011;theme=not_business_as_usual;theme=a_taste_of_ted2011;theme=the_creative_spark;theme=new_on_ted_com;event=TED2011;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="pluginspace" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="600" height="438" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/MorganSpurlock_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MorganSpurlock-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=581&amp;vh=322&amp;ap=0&amp;ti=1114&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=morgan_spurlock_the_greatest_ted_talk_ever_sold;year=2011;theme=not_business_as_usual;theme=a_taste_of_ted2011;theme=the_creative_spark;theme=new_on_ted_com;event=TED2011;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>Se você não estiver conseguindo ver o vídeo, acesse <a href="http://www.ted.com/talks/morgan_spurlock_the_greatest_ted_talk_ever_sold.html">aqui</a>.</p>
<p><em>A imagem que ilustra o post de hoje é de <a href="http://www.flickr.com/photos/iloveblue/3948359503/in/photostream/">Scarleth White</a>.</em></p>
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		<title>Redes sociais e pessoas inconvenientes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160;Oras, se o valor de uma redes social está diretamente ligado a quanto dos seus contatos estão presentes compartilhando, como foi que a gente estragou o Orkut e o Facebook? Não dá para jogar a culpa nas empresas, aplicativos e jogos que infestaram esses canais, afinal, ninguém foi obrigado a jogar ou a publicar aquela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/Google-Plus-X-Facebook-x-My-Space3.jpg" alt="" title="Google-Plus-X-Facebook-x-My-Space3" width="581" height="124" class="aligncenter size-full wp-image-476" /></p>
<p> <img class="alignleft size-full wp-image-463" title="A graça do Google+ é justamente &quot;começar de novo&quot; nas redes sociais. A gente lotou o orkut de lixo, e foi pro Facebook novinho. O FB lotou de lixo, agora a gente tem um Google+ limpinho para a gente!" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/Google+1.png" alt="A graça do Google+ é justamente &quot;começar de novo&quot; nas redes sociais. A gente lotou o orkut de lixo, e foi pro Facebook novinho. O FB lotou de lixo, agora a gente tem um Google+ limpinho para a gente!" width="584" height="83" /></p>
<p style="clear:both">&nbsp;<br />Oras, se o valor de uma redes social está diretamente ligado a quanto dos seus contatos estão presentes compartilhando, <strong>como foi que a gente estragou o Orkut e o Facebook?</strong> Não dá para jogar a culpa nas empresas, aplicativos e jogos que infestaram esses canais, afinal, ninguém foi obrigado a jogar ou a publicar aquela promoção incrível de pé de pato. O que aconteceu, na verdade, tem a ver com isso aqui:</p>
<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/Google+2.png" alt="Já que podemos classificar tudo em círculos por aqui, seria interessante se a gente pudesse filtrar o stream para mostrar só o conteúdo de alguns círculos, deixando ocultas as atualizações daquela colega da 3a série que virou vendedora da Natura no Pará." title="Já que podemos classificar tudo em círculos por aqui, seria interessante se a gente pudesse filtrar o stream para mostrar só o conteúdo de alguns círculos, deixando ocultas as atualizações daquela colega da 3a série que virou vendedora da Natura no Pará." width="590" height="121" class="alignleft size-full wp-image-465" /></p>
<p style="clear:both">&nbsp;<br />Refletindo um pouco mais, o problema não é necessariamente o excesso de pessoas que adicionamos, afinal, no Facebook a coisa mais fácil do mundo é ocultar as atualizações de determinado contato inconveniente. <strong>O problema são as pessoas que não queremos ocultar.</strong></p>
<p><span id="more-462"></span></p>
<h3>Se as redes imitam a vida real</h3>
<p>Pense com calma nos seus amigos, como pessoas reais que são, com qualidades, defeitos, interesses em comum, interesses divergentes. Tudo parte do mesmo pacote &#8220;ser humano&#8221;, você não consegue ser amigo  só da parte do Barbado que curte ficção científica, e não ser amigo da parte dele que curte esportes.</p>
<p>É essa bizarrice que estamos tentando extrair das redes sociais. <strong>Nós não &#8220;estragamos&#8221; o Orkut e o Facebook, só temos dificuldade em aceitar as pessoas esféricas que ali habitam</strong>, que gostam de coisas diferentes, têm defeitos, e opiniões contrárias.</p>
<p>Em um encontro entre amigos, em um bar qualquer na sexta-feira à noite, Corvina vai tentar vender aquele perfume novíssimo da Avon, enquanto o Tambaqui vai sair contando aos quatro ventos que ontem ele levantou cinquenta quilos no supino, as conversas vão rodar, e você vai contar daquele filme francês maravilhoso que todo mundo acha um saco.</p>
<p><strong>E ninguém na mesa vai poder clicar em &#8220;ocultar essa parte da conversa&#8221;.</strong></p>
