28/03/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen
Este texto é uma das várias reflexões possíveis sobre Jornalismo e Interatividade, que está participando da 3ª Ciranda de Textos, edição esta hospedada no Mil Idéias e Ideais de Todos.
Quando se iniciaram as discussões a respeito da TV digital, interatividade era a palavra de ordem. Enquanto na maioria das pessoas uma fabulosa imagem de “você decide” pelo controle remoto se formava, eu lia a respeito das maravilhas da nova tecnologia: o consumidor poderia comprar elementos do cenário da programação sem se levantar da poltrona.
No entanto, interatividade não se restringe em fornecer ao nosso telespectador a opção do sim ou não. Mas permitir o talvez, o provavelmente, e todas as outras hipóteses, ou seja, expandir o conceito retirado de um programa criado em 1992 e trazê-lo para os contemporâneos tempos do 2.0.
18/03/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen
(O título é do André Deak, que estou copiando sem nenhum escrúpulo)
O contexto deste post é um caso recente que não vou repetir integralmente, já que você pode ler aqui, aqui, e em vários outros lugares.
Para poupar o trabalho: Para divulgar um site de apoio a um jogador mais efetivamente, a agência Bagre mandou uma cartinha a diversos blogueiros, que pedia que escrevessem um post sobre o assunto, em troca de uma ‘parceria’. Mais adiante explicitava como deveria ser escrito o post.
O início da minha argumentação não poderia ser outro: a credibilidade, seja de um blogueiro, jornalista ou político, leva anos para ser construída, e pode ruir num minuto, clichê exemplificado a seguir:
13/03/2008 | Links de Quinta | Por Rodrigo van Kampen
No Links de Quinta de hoje trago dois bons exemplos nacionais de como trabalhar uma marca na mídia social, envolvendo os seus consumidores: nike e carrefour. Também apresento-lhes uma nova proposta de trabalho, no qual os clientes pedem soluções on-line, enquanto os profissionais apresentam as suas, vale a pena conferir. Mário Soma encontrou em sua bola de cristal uma apresentação de slides que mostra o futuro dos releases! E já que estamos falando de propostas de mídia social na internet, podemos aprender com o artigo de Scott Monty como os grandes estão fazendo isso nos EUA.
10/03/2008 | Entrevista | Por Rodrigo van Kampen
Eduardo Vasques é o que eu como assessor poderia chamar de “o outro lado da moeda”. Jornalista há nove anos no mercado, é editor da revista B2B magazine, e criador do blog Pérolas das Assessorias, no qual publica as verdadeiras pérolas enviadas pelas assessorias de imprensa à editora que trabalha. Sua intenção nunca foi a de denegrir a imagem das assessorias, tanto que os nomes são sempre ocultos, mas bater um papo sobre o assunto com assessores e jornalistas. Nesta entrevista ele falou sobre assessoria de imprensa, seus erros e acertos mais comuns, sobre jornalismo, e também um pouco sobre o mundo corporativo na web.
Melhores momentos:
Até porque, a maioria dos assessores de imprensa não sabem vender pauta. Pauta para eles, hoje, é somente o que o cliente faz e não a participação do cliente num contexto maior.
Costumo brincar que as pessoas e empresas só vão levar realmente a sério o trabalho de comunicação quando você disser que é assessor de imprensa e as pessoas assimilarem rapidamente sem questionamentos, assim como é com médicos, advogados, contadores.
Já vi matéria comprada em revista de circulação nacional e, perdoem-me os jornalistas colegas, todo mundo faz o que patrão quer atualmente. O mercado não está fácil pra ninguém e o jornalista vai acatar a ordem porque precisa sobreviver. A visão de jornalismo romântico acabou, ou faz ou está na rua.
08/03/2008 | Cotidiano | Por Rodrigo van Kampen