Jornalismo interativo: links não bastam

28/03/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

ciranda Traffic Sign 18, por Lars Sundström (sxc.hu) Este texto é uma das várias reflexões possíveis sobre Jornalismo e Interatividade, que está participando da 3ª Ciranda de Textos, edição esta hospedada no Mil Idéias e Ideais de Todos.

Quando se iniciaram as discussões a respeito da TV digital, interatividade era a palavra de ordem. Enquanto na maioria das pessoas uma fabulosa imagem de “você decide” pelo controle remoto se formava, eu lia a respeito das maravilhas da nova tecnologia: o consumidor poderia comprar elementos do cenário da programação sem se levantar da poltrona.

No entanto, interatividade não se restringe em fornecer ao nosso telespectador a opção do sim ou não. Mas permitir o talvez, o provavelmente, e todas as outras hipóteses, ou seja, expandir o conceito retirado de um programa criado em 1992 e trazê-lo para os contemporâneos tempos do 2.0.

 

RSS estupidamente simples!

26/03/2008 | Cotidiano | Por Rodrigo van Kampen

Rss_cubesRSS, sem nada do que você não precisa saber.

RSS é mais simples que e-mail. Aliás, considero usar RSS tão simples quanto mandar um vídeo para o Youtube ou navegar pelo Orkut. Mas muitos amigos meus que navegam bastante pela internet não o usam, porque nunca entenderam bem ao certo como funciona. O grande problema, ao meu ver, está no modo como as pessoas tentam explicá-lo.

Wikipedia:

RSS é um subconjunto de “dialectos” XML que servem para agregar conteúdo ou “Web syndication”, podendo ser acedido mediante programas ou sites agregadores. É usado principalmente em sites de notícias e blogs.

Não!!! Ninguém quer saber como funciona o microondas, as pessoas só querem saber cozinhar.

Este tutorial vai ensinar o que você precisa saber para usar RSS, e nada do que você não precisa saber. Justamente por isso ele é limitado e não explora todo o potencial da ferramenta, além de apresentar um único programa para usá-lo, enquanto existem vários. Mas em contrapartida ele pretende ser a explicação mais simples de como aproveitar a praticidade do que ele oferece.

 

Posts pagos, posts publicitários e outros nomes da besta

18/03/2008 | Artigo | Por Rodrigo van Kampen

Evil Skull, by kovik      (O título é do André Deak, que estou copiando sem nenhum escrúpulo)

O contexto deste post é um caso recente que não vou repetir integralmente, já que você pode ler aqui, aqui, e em vários outros lugares.

Para poupar o trabalho: Para divulgar um site de apoio a um jogador mais efetivamente, a agência Bagre mandou uma cartinha a diversos blogueiros, que pedia que escrevessem um post sobre o assunto, em troca de uma ‘parceria’. Mais adiante explicitava como deveria ser escrito o post.

O início da minha argumentação não poderia ser outro: a credibilidade, seja de um blogueiro, jornalista ou político, leva anos para ser construída, e pode ruir num minuto, clichê exemplificado a seguir:

 

Links de Quinta #05

13/03/2008 | Links de Quinta | Por Rodrigo van Kampen

links05 No Links de Quinta de hoje trago dois bons exemplos nacionais de como trabalhar uma marca na mídia social, envolvendo os seus consumidores: nike e carrefour. Também apresento-lhes uma nova proposta de trabalho, no qual os clientes pedem soluções on-line, enquanto os profissionais apresentam as suas, vale a pena conferir. Mário Soma encontrou em sua bola de cristal uma apresentação de slides que mostra o futuro dos releases! E já que estamos falando de propostas de mídia social na internet, podemos aprender com o artigo de Scott Monty como os grandes estão fazendo isso nos EUA.

 

[Entrevista] Aula de assessoria

10/03/2008 | Entrevista | Por Rodrigo van Kampen

eduardo_vasquesEduardo Vasques é o que eu como assessor poderia chamar de “o outro lado da moeda”.  Jornalista há nove anos no mercado, é editor da revista B2B magazine, e criador do blog Pérolas das Assessorias, no qual publica as verdadeiras pérolas enviadas pelas assessorias de imprensa à editora que trabalha. Sua intenção nunca foi a de denegrir a imagem das assessorias, tanto que os nomes são sempre ocultos, mas bater um papo sobre o assunto com assessores e jornalistas. Nesta entrevista ele falou sobre assessoria de imprensa, seus erros e acertos mais comuns, sobre jornalismo, e também um pouco sobre o mundo corporativo na web.

Melhores momentos:

Até porque, a maioria dos assessores de imprensa não sabem vender pauta. Pauta para eles, hoje, é somente o que o cliente faz e não a participação do cliente num contexto maior.

Costumo brincar que as pessoas e empresas só vão levar realmente a sério o trabalho de comunicação quando você disser que é assessor de imprensa e as pessoas assimilarem rapidamente sem questionamentos, assim como é com médicos, advogados, contadores.

Já vi matéria comprada em revista de circulação nacional e, perdoem-me os jornalistas colegas, todo mundo faz o que patrão quer atualmente. O mercado não está fácil pra ninguém e o jornalista vai acatar a ordem porque precisa sobreviver. A visão de jornalismo romântico acabou, ou faz ou está na rua.

 

Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher!

08/03/2008 | Cotidiano | Por Rodrigo van Kampen

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