<h3>Aprendendo a brincar de redes sociais</h3>
<p><img src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2011/07/corujas.jpg" alt="" title="corujas" width="300" height="199" class="alignleft size-full wp-image-479" />A gente só vai aprender a brincar quando aceitarmos as pessoas como esféricas. Isso significa aceitar os defeitos daqueles que merecem, e se for o caso, ocultar todas as atualizações daqueles que não interessam. Até porque com menos gente na rede, você tem mais tempo de cuidar e interagir com aqueles por quem temos mais carinho.</p>
<p>Com a diversidade de redes, você sempre pode usar uma de forma mais pública e aberta, como uma grande festa, e outra compartilhando momentos mais pessoas com amigos mais íntimos.</p>
<p>Evitar o vício em <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/">snacks de informação </a>, de querer saber de tudo e todos ao mesmo tempo é decisivo na qualidade que você extrai de uma rede. Mesmo que isso signifique ficar fora do divertidíssimo &#8220;quem você seria se Os Flinstones fossem cavaleiros Jedi&#8221;.</p>
<p><em>P.S: Sim, o Peixe Fresco voltou, com uma nova proposta. Este é o último post na linha antiga, que estava na gaveta há um tempinho. Depois eu explico o que é aquele &#8220;Marketing por um Mundo Melhor&#8221; lá em cima. <img src='http://peixefresco.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  </em></p>
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		<title>Como votar nestas eleições</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 14:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[como votar]]></category>
		<category><![CDATA[deputado estadual]]></category>
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		<description><![CDATA[Tradicionalmente, sou um descrente da política nacional, do tipo que prefere ficar longe da sujeira que ocorre por lá. Mas ao mesmo tempo, sei que é justamente esse pensamento, o de que “ninguém está olhando” é que permite que a corrupção se alastre. Então este ano resolvi começar a levar as eleições a sério. Porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/como-votar-nestas-eleicoes/"><img class="alignleft size-full wp-image-191" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left;" title="voteemmim_post" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/voteemmim_post.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Tradicionalmente,  sou um descrente da política nacional, do tipo que prefere ficar longe  da sujeira que ocorre por lá. Mas ao mesmo tempo, sei que é justamente  esse pensamento, o de que “ninguém está olhando” é que permite que a  corrupção se alastre. Então este ano resolvi começar a levar as eleições  a sério. Porque “aqueles que não gostam de política são governados por  aqueles que gostam”.</p>
<p>Principalmente  porque este ano as coisas mudaram. Os políticos correram para a  internet, deslumbrados com o “efeito Obama” dos EUA. Faz sentido.  Segundo o IBGE, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/795231-acesso-de-brasileiros-a-internet-cresce-113-em-quatro-anos-diz-ibge.shtml">o acesso de brasileiros na web cresceu 113%</a> das últimas eleições para cá. Não é a internet em si que é capaz de  mudar alguma coisa, mas sim o acesso fácil às informações, aliado a  algumas ótimas propostas de cidadania política, que vou mostrar neste  artigo.</p>
<p><span id="more-450"></span></p>
<h3>Nós votamos para que mesmo?</h3>
<p>Em  2010, votamos para presidente, senador, governador, deputado federal e  deputado estadual. São muitos candidatos para diversos cargos, cada um  com um jingle pior que o outro, brigando por um espacinho para botar a  cara na avenida e conseguir votos.</p>
<p><strong>Não tenha vergonha de não assistir o horário político. </strong>Ele  é horrível, por um simples motivo: não há nenhuma discussão política  ali. O horário político chama o expectador de burro, nivela pelo mínimo  denominador comum e acredita que o eleitor não é capaz de entender  propostas. O que resta são os candidatos aparecendo falando que “eles  são bons e vão cuidar da gente”, tenha dó!</p>
<p><strong>O político é seu empregado.</strong> <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL771611-9356,00-BRASILEIRO+TRABALHA+CINCO+MESES+DO+ANO+PARA+PAGAR+IMPOSTOS+DIZ+PESQUISA.html">5 meses de salário do brasileiro</a> por ano vão diretamente aos impostos, que entre outras coisas,  financiam a política nacional. Você está pagando alguém para decidir  sobre o futuro do seu país, e tem o poder de escolher quem. Você vai  deixar o seu empregado não trabalhar e ficar no bem bom às custas do seu  dinheiro?</p>
<h3>Não vote em quem não se leva a sério.</h3>
