Links de Quinta #07

29/05/2008 | Links de Quinta | Por Rodrigo van Kampen

Papel do Jornalista, por John Hiler A faculdade têm me tomado bastante tempo, o que explica, mas não justifica, a minha ausência. Mas trago boas novas: meu trabalho de conclusão de curso, cuja entrega do pré-projeto foi hoje, será uma abordagem das metodologias e técnicas que as agências de comunicação brasileiras utilizam para entrar em contato com blogueiros e comunidades virtuais, com o objetivo de tentar encontrar “melhores práticas”.

O que significa que vou estar estudando e publicando as constatações por aqui durante os próximos meses.

Vamos aos links!

 

Relevância: Uma auto-lição.

16/05/2008 | Cotidiano | Por Rodrigo van Kampen

Begginer, por Joachim Bär (sxc.hu) O último post que escrevi, sobre a minha participação na Facilpa, me ensinou algumas coisas que eu estava esquecendo aqui neste blog. Algumas lições para mim, que eu acho que também valem para você.

Quando terminei de escrevê-lo, fiquei um pouco relutante em apertar o botão “publicar”. Isso porque a proposta deste site é trazer conteúdo relevante para as pessoas e para os profissionais que trabalham com comunicação, porque acredito que esta é a palavra-chave que realmente separa o que presta e o que não presta na internet. Mas eu havia esquecido que essa palava, (que não é alemã e nem tem 15 sílabas), pode ter várias leituras.

Do Aurélio:

Relevância: 3. Grande valor, conveniência ou interesse. Importância, relevo.

 

Facilpa 2008 – Alguns causos

06/05/2008 | Cotidiano | Por Rodrigo van Kampen

facilpatenis Trabalhei na assessoria de imprensa da Feira Agropecuária Comercial e Indústrial de Lençóis Paulista. Foram 12 dias de festa (que eram para ser 11), com touro, rodeio, peão de boidadeiro, pônei, artista famoso, e fã descontrolada. Bastante cansativo, é verdade, mas foi divertido. Há algumas diferenças fundamentais em fazer assessoria de evento em relação a empresas.

Uma delas é o valor-notícia do que você divulga. Como a feira movimenta toda a região, teve um público aproximado de 130 mil pessoas, as informações que nós enviávamos aos jornalistas eram relevantes para o público. É muito mais gostoso trabalhar assim do que torrar neurônio tentando fazer com que o lançamento de um novo tipo de peixe seja relevante.

Outra coisa que gostei bastante foi de estar em contato direto com os jornalistas. Havia alguns estandes de rádios que transmitiam direto do recinto, sem falar nas coletivas, onde aparecia todo mundo. O como jornalista é fofoqueiro comunicativo, deu para falar bastante. Mas a parte mais divertida era conversar com os seguranças da porta do camarim e ouvir as loucuras das fãs para tentar entrar. Uma pior que a outra.