<p>Eleição  é coisa séria! Os políticos têm o poder de guiar o futuro do país,  decidir e votar leis sobre os impostos, liberdade religiosa,  independência econômica, investimento em inovação, defesa do meio  ambiente, direitos das mulheres, trabalhadores, minorias, e muitas  outras coisas. Em tese, os políticos nacionais podem transformar o  Brasil em um país completamente diferente e pior.</p>
<p>É  um desgosto tremendo ver candidatos brincando com a política. Vocês  querem alguém que não se leva a sério, que não apresenta suas  convicções, que está lá apenas para fazer a festa, decidindo sobre os  temas acima? Pense nisso.</p>
<h3>Como escolher os candidatos certos</h3>
<p>Sempre  tive essa dificuldade. Um interesse em votar com consciência, mas sem  saber por onde começar, ou como escolher os candidatos. Então resolvi  escrever este artigo.</p>
<p><strong>Partidos são importantes.</strong> Geralmente os esforço de marketing são concentrados na figura do  candidato, sem dar muita importância ao partido. Mas partidos são  importantes por dois motivos: primeiro, que a eleição para deputados no  Brasil é por número de cadeiras por estado e por partido. Ou seja, um  deputado com muitos votos acaba puxando outros do partido para dentro da  Câmara.  E segundo, porque os políticos costumam “votar em bando” nos  partidos, para o bem ou para o mal.</p>
<p><strong>Não vote em quem comete crime eleitoral</strong>. Se  o sujeito não respeita a lei nem enquanto é candidato, imagine quando  for eleito. Não vote em quem envia SPAM para o seu e-mail sem perguntar.  Não vote em quem faz chuva de panfletos e emporcalha a cidade (Obs: no  panfleto é possível que tenha mais de um candidato. Geralmente o  responsável pela besteira é a ponta mais fraca, geralmente o deputado).  Não vote em quem faz propaganda eleitoral irregular. <a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/09/alckmin-e-entrevistado-pelo-sptv.html">Clique aqui para saber o que pode e o que não pode</a>.</p>
<p>No <a href="http://eleitor2010.com/main">Eleitor2010</a> e no <a href="http://semsujeira.com/">Sem Sujeira</a> você acompanha quem está cometendo crime eleitoral e emporcalhando a cidade.</p>
<h3>Escolhendo o seu presidente</h3>
<p>Para  escolher o presidente, por um momento tente esquecer a cara dos  candidatos e pense em suas convicções políticas. Se você acredita em um  Estado pesado, com alta carga tributária, decidindo os rumos da  economia, ou seja, a política influenciando no mercado, o seu voto é de  um lado.</p>
<p>Se  por outro lado você acredita que a indústria, o comércio e a economia  são capazes de auto-regulamentação, com um controle leve por parte da  política, seu voto é outro. Enquanto um lado diz que um “vendeu as  estatais a preço de banana”, o outro dirá que “elas cresceram, e o que  pagam de impostos hoje supera muito a arrecadação enquanto era pública”.</p>
<p>Não existe voto errado. Errado é não saber suas convicções políticas, e votar no candidato pela sua cara.</p>
<p>São 9 candidatos, para minha sanidade vou me ater aos 4 com mais indicações de voto até o momento. <strong>Para escolher seu presidente faça o seguinte:</strong></p>
<p>1- Olhe os sites dos candidatos, e entenda as convicções e bandeiras de cada um:<br />
<a href="http://www.serra45.com.br/">http://www.serra45.com.br/</a><br />
<a href="http://www.dilma13.com.br/">http://www.dilma13.com.br/</a><br />
<a href="http://www.minhamarina.org.br/">http://www.minhamarina.org.br/</a><br />
<a href="http://www.plinio50.com.br/">http://www.plinio50.com.br/</a></p>
<p>2- Faça o teste de afinidade política da Veja:<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/eleicoes/eleicoes-2010-teste-candidatos-pensa-voce.shtml">http://veja.abril.com.br/eleicoes/eleicoes-2010-teste-candidatos-pensa-voce.shtml</a></p>
<p>3- Assista aos debates, e veja quem está mais preparado para assumir a direção do país.<br />
<a href="http://eleicoes.uol.com.br/2010/debate-candidatos-a-presidente/">http://eleicoes.uol.com.br/2010/debate-candidatos-a-presidente/</a></p>
<p>4- Veja as entrevistas dos presidenciáveis ao jornal da Globo e ao Jornal Nacional:<br />
<a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/">http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/</a> (no final da página)</p>
<p>Por último, gostaria de deixar uma coisa clara: no primeiro turno das primeiras eleições, <strong>não existe essa de votar em um para outro não ganhar.</strong> Imaginemos a Dilma com 51% dos votos. Se sou contra a Dilma, eu votar  na Marina ou no Serra não faz diferença, porque o meu voto não elimina  nada da porcentagem da Dilma. Então, no primeiro turno, vote em quem  você acredita.</p>
<h3>Escolhendo o governador</h3>
<p>Aqui vou falar do estado de São Paulo, mas não é difícil aplicar esses passos aos outros estados.</p>
<p>1- Olhe os sites dos candidatos, e entenda as bandeiras e convicções de cada um<br />
<a href="http://www.geraldo45.org.br/">http://www.geraldo45.org.br/</a><br />
<a href="http://www.mercadante13.com.br/">http://www.mercadante13.com.br/</a><br />
<a href="http://www.celsorussomanno.com.br/">http://www.celsorussomanno.com.br/</a><br />
<a href="http://skaf.com.br/">http://skaf.com.br/</a><br />
<a href="http://ffgovernador.com.br/">http://ffgovernador.com.br/</a></p>
<p>2- Assista aos debates, e veja quem está mais preparado para assumir a direção do estado.<br />
<a href="http://eleicoes.uol.com.br/2010/sao-paulo/debate-candidatos/governador/">http://eleicoes.uol.com.br/2010/sao-paulo/debate-candidatos/governador/</a></p>
<p>3- Acompanhe as entrevistas com cada um dos candidatos.<br />
<a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/09/alckmin-e-entrevistado-pelo-sptv.html">Alckmin no SPTV</a><br />
<a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/09/mercadante-e-entrevistado-pelo-sptv.html">Mercadante no SPTV</a><br />
<a href="http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/09/russomanno-e-entrevistado-pelo-sptv.html">Russomano no SPTV</a><br />
<a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1322211-7823-PAULO+SKAF+DA+ENTREVISTA+AO+SPTV+SEGUNDA+EDICAO,00.html">Skaf no SPTV</a></p>
<h3>Escolhendo deputados federais e deputados estaduais</h3>
<p>Em  tese, os deputados são os responsáveis por ouvir os anseios da  população e elaborar, votar e discutir projetos de lei e ações em  benefícios dos cidadãos que representa. Votam nas questões críticas que  nos interessam que citei no começo do artigo.</p>
<p>Deputados  também são capazes de conquistar verbas para projetos específicos, como  melhoria da infraestrutura de municípios, eventos culturais, entre  outros. Os deputados agem em parceria com prefeitos, governadores e  demais políticos para movimentar o dinheiro público em prol da  população.</p>
<p>Como são muitos os candidatos, você pode fazer o primeiro filtro de três modos:</p>
<p>1- Filtrar por partido.<br />
Escolha  os partidos de sua preferência, e descubra os nomes dos candidatos pelo  seu estado. Você pode acessar o site do partido, ou consultar o site do  STE, clicando no estado, depois no cargo, depois em “aptos”:<br />
<a href="http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/">http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/</a></p>
<p>2- Por região.<br />
É  muito interessante que o seus candidatos a deputado conheçam a sua  cidade, ou tenha parcerias políticas, pois são peças importantes na  conquista de recursos ao município.<br />
Nesse  caso, não tem como resolver pela internet. Cabe olhar a propaganda em  sua cidade, e anotar os nomes para consultar na internet depois.</p>
<p>3- Por afinidade política<br />
Há  atualmente dois sites que calculam a afinidade com deputados. Funcionam  da mesma forma: após responder uma série de questões políticas, mostram  uma lista dos candidatos que responderam do mesmo modo que você.<br />
<a href="http://www.votoaberto.com.br/extratoparlamentar/">http://www.votoaberto.com.br/extratoparlamentar/</a><br />
<a href="http://repolitica.com.br/">http://repolitica.com.br/</a></p>
<p>O site <a href="http://www.votenaweb.com.br/">Vote na Web</a> também serve para avaliar políticos. Lá você consegue ver como os  deputados votaram nos principais projetos de lei dos últimos anos.</p>
<p>Feito esse primeiro filtro, o trabalho é manual. Faça três coisas para terminar de filtrar o candidato:<br />
Veja como ele votou no Ficha Limpa, <a href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/saiba-como-seu-deputado-votou-no-ficha-limpa-20100505.html">aqui</a> e <a href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/saiba-quais-deputados-nao-votaram-o-ficha-limpa-20100505.html">aqui</a>.<br />
Veja se o candidato tem denúncias contra ele no <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&amp;cod_publicacao=29848">Congresso em Foco</a>.<br />
Consulte os sites dos políticos, <a href="http://news.google.com/">procure seus nomes nas notícias</a>,  acompanhe-os nessa reta final. E tenha também um candidato de backup,  caso o seu escolhido faça alguma besteira nesses últimos dias como  emporcalhar a rua com santinhos.</p>
<h3>Escolhendo os senadores</h3>
<p>Assim  como a Câmara dos Deputados, os senadores têm funções legislativas, de  caráter mais geral. Cabe ao senado processar e  julgar o presidente,  escolher ministros do Tribunal de Contas e autorizar operações externas  de natureza financeira, ou seja, dívida externa.</p>
<p>Senadores  são eleitos por estado. São três para cada estado, com mandatos de 8  anos. Ou seja, você deve escolher agora dois dos senadores que  representarão seu estado. São Paulo tem 15 candidatos, <a href="http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/">segundo o TSE</a>.</p>
<p>Para escolher seu senador,</p>
<p>1- Filtrar por partido:<br />
Acesse a <a href="http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/">lista no TSE</a>, ou se preferir esta<a href="http://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/resultado.jhtm?p=&amp;ano-eleicao=2010&amp;dados-cargo-disputado-id=05&amp;dados-uf-eleicao=SP#resultado"> lista no UOL</a>, que inclui os candidatos que desistiram (Toni Curiati, João Dorta e Quércia).</p>
<p>2- Filtrar por afinidade política<br />
Estes dois sites calculam sua afinidade com os candidatos a senadores, por meio de perguntas:<br />
<a href="http://www.questaopublica.org.br/">http://www.questaopublica.org.br/</a><br />
<a href="https://docs.google.com/document/edit?id=13vJpZSXoxDe_jYhNiAghbiec1c6eh0-LdSVWQThI6Ws&amp;hl=en">http://repolitica.com.br/</a></p>
<p>Após escolher três ou quatro nomes, procure os sites dos candidatos, <a href="http://news.google.com/">consulte seus nomes nas notícias</a>, acompanhe-os nessa reta final.</p>
<h3>O que acontece depois?</h3>
<p>Lembra  que o político é seu empregado? Então faça ele trabalhar! Se votar com  consciência, acompanhe a trajetória do político. Mande e-mail com sua  opinião sobre os assuntos que interessam que estiverem em pauta na  câmara, acompanhe sua presença, vale até cadastrar para receber <a href="http://www.google.com/alerts">alertas do Google</a> com o nome do político para ver o que anda fazendo.</p>
<p>Acompanhar o que os políticos andam fazendo é a proposta do <a href="http://www.eulembro.com.br/">Eu Lembro</a>, mas até a publicação deste artigo, o site estava em manutenção. Vale a pena dar uma espiada por lá.</p>
<h3>Sobre mim e copie este artigo!</h3>
<p>Meu  nome é Rodrigo van Kampen, sou jornalista, e acredito que a melhor  forma de manter a imparcialidade é declarando minha posição, confiando  na capacidade de julgar do leitor. Tenho convicções de direita moderada,  sou a favor do estado mínimo, maior liberdade econômica e contra o  assistencialismo.</p>
<p><strong>Copie este artigo! </strong>Este  texto está em Creative Commons, portanto você é livre para copiá-lo,  editar e republicar onde quiser. Se este texto conseguir se espalhar,  podemos fazer uma eleição melhor.  Republique em seu blog, envie por  e-mail para seus contatos ou twitte o link deste blog. A única coisa que  peço é que mantenha meu nome.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><small><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/"><img style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-sa/3.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
<span>Como votar nestas eleições</span> de <a rel="cc:attributionURL" href="http://peixefresco.net">Rodrigo van Kampen</a> é licenciado sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/">Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 Unported</a>.</small></p>
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		<title>Você sabe o nome do que você faz?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 12:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe uma palavra para definir o estudo da ligação entre as coisas e seus nomes e símbolos: Semiótica. Se você se interessa pelo assunto e não sabia, essa palavra vai abrir um universo de possibilidades para você buscar e se aprofundar! Claro, apreendemos o universo dando nome às coisas. E o que isso tem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/voce-sabe-o-nome-do-que-voce-faz/"><img class="alignleft size-full wp-image-435" title="Heres-my-name" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/06/Heres-my-name.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Existe uma palavra  para definir o estudo da ligação entre as coisas e seus nomes e  símbolos: Semiótica. Se você se interessa pelo assunto e não sabia, essa  palavra vai abrir um universo de possibilidades para você buscar e se  aprofundar! Claro, apreendemos o universo dando nome às coisas.<strong> E o que  isso tem a ver com o Peixe Fresco?</strong></p>
<p>O Peixe Fresco é um blog que  acompanha minha carreira. Começou como um blog para falar sobre  assessoria de imprensa digital. Aos poucos foi tratando de mídias  sociais, sobre relacionamento de marca. <strong>E agora começa a dar seus  passinhos na área de planejamento</strong>.</p>
<p><span id="more-434"></span>Calma, não cancelem a  assinatura do feed! Olhando a evolução dos posts, nada vai mudar, porque  eu percebi que de certa forma, sempre estive falando de planejamento,  mídias sociais e posicionamento de marca.</p>
<h3>Um blog sobre tudo?</h3>
<p>Não,  ele sempre foi focado em descobrir como é que funciona essa história de  marcas se relacionando com consumidores na web, e as tangentes desse  assunto. O confuso era eu, que ainda estava entendendo o que eu fazia.  Sabe aquela história de um cargo no papel e outra na vida real? Eu me  destrinchava entre &#8220;analista de mídias sociais&#8221;,&#8221;editor de conteúdo&#8221;,  &#8220;relações públicas 2.0&#8243; e &#8220;assistente de planejamento&#8221;.</p>
<p>Esse  último é o que eu menos dava bola. Também, diante de nomes tão mais  contemporâneos o brilhosos, por que me ater justo ao que parecia mais  quadrado?</p>
<p>Fast-foward para hoje, mudança de emprego, de cidade,  resolvi começar a pesquisar o que era esse tal de planejamento. Até  descobrir como eu me encaixo nessa carreira, e como eu já vinha me  encaminhando para isso há tempos!</p>
<h3>O que eu ganho sabendo o  nome?</h3>
<p>Em primeiro lugar, informação. <strong>Quando descobre o nome  do que faz, você fica mais esperto ao ver a palavrinha por aí.</strong> Assim  descobri ótimos blogs! Se antes já lia um post ou outro que me aparecia,  agora assinei e virei fã de referências nacionais como o <a title="Blog do  GP" href="http://grupodeplanejamento.com.br/_2010/">Blog do GP</a>, <a title="chmkt" href="http://www.chmkt.com.br/">chmkt</a> e <a title="Pense Planner" href="http://www.penseplanner.com/">Pense Planner</a>, e internacionais como  o <a title="Buy me, I'll change your life" href="http://illchangeyourlife.wordpress.com/">Buy me, I&#8217;ll change your life</a>,  com um dos melhores nomes de blog que já vi!</p>
<p>Assim você percebe  que não está sozinho. Encontra gente para trocar experiências, debater,  encontros e muita, mas muita, mas muita referência. O que é matéria  prima essencial para planejadores.</p>
<p>Mas isso vale para todas as  áreas. Ser o faz-tudo é legal, é flexível, pode abrir novas portas. Mas  saber o nome certo permite dominar aquele universo. <strong>Em um mundo de  Google e palavras-chave, o termo certo faz toda a diferença!</strong></p>
<p>Por  exemplo, tem muita gente ralando pra abrir uma empresa sem um tostão.  Sabendo que o nome disso é bootstrapping ou empreendedor alça-de-bota,  um novo universo de referências, dicas e &#8220;grupos de apoio&#8221; se abrem com  uma <a title="simples pesquisa" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=9kS&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;&amp;sa=X&amp;ei=7GEjTMnkEMuwuAeE9szYBw&amp;ved=0CBUQvwUoAQ&amp;q=bootstrapping+entrepreneurship">simples pesquisa</a>.</p>
<h3><img class="alignleft size-full wp-image-436" title="The One Ring" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/06/onering.jpg" alt="" width="237" height="158" />One  name to rule them all, one name to find them,<br />
One name to bring  them all and in the darkness bind them!</h3>
<p>É claro que tudo tem  que ter lado ruim. Voltando à semiótica lá do começo do texto. Existe  uma relação de força entre o nome, o objeto <em>per se</em>, e a idéia do  objeto. Isso significa que a partir do momento que você define, ou  descobre o nome, você arrumou uma caixinha. E caixas são bastante  confortáveis, <a title="como você sabe" href="http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;hs=5Vn&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;q=cat+in+box&amp;prmdo=1&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;source=univ&amp;ei=UWMjTLnNJMifuAfcsIHYBw&amp;sa=X&amp;oi=image_result_group&amp;ct=title&amp;resnum=4&amp;ved=0CD0QsAQwAw">como você sabe</a>.</p>
<p>E daí que  enquanto desconhece o nome, você pode não ter todo um universo de  referências à sua disposição, <strong>mas também não sabe &#8220;o jeito certo&#8221; ou  &#8220;modo padrão&#8221; de fazer as coisas</strong>. As suas idéias até podem ser ruins,  mas serão criativas. Ou seja, quanto mais dentro, mais difícil pensar  fora.</p>
<p>Mas oras, se o poder do <a title="Um Anel" href="http://en.wikipedia.org/wiki/One_Ring">Um  Anel</a> é controlar todos os outros, temos aí a chave! Você precisa do  seu um anel, para dominar o seu mercado, nome e suas palavras-chave. E a  partir dele você começa a dominar todos os outros: o mercado, nome e  palavras-chave dos clientes, dos fornecedores, das referências.</p>
<p><strong>O  poder de dominar um nome é poder usá-lo para dominar cada vez mais  universos!</strong></p>
<h3>Enfim, você sabe o nome do que você faz?</h3>
<p>Como  você descobriu o nome da carreira, que portas isso abriu para você? Ou  você é feliz na ignorância? Eu era, mas sou mais feliz agora conhecendo  um pouco. <strong>Conta aí nos comentários!</strong></p>
<p><small>As imagens que ilustram esse post são de <a href="http://www.flickr.com/photos/28481088@N00/929123713/"><strong>tanakawho</strong></a> e <a title="Link to  Generalnoir's photostream" rel="dc:creator cc:attributionURL" href="http://www.flickr.com/photos/61168414@N00/391009102/"><strong>Generalnoir</strong></a>, respectivamente.</small></p>
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		<title>Fritura Mental 3:  Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 00:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade mental]]></category>
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		<description><![CDATA[[Parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental] [Parte 2: Agregando valor na produção de conhecimento] Notícias, mensagens, twittadas, vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a ladainha da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim, amigos, a questão do filtro. Há dois fitros, sempre: um interno, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-421" href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/attachment/some_yum/"><img class="alignleft size-full wp-image-421" title="Some_yum por jules_shanghai (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/04/Some_yum.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>[Parte 1: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/">Sobrecarga  de Informação e Obesidade Mental</a>]<br />
[Parte 2: <a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/">Agregando  valor na produção de conhecimento</a>]</p>
<p>Notícias, mensagens, twittadas,  vídeos, dados, canais, redes! E a questão: como eu passo por toda a <a title="ladainha" href="http://icanhascheezburger.com/">ladainha</a> da internet para encontrar aquilo que é realmente relevante? Sim,  amigos, <strong>a questão do filtro</strong>.</p>
<p><span id="more-420"></span></p>
<p>Há dois fitros, sempre: um  interno, o que eu escolho ler, e um externo, o que chega até mim. Como o  interno é individual, vejamos o externo. Uma <a title="pesquisa com os artigos da New York Times mais enviados por  e-mail" href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/science/09tier.html">pesquisa com os artigos da New York Times mais enviados por  e-mail</a> chegou a conclusões bastante interessantes: artigos longos  são mais compartilhados que os curtos, e principalmente, aqueles capazes  de instigar uma alteração na visão de mundo do leitor apareceram com  grande destaque.</p>
<p>É um brilho de lampejo na capacidade do  usuário como responsável pela propagação de conhecimento e sabedoria.  Outra abordagem apela para a coletividade, para a &#8220;<a title="sabedoria das multidões" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">sabedoria das multidões</a>&#8220;. Se  pensarmos nesses modelos surgindo em 2004 com o <a title="Digg" href="http://digg.com/">Digg</a>, a idéia já tem  certa maturidade.</p>
<p>E o mais incrível! O modelo não serve apenas  para espalhar o último vídeo de um <a title="gatinho cantando trololo" href="http://www.youtube.com/watch?v=uqafYTKBpss">gatinho cantando trololo</a> na  internet, também é útil dentro do modelo científico.  O cientista social Cameron Neylon tem uma <a title="ótima apresentação sobre isso" href="http://www.slideshare.net/CameronNeylon/now-about-that-filter">ótima apresentação sobre  isso</a>.</p>
<p>O editor da Wired Steven Johnsons, no mesmo artigo  Snack Culture, contra argumenta que no fim, a informação não está mais  curta, e nem mais fragmentada, <a title="é apenas um erro de percepção" href="http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snacklash.html">é apenas um erro de percepção</a>.  Nós temos mais de tudo, tanto dados fragmentados como de sabedoria e  conteúdo longo.</p>
<h3>Uma grande mesa farta</h3>
<p>Imagine uma  grande festa com uma grande mesa, com todo o tipo de comida possível,  provavelmente saída de um texto de Terry Pratchet ou Douglas Adams.  Agora imagine você na festa, escolhendo o que comer. Você experimenta  ótimas refeições francesas, ou corre para a mesa de doces? De cara algumas conclusões:</p>
<ul>
<li>Haverá  chefs preocupados com a qualidade da comida e doceiras simpáticas.</li>
<li>As  mesas com mais movimento vão sempre chamar mais atenção, gerando ainda  mais movimento.</li>
<li>Você vai acompanhar seus amigos. É improvável  que prefira uma refeição completa enquanto todos eles atacarem os nachos.</li>
<li>Vice-versa.  As refeições que escolher definirão os contatos e amizades que fará na  festa.</li>
</ul>
<p>Com essa metáfora para a internet tento mostrar que  não há conteúdo bom e conteúdo ruim. Nem um jeito certo de consumir as  coisas. Mas há sim, sempre, consequências. É um exercício do poder de  escolha, embora não absoluto, maior que em outros canais como televisão  ou rádio.</p>
<p>Ainda há muito a ser discutido nessa questão.  Obesidade mental é sim um problema sério para o futuro, principalmente  com a educação e as redes se fundindo cada vez mais. Mas o quanto não estaremos entrando na invasão à opção individual ao lutarmos contra? Mas você, o que acha? <strong>Sua mente está  engordando ou ganhando músculos? </strong></p>
<p><small><em>A imagem que ilustra este post é de  <a href="http://www.flickr.com/photos/75304241@N00/343284787/"> jules_shanghai</a>.</em></small></p>
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		<title>Fritura Mental 2: Agregando valor na produção de conhecimento</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 19:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo van Kampen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[parte 1: Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental ] No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver o que é conhecimento, e como ele se forma? Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post A Story Culture, do blog Rands [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-400" href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-2-agregando-valor-na-producao-de-conhecimento/attachment/annotated-bookshelf/"><img class="alignleft size-full wp-image-400" title="Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)" src="http://peixefresco.net/wp-content/uploads/2010/04/Annotated-Bookshelf.jpg" alt="Annotated Bookshelf, por jonathanpberger (Flickr)" width="300" height="200" /></a>[parte 1:<a href="http://peixefresco.net/2010/artigo/fritura-mental-1-sobrecarga-de-informacao-e-obesidade-mental/"> Sobrecarga de Informação e Obesidade Mental</a> ]</p>
<p>No primeiro post, falei da sobrecarga de informações e da quantidade de conteúdo. Como você tira valor de tudo isso? Antes, vamos ver <strong>o que é conhecimento, e como ele se forma?</strong> Uma ótima referência sobre hierarquia da informação é o post <a id="kqfi" title="A Story Culture" href="http://www.randsinrepose.com/archives/2010/02/08/a_story_culture.html">A Story Culture</a>, do blog Rands in Repose, que se traduz basicamente em:</p>
<p><strong>Dados</strong> &#8211; Material cru, fatos.<br />
<strong>Informação</strong> &#8211; Dados organizados e apresentados por alguém com uma ordem lógica.<br />
<strong>Conhecimento</strong> &#8211; Informação que foi entendida e absorvida. A partir daí a informação começa a ter valor, ainda que como próprio conhecimento.<br />
<strong>Sabedoria</strong> &#8211; Conhecimento integrado e destilado, apreensão e contextualização. A partir desse ponto, não só conhecemos algo muito bem, mas somos capaz de criar e aperfeiçoar o objeto e o conhecimento.</p>
<p><span id="more-398"></span><br />
Traduzindo a pirâmide: juntando, cruzando e destilando dados e informação você consegue gerar conhecimento e sabedoria.</p>
<p>Outra coisa que cabe nesta discussão é o <em>Transmedia Storytelling</em>, de <a title="Henry Jenkins" href="http://culturadaconvergencia.com.br/">Henry Jenkins</a>, conceito criado no livro <em><a id="lwvu" title="A Cultura da Convergência" href="http://portalliteral.terra.com.br/lancamentos/cultura-da-convergencia">A Cultura da Convergência</a></em>, que trata da <strong>narrativa multimeios</strong> e a criação de universos paralelos, muita usada na ficção e publicidade.</p>
<p>Para criar uma narrativa realmente convincente que envolva as pessoas é preciso um universo que se desenrole em diversos meios, online e offline, uma mesma história distribuída em blogs, twitter, outdoors, revistas, cosplayers, teatro, celular, e qualquer outra mídia, criadas parte pelos produtores originais e em parte pelo grande público.</p>
<p>Não se trata da mesma mensagem repetida à exaustão, mas de pequenos fragmentos que se somam para criar uma história maior. Sucessos atuais como a série Lost, filme Batman ou o jogo Mass Effect utilizam muito bem essa técnica, acrescentando diversas dimensões à complexidade na história.</p>
<p>E isso não é nada novo. Star Wars, por exemplo, conta não só com o universo construído, mas em contínua expansão, pelas mãos tanto dos detentores dos direitos autorais quanto por fãs outros.</p>
<h3>Fragmentos são necessários</h3>
<p>Ambos os conceitos apresentados colocam a obesidade mental em cheque: para agregar valor, é condição <em>sine qua non</em> uma quantidade de dados massivos, relevantes ou não. Conhecimento e sabedoria só são obtidos no cruzamento de bastante informação. Assim como para criar um mundo convincente, você precisa de inúmeros elementos que não farão diferença na trama principal.</p>
<p>Se essa hierarquia é triangular, ou seja, não é possível obter sabedoria sem uma boa quantidade de conhecimento, ela pressupõe então uma quantidade monstruosa de dados, de material original, e de snack culture, necessárias para gerar algum valor.</p>
<p>Na semana que vem trago a terceira e última parte. Eu me pergunto: <strong>toda essa sobrecarga de informação é realmente necessária? </strong></p>
<p>[Parte 3:  <a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/">Agregando valor no consumo e compartilhamento de conhecimento</a> ]<a title="Link permanente para Fritura Mental 3:  Agregando  valor no consumo e compartilhamento de conhecimento" rel="bookmark" href="../2010/artigo/fritura-mental-3-agregando-valor-no-consumo-e-compartilhamento-de-conhecimento/"><br />
</a></p>
<p><small>A foto que ilustra esse post é de <a href="http://www.flickr.com/photos/44124367955@N01/488748172/">jonathanpberger</a>.</small></p>
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